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Nos 337 estandes deste ano, os visitantes poderão experimentar queijos, salames, melado, geleias, compotas, mel, vinhos, espumantes, cachaças, pães e cucas

A 45ª Expointer recebeu neste primeiro final de semana (27/8 e 28/8) um público de 154,2 mil pessoas no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, Rio Grande do Sul. O número é considerado recorde para os dois primeiros dias de evento.

O 24ª Pavilhão da Agricultura Familiar (PAF), um dos mais visitados, é fruto da parceria entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do RS (Seapdr/ RS) e outras entidades do setor (UFF/RJ, Fetag/RS, Emater/ RS, Fetraf Sul e Via Campesina), tornou-se a principal ação comercial do ministério voltada a este público no país.

Neste ano, o pavilhão reúne 337 expositores de 166 municípios. Além do Rio Grande do Sul, estão presentes empreendimentos de Minas Gerais, Santa Catarina e Rio de Janeiro. São dez expositores a mais do que em 2019, último ano da feira antes da pandemia, quando 327 expositores participaram da feira. Os jovens comandam 95 destes empreendimentos e as mulheres estão na liderança de 66. A área de orgânicos do pavilhão tem 21 empreendimentos.

De acordo com dados da Emater/ RS, as vendas no PAF aumentaram 278% em relação ao primeiro dia do ano passado. No comparativo ao primeiro dia da feira de 2019, houve um acréscimo de 72,16%.

Os visitantes poderão experimentar produtos tradicionais da agricultura familiar como queijos, salames, melado, geleias, compotas, mel, vinhos, espumantes, cachaças e panificados como pães e cucas. O espaço contará também com quatro cozinhas que oferecerão pratos com produtos oriundos das agroindústrias familiares.

Serviço:

24ª Pavilhão da Agricultura Familiar na Expointer

Data: 27 de agosto a 4 de setembro de 2022

Horário: 8h às 20h30

Local: Parque de Exposições– Esteio (RS)

Fonte: Imprensa Mapa

Apresentar alternativas para uma agricultura mais sustentável, com aplicação de manejos e práticas que não agridam o meio ambiente e que resultem em um alimento mais saudável para quem produz e para quem consome. Este é um dos objetivos da parcela temática de Agricultura de Base Ecológica, que está sendo apresentado no Espaço da Emater/RS-Ascar, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, durante a 45ª Expointer.

No local, o enfoque tem sido o respeito aos processos naturais e holísticos, que levam em conta o cuidado, não apenas com a vida animal e vegetal, mas também do solo, da ciclagem de nutrientes, do uso da água e do controle biológico de pragas, entre outros. Com um canteiro em forma de folha, um pergolado e uma estufa em formato geodésico, os visitantes podem ver como é o sistema na prática, com a adoção de técnicas de cobertura de solo, de compostagens e de cultivos produzidos localmente, on farm.

O extensionista da Emater/RS-Ascar, Marcelo Biassusi, salienta que, em linhas gerais, a ideia é valorizar a agroecologia como uma ciência que proporciona as bases para a transição entre a agricultura convencional e os modelos sustentáveis – ecológicos, orgânicos, biodinâmicos. “Nesse sentido, a Emater/RS busca recuperar os conhecimentos dos produtores, unindo-os aos saberes científicos, criando as condições para o desenvolvimento de um manejo mais saudável”, destaca.

Um bom exemplo dessa conexão envolve, por exemplo, a cadeia trófica de microorganismos que atuam no pó de rocha, um dos insumos naturais que introduzem nutrientes no ciclo, que beneficiarão até a última etapa da cadeia alimentar (no caso, o de quem consome). “Da mesma forma, a cobertura do solo pode contribuir para a redução da disseminação de plantas espontâneas, melhorando o processo de infiltração da água da chuva, o que também é benéfico para o enraizamento e para a redução da erosão”, explica Biassusi.

Além da diversidade de microorganismos em parceria com a empresa ICB Bioagritec, a variedade de plantas também é apresentada no local. “E vale destacar que a necessidade de cada vegetal é diferente, sendo essa simbiose também trabalhada”, enfatiza o extensionista. De forma complementar, as inúmeras possibilidades de construção de canteiros e estufas, com uso dos princípios da permacultura, também podem ser observados pelos visitantes. “A ideia é copiar os desenhos que a natureza proporciona, de forma a aperfeiçoar a interatividade e o aproveitamento da luminosidade”, finaliza o técnico.

