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Objetivo é apresentar os conceitos, procedimentos, etapas das boas práticas em cada modalidade escolhida

O Serviço Florestal Brasileiro vai disponibilizar oitos cursos no Portal Saberes da Floresta. As inscrições vão até o dia 09 de setembro. Os cursos são 100% on-line e gratuitos.

O objetivo é apresentar os conceitos, procedimentos, etapas das boas práticas em cada modalidade escolhida. A carga horária varia entre 20 e 40 horas, com duração de quatro semanas. Após a conclusão, o participante recebe o certificado.

As aulas são voltadas para agentes de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), lideranças socioambientais, professores e estudantes de ensino profissionalizante e superior, empresários/trabalhadores do setor florestal, representantes de povos e comunidades tradicionais, agricultores familiares, gestores e servidores públicos.

As inscrições podem ser feitas através do site: https://saberes.florestal.gov.br/ 

Para mais informações: saberesdafloresta@agro.gov.br

Cursos disponíveis:

Manejo do Açaí;

Gestão de Empreendimentos Comunitários;

Introdução a Cooperativas e Associações;

Introdução ao manejo florestal;

Manejo florestal comunitário e familiar;

Óleos e resinas florestais;

Manejo de impacto reduzido com ênfase nas etapas e elaboração de planos de manejo;

Introdução à recomposição com ênfase nas florestas tropicais. 

Fonte: Imprensa Mapa

A Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) divulgou o resultado do último chamamento público que selecionou empresas de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) para atuarem no âmbito do Programa de Consolidação de Assentamentos – Produzir Brasil. O edital, lançado no mês de julho, irá beneficiar mil famílias de agricultores assentados, tituladas ou em processo de titulação, na região de Matopiba. Confira a lista das vencedoras aqui.

As entidades de Ater interessadas se inscreveram e foram analisadas. O processo foi efetivado em três fases eliminatórias: habilitação, classificação e seleção. No início, foi realizada a análise documental; depois a classificação das Propostas Técnicas, e por fim; foram selecionados os Planos de Trabalho das três melhores pontuadas na fase anterior.

As atividades de Ater que serão contratadas estão estabelecidas em um cronograma de dois anos e variam entre coletivas e individuais com os agricultores assentados. São 14 distribuídas nas seguintes etapas: Mobilização do Público, Diagnóstico e Planejamento, Produtos, Atendimentos e Avaliações. A Anater orienta a execução baseada no cumprimento da diretriz dos eixos Produtivo, Promoção Social e Agroambiental.

Entenda o ciclo:
Etapa 1: Momento de definição de público.
Etapa 2. Conhecimento das dificuldades locais e individuais dos beneficiários e
planejamento de ações.
Etapa 3: Elaboração e entregas de produtos com objetivos específicos, com garantia de
aplicabilidade.
Etapa 4: Intervenções técnicas para mudanças socioeconômicas, produtivas e
ambientais.
Etapa 5: Momentos de avaliação parcial (promovendo os ajustes entre os ciclos) e final
(com indicadores de resultados práticos e índices de satisfação).

No total, serão destinados R$ 5 milhões para atender os estados da Bahia, do Piauí e Tocantins. O recurso é proveniente de contrato de gestão firmado entre a Anater e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). As famílias beneficiárias pertencem à lista do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

A iniciativa pretende fortalecer os projetos da reforma agrária com o incentivo à produção em cadeias de valor, gerando desenvolvimento sustentável nos assentamentos do país.

Fonte: Ascom Anater

Projeto Dom Hélder Câmara (PDHC), desenvolvido pela Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SAF/ Mapa), e cofinanciado pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida), assinou na última semana um Termo de Execução Descentralizada (TED) com a  Embrapa Alimentos e Territórios para a implementação de ações de promoção da segurança alimentar e nutricional e de geração de renda para agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais (PCTs) do semiárido brasileiro.

O projeto beneficiará 51.476 agricultores familiares, assentados de reforma agrária, jovens estudantes de escolas rurais e escolas família agrícola, comunidades fundo de pasto, quilombolas, indígenas das etnias Xocó e Tingui-Botó, além dos PCTs, que terão seus Sistemas Agrícolas Tradicionais reconhecidos no âmbito do Prêmio Dom Helder de Sistemas Agrícolas Tradicionais do Semiárido.

As ações buscam fortalecer a capacidade de organização de agricultores familiares, PCTs, mulheres e gestão territorial do Semiárido, por meio de capacitações. Desse público, espera-se que pelo menos 50% sejam mulheres e jovens que terão suas participações estimuladas em todas as metas propostas por ações afirmativas preconizadas pelo projeto, em diálogo com as formas de organização locais, de modo a garantir o envolvimento e a inserção destes grupos em todas as ações do projeto, especialmente nas oficinas e demais ações de capacitação, intercâmbios, dentre outras.

Serão investidos R$ 2,7 milhões no prazo previsto de 12 meses.  

PDHC

O Projeto Dom Hélder Câmara é desenvolvido pelo Mapa, por meio da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo, e cofinanciado pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida). O objetivo é reduzir os níveis de pobreza e de desigualdades no semiárido brasileiro, qualificando os produtores para que desenvolvam uma produção sustentável, estimulando a replicação de boas práticas, e tem como eixo central a Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater).

A atuação do projeto se estende a 913 municípios brasileiros distribuídos em 11 Estados das regiões Nordeste e Sudeste abrangidos pela área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).

Ater no PDHC

Uma das frentes do PDHC é oferecer Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater). As contratações da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), de recursos oriundos do contrato de gestão firmado com o Mapa e parceria com o Fida, beneficiam mais de 51 mil Unidades Familiares de Produção Agrária (UFPAs). Desde o início dos trabalhos no final do ano de 2017, foram cerca de 470 mil atividades executadas. Atualmente, restam cerca de 10% para conclusão dos projetos.

De forma articulada, a Ater com as demais políticas públicas voltadas para o meio rural possibilitam incrementar e fortalecer a estruturação produtiva e as formas de convivência com os biomas do Semiárido.

O PDHC integra dimensões sociopolíticas, ambientais, culturais, econômicas, tecnológicas e também processos participativos de planejamento, gestão e controle social. Resultado: autonomia econômica, social e organizativa das famílias beneficiadas.

Fonte: Imprensa Mapa

A previsão é contemplar 3.200 famílias, em cinco estados, sendo prioridade aquelas chefiadas por mulheres agricultoras

A Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) lançou chamamento público para atender um público específico de beneficiários: as famílias de agricultores pertencentes a Comunidades Remanescentes de Quilombo (CRQs), com prioridade para aquelas chefiadas por mulheres. O edital é voltado para a área de atuação do Projeto Dom Hélder Câmara (PDHC). As empresas privadas prestadoras de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) interessadas podem se inscrever até o dia 27 de agosto.

A execução das atividades de Ater têm o objetivo de promover a segurança alimentar e o incremento de renda dos beneficiários por meio do aumento da qualidade e da quantidade de produtos e serviços. Além disso, o planejamento também visa a comercialização da produção. A previsão é contemplar 3.200 famílias, em 28 municípios dos estados de Alagoas, Bahia, Pernambuco, Maranhão, Minas Gerais e Piauí.

Para concorrer, as entidades devem ser credenciadas à Anater. O processo é composto pelas etapas de habilitação, classificação e seleção. Após a análise documental, as propostas técnicas são classificadas e por fim, selecionados os planos de trabalho mais bem pontuados.

O valor total do chamamento é de R$ 11 milhões. O recurso é composto de R$ 8 milhões oriundos do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e R$ 3 milhões do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), órgão que celebra contrato de gestão com a Anater. O Mapa é responsável por indicar os beneficiários da política pública.

O público atendido seguirá a seguinte ordem de prioridade, sendo que é preciso inclusão no CadÚnico, certificação pela Fundação Cultural Palmares e posse de Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) ou documento que a substitui:

  1. Famílias de Agricultores Familiares, chefiadas por mulheres com maior número de filhos que residam em CRQ.
  2. Famílias de Agricultores Familiares, chefiadas por mulheres que residam em CRQ.
  3. Famílias de Agricultores Familiares, que residam em CRQ.

Para a definição do cronograma de atividades coletivas e individuais, a Anater orienta o conhecimento dos aspectos culturais, valores comunitários e produtos/serviços tradicionais das CRQs. Pretende-se abordar as características quanto às formas de organização; modos tradicionais de produção, alimentação e relação com a natureza; manifestações culturais e religiosas; produtos e serviços; calendário de eventos tradicionais, entre outros aspectos que devem ser valorizados e tratados nas ações de Ater.