Dicas para produzir de forma ecológica

– Semear plantas de cobertura ou adubação verde em pomares;
– Cultivar plantas repelentes de insetos em hortas;
– Usar urina de vaca para controle de doenças fúngicas;
– Usar extrato de plantas como alho, pimenta e cinamomo como inseticida e repelente de insetos;
– Dar preferência ao controle biológico, em vez do químico, no controle de insetos, casos das lagartas da soja e do cartucho do milho e do ácaro do morango.

Fonte e Foto: Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar na Expointer

Novo sistema, disponibilizado pelo Mapa, irá facilitar a análise e o diagnóstico para preservar a cultura do cacau

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), lançou nesta semana o Sistema de Identificação das Pragas do Cacaueiro. A inovação vai auxiliar os produtores rurais tradicionais, agricultores familiares e empresas agrícolas, indústrias, associações e cooperativas de cacau a identificar previamente pragas que podem assolar a cadeia produtiva da cultura. 

O sistema é um marco importante de modernização de tecnologia aplicada, pois funcionará de forma digital, facilitando o encaminhamento de áudios, imagens e vídeos da plantação ou dos frutos. Com a nova tecnologia, pesquisadores da Ceplac poderão analisar as informações enviadas pelos produtores, realizar o diagnóstico mais preciso e até mesmo deslocar-se ao local para inspeção, quando necessário.

Outro benefício do sistema é que o produtor não precisará fazer o deslocamento até uma unidade da Ceplac e não haverá a necessidade de enviar amostra de materiais infectados, trazendo mais economia, agilidade ao processo e evitando, assim, a propagação de pragas em outras plantações, o que representa mais segurança para o setor cacaueiro.

Segundo o diretor da Ceplac, Waldeck Araújo Jr, o sistema irá ajudar na preservação de toda a cacauicultura brasileira. “Esse sistema irá trazer agilidade no atendimento aos problemas específicos dos produtores. O diagnóstico rápido possibilitará ações adequadas e tempestivas no sentido de erradicar e evitar a propagação de pragas e doenças na plantação de cacau”, explicou.

Sistema já está disponível no Portal de Serviços do Governo Federal. 

Cuidados para preservação

As pragas são agentes bióticos (insetos ou microorganismos) que causam danos à agricultura e são responsáveis por provocar a perda de 10% a 40% da produção agrícola. No caso do cacaueiro, as principais pragas que afetam a produção global da cultura são: podridão Parda (35%), vassoura-de-bruxa (20%), vírus – broto inchado (16%), entre outros.

A pesquisadora da Ceplac no estado da Bahia, Karina Gramacho, enfatizou a importância de ter um plano de biossegurança rígido, como o novo sistema, para manter a praga fora da propriedade rural ou realizar o manejo para evitar a proliferação e disseminação, evitando que se espalhe para outras propriedades.

A biossegurança é a prevenção e o controle de doenças. Na live de apresentação do sistema, foram apresentadas as principais vantagens da adesão a esse mecanismo de prevenção: evitar a introdução de pragas que atualmente não estão presentes no território nacional; a capacidade de conter e minimizar as pragas que já estão presentes; e a diminuição de perdas de produção, dentre outros benefícios apresentados.

A transmissão das pragas para os cacaueiros pode ser dada por meio de sapatos e roupas, veículos, ferramentas e equipamentos, insetos e a movimentação de plantas infectadas.

Doença em investigação

Desde 2019, pesquisadores da Ceplac observam que cacaueiros do Sul da Bahia estão morrendo devido à uma doença que afeta os ramos e galhos dos cacaueiros, apresentando descoloração, e evoluem podendo chegar até as raízes da planta. A doença afeta praticamente todos os países onde se cultiva o cacaueiro.

Com objetivo de proteger as plantações de cacau e orientar os produtores, a Comissão tem realizado pesquisas nas fazendas onde a patologia foi encontrada pela primeira vez. Segundo dados iniciais, os sintomas podem não ser característicos de uma doença específica, mas fazendo parte da sintomatologia de uma série de outras doenças já existentes.

Uma das características da nova enfermidade é que os sintomas só aparecem depois que a doença já está instalada na planta, e assim, ela pode estar sendo propagada dentro da propriedade sem que o produtor saiba.