Serão promovidas diversas Oficinas Temáticas para encaminhamentos de ações relacionadas ao desenvolvimento econômico, produtivo, agroambiental e social das comunidades, como: Oficinas de Mulheres Quilombolas, Segurança Alimentar e Nutricional, Políticas Públicas para Comunidades Remanescentes de Quilombo, Oficinas de Jovens Rurais Quilombolas e Oficinas de Inovação Tecnológica.

A divulgação do resultado preliminar está prevista para o dia 02 de setembro.

Confira a íntegra da Chamada Pública 002/2022 e anexos, bem como a retificação do edital.

Fonte: Ascom Anater

Os participantes do Projeto Dom Hélder Câmara visitaram associações e cooperativas com experiências exitosas no setor

O Projeto Dom Hélder Câmara (PDHC) realiza neste mês (de 13 a 20 de agosto) a “Rota de Aprendizagem – Experiências Exitosas” entre técnicos, agricultores e demais agentes que atuam na cadeia produtiva da caprinocultura e ovinocultura no semiárido brasileiro (microrregiões do Cariri Oriental Paraibano, do Cariri Ocidental Paraibano, do Sertão de Moxotó, do Sertão de Pajeú, do Vale do Itaim, do Sertão do São Francisco e na Bacia do Jacuípe). 

A rota tem como objetivo promover o intercâmbio de conhecimento das experiências positivas, das boas práticas e das iniciativas de sucesso da agricultura familiar, relacionadas ao sistema produtivo e às agroindústrias de caprinos e ovinos no semiárido brasileiro.

Como resultado dessa iniciativa, a partir da análise das experiências exitosas visitadas durante a rota, será elaborado um documento orientador para implementação de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento da caprinocultura e ovinocultura na região.

Os participantes percorreram uma distância de cerca de 1.000 km, saindo de Petrolina (PE) com término em Campina Grande (PB).

O roteiro contemplou visitas técnicas na Cooperativa Agropecuária dos Produtores Rurais Integrados de Caprinos e Ovinos do Nordeste (Capricon), na Associação dos Criadores de Ovinos e Caprinos do Município de Betânia do Piauí (Ascobetânia), na Cooperativa dos Produtores e Produtoras Rurais da Chapada Vale do Rio Itaim (Coovita), no Centro de Excelência em Derivados de Carne e Leite de Caprinos e Ovinos (Cedoca), na Associação
Gestora da Usina de Beneficiamento de Lácteos (Agubel), na Cooperativa dos Capriboovinocultores do Município de Cabaceiras Ltda (Capribov) e na Cooperativa dos Curtidores e Artesãos em Couro de Ribeira de Cabaceiras (Arteza).

O projeto é desenvolvido pela Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SAF/Mapa), e cofinanciado pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida), em parceria com a Embrapa Caprinos e Ovinos.

Projeto Dom Hélder Câmara 

Projeto Dom Hélder Câmara (PDHC) busca reduzir os níveis de pobreza e de desigualdades no semiárido brasileiro, qualificando os produtores para que desenvolvam uma produção sustentável, estimulando a replicação de boas práticas, e tem como eixo central a Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater).

Fonte: Imprensa Mapa

Após o desenvolvimento do Projeto Dom Helder Câmara (PDHC) em Pernambuco, a situação financeira das famílias rurais beneficiárias foi transformada. Uma dessas histórias é a do casal Maria e Edvaldo da Silva, no município de Lajedo. Com o recurso de R$ 2.400 e a Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), eles puderam investir na propriedade.

O casal comprou dez ovelhas, construiu um aprisco para abrigá-las de forma adequada e consegue produzir a alimentação indicada. A criação triplicou e hoje, são 30 animais. O resultado deve-se à dedicação da família à oportunidade oferecida pelo PDHC.

A beneficiária Joelma da Silva destacou a diferença na rotina da atividade produtiva. “Eu tenho notado a saúde dos animais. Melhorou 100%. Tínhamos muitos problemas com verminose porque o espaço era trancado. Compramos estacas e construímos cercado também. A alimentação era só silagem, agora a gente reveza com pastagem”.

A execução do PDHC na região é realizada pelo Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), contratado pela Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater). O objetivo é promover a segurança alimentar e nutricional, geração de trabalho, melhoria da renda e qualidade de vida.

O extensionista rural, Fábio Francisco Leite, lembra quando iniciou o trabalho junto ao casal. “Eles entraram no programa e participaram de reuniões e capacitações. Com as nossas visitas, eles passaram a receber orientações na área de genética, alimentação, controle de doença, cura e só foi desenvolvendo”, explicou.

Assista à reportagem abaixo.

TV PE/TV Cultura

O IPA atende pelo PDHC famílias de 11 municípios no estado pernambucano.

“A família tinha um criatório muito rudimentar, sem tecnologia nenhuma, sem genética. Chegamos aqui e verificamos a mudança. Hoje, vemos como o PDHC trouxe benefícios para essa família e as outras que nós atendemos”, ressaltou o gerente regional do IPA, Geová Lopes.

Saiba mais sobre o PDHC

O Projeto Dom Helder Câmara (PDHC) desenvolve ações de combate à pobreza e apoio ao desenvolvimento rural sustentável nos estados do Semiárido brasileiro. Uma das frentes é oferecer Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater).

A política pública é de governança do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e surgiu por meio de um acordo de empréstimo firmado entre o Brasil e o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida).

Hoje, as contratações da Anater, de recursos oriundos do contrato de gestão firmado com o Mapa e parceria com o Fida, beneficiam cerca de 51.200 Unidades Familiares de Produção Agrária (UFPAs). Desde o início dos trabalhos no final do ano de 2017, foram cerca de 470 mil atividades executadas. Atualmente, restam cerca de 10% para conclusão dos projetos.

De forma articulada, a Ater com as demais políticas públicas voltadas para o meio rural possibilitam incrementar e fortalecer a estruturação produtiva e as formas de convivência com os biomas do Semiárido.

O PDHC integra dimensões sociopolíticas, ambientais, culturais, econômicas, tecnológicas e também processos participativos de planejamento, gestão e controle social. Resultado: autonomia econômica, social e organizativa das famílias beneficiadas.

Fonte: Ascom Anater, com informações da reportagem à TV PE/TV Cultura

O criador terá acesso a informações sobre o que é proibido, obrigatório e recomendado na produção de aves orgânicas

Buscando orientar técnicos, produtores, criadores, estudantes, professores e profissionais interessados sobre as normas de criação de aves em sistema orgânico de produção, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e o Instituto do Bem-Estar (IBEM), em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), lançam o Manual de Avicultura Orgânica, com foco nas galinhas de postura e frangos de corte (Gallus gallus domesticus). A publicação faz parte de uma série sobre produção animal orgânica, sistema de produção que vem crescendo no Brasil e no mundo e é carente de informações técnicas específicas.

“Este manual traz um conteúdo técnico e atualizado de fácil leitura para todos os produtores e profissionais. Certamente será uma importante ferramenta na difusão da pecuária orgânica brasileira”, explica a auditora fiscal federal agropecuária, Michele de Castro Iza.

O conteúdo informa o que é proibido, o que é obrigatório e o que é recomendado a fazer na produção de aves orgânicas, tendo em vista a atualização da legislação de produção orgânica brasileira, pela publicação da Portaria 52/2021.

“Quando o objetivo é a produção e comercialização de carne ou ovos orgânicos certificados, todos os detalhes devem atender exatamente o estabelecido pela legislação brasileira de produção orgânica, além das normas para registro de estabelecimentos avícolas exigidos pelos Serviços Veterinários Oficiais”, explica a médica veterinária e diretora do IBEM, Angela Escosteguy.

Aos criadores que atuam no sistema orgânico de produção ou aqueles que pretendem converter ou iniciar nesse ramo, o manual de Avicultura Orgânica é organizado em temas como documentação, conversão, bem-estar animal, nutrição, ambiente da criação e sanidade.

Eventos

A divulgação do manual ocorrerá em diversos eventos com a participação de técnicos, estudantes e produtores.

No dia 18, o lançamento ocorrerá na Universidade Federal Fluminense, em Niterói (RJ). Em Brasília, será realizada uma roda de conversa sobre Avicultura Orgânica, no dia 23 de agosto, no Instituto Federal de Brasília (IFB). Nos dias 25 e 26, São Paulo terá palestras de apresentação do Manual na sede da Fundação Mokiti Okada e na sede do Projeto Natureza Conecta. Já no dia 29, será realizado um evento na Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis.

“A demanda por produtos orgânicos vem aumentando significativamente em nosso país e no mundo. O consumidor está cada vez mais atento às características positivas que o produto orgânico agrega. A produção animal orgânica precisa ser estimulada cada vez mais, pois nosso país tem grande potencial para a aplicação dos requisitos para a qualidade orgânica e bem-estar animal”, ressalta a coordenadora da Produção Orgânica, Virgínia Lira. 