Além disso, o estudo mostrou que a proliferação ocorre com maior frequência em áreas sujeitas a condições desfavoráveis à planta, que interferem no seu desenvolvimento e vigor, como em áreas submetidas a estresses hídricos e nutricionais, em solos pouco profundos e pobres em nutrientes, ou naquelas áreas carentes de sombreamento com aumento na insolação, que estão mais sujeitas à ação do vento e ao ataque de insetos.

É importante reforçar a necessidade de maior atenção e cuidados por parte do produtor com as recomendações fitossanitárias básicas e do manejo da área-foco no sentido de favorecer a recuperação de plantas debilitadas, tais como eliminação e a queima de galhos afetados, a limpeza das ferramentas, o uso de mudas de origem e certificadas pelo Ministério Agricultura, a utilização de mais de um material genético e, onde se fizer necessário, uso de meia sombra, o controle de pragas e a adubação do solo, destacam os pesquisadores da Ceplac.

O estudo também enfatizou a necessidade de manter diversas variedades de clones nas fazendas, evitando concentrar o plantio em somente uma ou duas variedades de clones. Isso porque a doença pode estar relacionada à genética da planta e, desse modo, alguns clones poderão ser mais suscetíveis que outros.

Por causa do avanço da enfermidade, os produtores de cacau devem ficar atentos ao surgimento dos sintomas dessa doença e, ao detectarem algum caso, levem imediatamente ao conhecimento da Comissão.

>> Clique aqui para acessar o questionário para melhor mapeamento e estudo da enfermidade.

Fonte: Imprensa Mapa

“Hoje é um dia feliz, já que após muita luta conseguimos o Título de Domínio. Agora a terra é nossa”, comemoraram José Pedro Guimarães e Maria Helena de Souza Santos Guimarães, que receberam o documento definitivo do lote explorado desde 1989 no assentamento Buriti/Rio Bonito, localizado no município de Bom Jesus das Selvas, no Maranhão.

Os primeiros títulos definitivos da área de reforma agrária, criada em 1989, foram entregues dia 25 de agosto. No total foram 110 documentos que transferem o domínio dos lotes para as famílias assentadas.

Irani Euzébio dos Reis e Osmar Florêncio dos Reis também receberam o título de seu lote de 45 hectares. Eles exploravam a área desde a criação do assentamento e somente agora tornaram-se os proprietários da terra, onde criaram os filhos. “Ficamos felizes com o documento, pois agora somos donos e teremos tranquilidade de explorar o que é nosso”, disse Irani dos Reis. O casal pretende ampliar a pastagem e investir na compra de mais gado, com as linhas de crédito que poderão ser acessadas com o documento.

Titula Brasil

O trabalho de titulação dos beneficiários do projeto Buriti/Rio Bonito contou com o apoio do Núcleo Municipal de Regularização Fundiária do Programa Titula Brasil, instalado a partir de acordo de cooperação firmado entre o Incra e a prefeitura.

A parceria contribuiu com a supervisão de lotes, coleta de documentos e informações repassados ao Incra para regularização e emissão dos títulos das famílias. A ação continua e, em breve, mais famílias do projeto serão tituladas.

Em Bom Jesus das Selvas, o Incra emitiu 2.286 documentos de titulação desde 2019, beneficiando agricultores de assentamentos da reforma agrária e áreas públicas federais no município. Por sua vez, no Maranhão, já foram expedidos 53.959 títulos, enquanto no Brasil, 397.386, no mesmo período.

Programa Produzir Brasil: titulação e assistência técnica

No âmbito do Programa de Consolidação de Assentamentos – Produzir Brasil, a parceria entre o Incra e a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), sob governança do Mapa, fortalece os projetos da reforma agrária com o incentivo à produção em cadeias de valor.

A iniciativa viabiliza Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) aos produtores assentados que foram titulados ou estão em processo de titulação, fomentando o desenvolvimento sustentável no campo. Três eixos de sustentabilidade são trabalhados: o eixo produtivo, o de promoção social e o agroambiental.

A execução é realizada nas seguintes etapas: definição dos beneficiários, diagnóstico e planejamento das ações, elaboração e entrega dos projetos, intervenções técnicas e avaliação dos resultados.

Na região da Amazônia Legal, as atividades estão em fase inicial de execução com a mobilização do público beneficiário. Mais de 5.500 já foram executadas nos estados contemplados.