Fonte: Imprensa Mapa

Mais uma vez, a parceria entre a UFV e a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG) está garantindo a presença de centenas de mulheres num evento especialmente preparado para elas na Semana do Fazendeiro. Até 18 de agosto, elas estarão participando da 9a Semana da Mulher Rural, cujos objetivos são motivar e valorizar o papel das mulheres na transformação da sociedade e das famílias. Serão cerca de 900 mulheres, em turmas diferentes, visitando o campus Viçosa para trocar experiências, conhecer ou revisitar a Universidade, fazer novas amizades e refletir sobre assuntos relacionados à temática central da 92a Semana do Fazendeiro – Plantar, cuidar, florescer: sonhos, conquistas, vidas! 

A primeira turma, com 278 mulheres, veio nesta terça-feira (16) das regionais da Emater de Pedra do Anta, Paula Cândido, Coimbra, Teixeiras, São Miguel do Anta, Cajuri, Canaã, Guiricema e Ubá. No Centro de Vivência, elas foram recepcionadas e receberam as tradicionais camisetas do evento que ajudam a colorir ainda mais o campus. Dali se reuniram no Espaço Acadêmico-Cultural Fernando Sabino para uma palestra com a coordenadora de Bem-Estar Social da regional da Emater de Ponte Nova, Scheilla Forza. A proposta era promover uma reflexão sobre a força e perseverança da mulher no cuidado com a vida. Scheilla convidou as mulheres a pensar sobre a importância do sonho coletivo para as transformações necessárias ao mundo. Para isso, lembrou personagens e fatos da história recente que fizeram diferença para o empoderamento da mulher.

Numa breve linha do tempo, comentou, por exemplo, sobre a conquista do direito ao voto; sobre a criação da pílula anticoncepcional; sobre a primeira delegacia da mulher no Brasil e sobre a Lei Maria da Penha e a história da mulher que deu nome a essa lei tão importante no combate à violência doméstica e familiar. Todas as referências foram para lembrar às convidadas que essas conquistas são resultantes de sonhos de mulheres que lutaram coletivamente por eles. Por isso, chamou a atenção para a necessidade de elas fazerem parte de uma rede de apoio, de valorizarem o trabalho de outras mulheres, de combaterem a violência, de se cuidarem e de acreditarem em si. Só assim, na avaliação da palestrante, haverá o florescer e a construção de um futuro melhor.

A palestra de Scheilla aconteceu logo após a abertura oficial da Semana da Mulher Rural pela vice-reitora Rejane Nascentes. Ela comentou sobre a sua felicidade em ver as mulheres, “com suas lindas histórias”, novamente ocupando os espaços da Semana do Fazendeiro, depois de dois anos de realização virtual do evento em função da pandemia de covid-19. A vice-reitora dividiu a mesa oficial com representantes da Emater, de prefeituras e das mulheres, como a agricultora Cleuza Maria Júlio, de Coimbra, que contou ter perdido as contas de quantas vezes participou da Semana do Fazendeiro, de onde, segundo ela, sempre se volta feliz e realizada para casa. “A gente vem buscar sabedoria e volta com o coração, a cabeça e a alma cheia de coisas boas”.

A programação da Semana da Mulher Rural incluiu, no turno da tarde, uma dinâmica coordenada pela ex-professora da UFV, Maristela Lima (Teinha), que fez as participantes do dia dançarem sob o sol, e uma palestra motivacional ministrada pela psicóloga Raíssa Araújo Morais, com o tema Você nasceu para brilhar. A programação voltará a movimentar o campus da UFV nesta quarta e quinta-feira. Estão sendo aguardadas mais cerca de 600 visitantes, 300 em cada dia.

O número é um pouco menor do que em outras edições, como conta a coordenadora regional de Bem-Estar Social da Emater, Margareth Guimarães, que há nove anos atua na organização da Semana da Mulher Rural. A explicação se deve especialmente à pandemia que não acabou, demandando ainda restrições sanitárias. Apesar do público reduzido, Margareth celebra a realização de mais um evento e o sentimento de dever cumprido, de colaborar para que as mulheres rurais tenham sonhos e futuro.

Nesta edição em especial, o desejo, conforme seus organizadores, era ver as mulheres felizes, motivadas e interagindo entre elas depois de um longo período de isolamento. Cláudia Saraiva, extensionista de Bem-Estar Social da regional da Emater de Coimbra, conta que elas “estavam com sede de se encontrar”. E, pelo visto, a sede foi saciada, conforme pode ser conferido nos depoimentos de algumas delas sobre o primeiro dia da Semana da Mulher Rural que estão no vídeo abaixo. Registros fotográficos do evento estão no link tinyurl.com/b3mcm5e3.

Fonte: UFV

Os cursos são gratuitos e ocorrerão no Centro de Treinamento da Emater-RO, na cidade de Ouro Preto do Oeste

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, por meio da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo, em parceria com a Universidade Federal de Viçosa (UFV-MG) promoverão, a partir da segunda quinzena de agosto, o Projeto Cooperativismo SAF/UFV com foco em capacitações em cooperativismo e gestão de empreendimentos coletivos para agricultores familiares.

Os cursos são gratuitos e ocorrerão no Centro de Treinamento da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO), na cidade de Ouro Preto do Oeste.

Participarão 120 cursistas, dentre agricultores familiares, representantes de associações, lideranças e técnicos de assistência e extensão rural, além de dirigentes e técnicos das entidades do segmento, como o Sistema OCB/RO (Organização das Cooperativas Brasileiras) e a União Nacional das Cooperativas de Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes).

Ao todo, nove cooperativas rondonienses estarão presentes.

 >> Confira a programação – agosto/2022:

  • Gestão de Empreendimentos Coletivos e Mercados – de 15 a 17 de agosto;
  • Governança Participativa, Redes de Sociabilidade e Meio Ambiente – de 17 a 19 de agosto;
  • Contabilidade e Finanças – de 22 a 24 de agosto;
  • Políticas Públicas e Agricultura Familiar: Características e Mecanismos de Acesso – de 24 a 26 de agosto.

O Projeto Cooperativismo SAF/UFV já capacitou mais de 2.000 pessoas em todo o território nacional.

Para a diretora do Departamento de Cooperativismo e Acesso aos Mercados do Mapa, Fabiana Durgant, “a iniciativa exitosa com foco na profissionalização da gestão dos empreendimentos coletivos visa preparar os agricultores familiares para novas perspectivas de mercados e acesso a políticas públicas, contribuindo para o fortalecimento e desenvolvimento da agricultura familiar e cooperativismo no país”.

Para mais informações sobre o Projeto Cooperativismo SAF/UFV entre em contato com o Departamento de Cooperativismo e Acesso a Mercados (Decam/SAF) pelo e-mail decam.saf@agro.gov.br ou pelo telefone (61) 3218-3413.

Fonte: Imprensa Mapa. Foto: EBC

O volume passará de R$ 53,6 bilhões para R$ 60,1 bilhões

Em virtude da forte demanda por financiamentos de custeio no Pronaf, nesse início de safra, foi autorizada a destinação de mais R$ 6,54 bilhões de recursos equalizados pelo Tesouro Nacional para financiar os agricultores familiares, o que representa um aumento de 12% (passando de R$ 53,6 bilhões para R$ 60,1 bilhões).

A maior parte, R$ 4,74 bilhões, virá de recursos novos a partir da alocação de mais R$ 126,8 milhões de recursos orçamentários em 2022 para o Plano Safra 2022/23. A outra parte, R$ 1,8 bilhão, será proveniente de remanejamentos no âmbito dos bancos públicos federais (Caixa, BNDES e do Banco do Brasil).

Esses recursos serão destinados aos bancos que operam Pronaf Custeio e que já sinalizaram insuficiência de recursos para atender a demanda dos agricultores. Assim, R$ 6,07 bilhões serão encaminhados ao Banco do Brasil e R$ 474 milhões, ao BNDES.

O BNDES será contemplado ainda com ampliação de recursos no Programa Agricultura de Baixo Carbono – ABC (R$ 287,5 milhões) e Programa de Construção e Ampliação de Armazéns – PCA (R$ 438,5 milhões).

Com isso, a expectativa é que não haja interrupção na concessão de financiamentos, sobretudo de custeio, nesse momento em que a safra começa a ser plantada e no atendimento prioritário aos pequenos agricultores.

Lançado em julho, o Plano Safra 2022/2023 conta com R$ 340,9 bilhões para financiar a produção agropecuária nacional até junho do próximo ano.

Dos R$ 340,9 bilhões, já foram contratados R$ 30 bilhões, o que corresponde a 8,8% do total. Mais de 90% dos recursos estão disponíveis para contratação por meio das diferentes instituições que operam no crédito rural, nas modalidades de custeio, comercialização e investimento.

Fonte: Imprensa Mapa