Fonte: Ascom Incra

O foco foi nivelar a elaboração do Plano de Trabalho de Acesso ou Ampliação de Mercados, item exigido para a prestação dos serviços de Ater

Com a finalidade de orientar as empresas contratadas na execução do Programa Brasil Mais Cooperativo, a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) promoveu uma videoconferência, esclarecendo pontos do Edital de Chamada Pública de Ater nº 004/2021. O foco foi nivelar a elaboração do Plano de Trabalho de Acesso ou Ampliação de Mercados, item exigido para a prestação dos serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) aos beneficiários. A política pública visa a qualificação comercial e a geração de negócios para mais de 200 empreendimentos familiares em onze estados (AM, BA, MA, MS, MG, PB, PE, RJ, RN, RR e TO).

A reunião foi realizada pela gerência de Ater, Formação e Qualificação da Agência, em parceria com o Departamento de Cooperativismo e Acesso a Mercados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Decam/Mapa). Dez empresas contratadas participaram.

A implementação do Brasil Mais Cooperativo pretende ampliar a aquisição de alimentos fornecidos pelos empreendimentos da agricultura familiar por meio das políticas públicas do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e Programa Alimenta Brasil (PAB). Assim, tanto as prefeituras e instituições públicas devem ser assessoradas na elaboração de cardápios e editais que utilizem os alimentos da região, como também os produtores assessorados para projetos e propostas de vendas.

Para sua execução, a Anater promoveu a qualificação dos extensionistas rurais e também disponibilizou material no Sistema de Gestão de Ater da Anater (SGA). A atividade específica possui documento com o título “Orientações para Elaboração e Entrega da Meta 09 – Plano de Trabalho de Acesso ou Ampliação de Mercados do Programa Mais Cooperativo”.

Reunião realizada na última terça-fera (23) pela gerência de Ater, Formação e Qualificação da Anater

O instrutor da gerência da Anater, Luís Tividini, alertou sobre a importância de seguir o passo a passo para aprimorar as condições de posicionamento dos empreendimentos. “O documento estabelece o que minimamente as entidades devem oferecer para que o produto seja aceito. O cumprimento do item 9 no edital direciona as melhorias técnicas nos empreendimentos de forma que seja efetiva a participação nas chamadas públicas”.

O documento é elaborado para contemplar quatro eixos: a conformidade documental, os aspectos produtivos, os aspectos de logística, e os aspectos operacionais. As empresas que já haviam realizado a entrega, receberão um parecer com os pontos para ajustes.

Fonte: Ascom Anater

Objetivo é apresentar os conceitos, procedimentos, etapas das boas práticas em cada modalidade escolhida

O Serviço Florestal Brasileiro vai disponibilizar oitos cursos no Portal Saberes da Floresta. As inscrições vão até o dia 09 de setembro. Os cursos são 100% on-line e gratuitos.

O objetivo é apresentar os conceitos, procedimentos, etapas das boas práticas em cada modalidade escolhida. A carga horária varia entre 20 e 40 horas, com duração de quatro semanas. Após a conclusão, o participante recebe o certificado.

As aulas são voltadas para agentes de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), lideranças socioambientais, professores e estudantes de ensino profissionalizante e superior, empresários/trabalhadores do setor florestal, representantes de povos e comunidades tradicionais, agricultores familiares, gestores e servidores públicos.

As inscrições podem ser feitas através do site: https://saberes.florestal.gov.br/ 

Para mais informações: saberesdafloresta@agro.gov.br

Cursos disponíveis:

Manejo do Açaí;

Gestão de Empreendimentos Comunitários;

Introdução a Cooperativas e Associações;

Introdução ao manejo florestal;

Manejo florestal comunitário e familiar;

Óleos e resinas florestais;

Manejo de impacto reduzido com ênfase nas etapas e elaboração de planos de manejo;

Introdução à recomposição com ênfase nas florestas tropicais. 

Fonte: Imprensa Mapa

A Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) divulgou o resultado do último chamamento público que selecionou empresas de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) para atuarem no âmbito do Programa de Consolidação de Assentamentos – Produzir Brasil. O edital, lançado no mês de julho, irá beneficiar mil famílias de agricultores assentados, tituladas ou em processo de titulação, na região de Matopiba. Confira a lista das vencedoras aqui.

As entidades de Ater interessadas se inscreveram e foram analisadas. O processo foi efetivado em três fases eliminatórias: habilitação, classificação e seleção. No início, foi realizada a análise documental; depois a classificação das Propostas Técnicas, e por fim; foram selecionados os Planos de Trabalho das três melhores pontuadas na fase anterior.

As atividades de Ater que serão contratadas estão estabelecidas em um cronograma de dois anos e variam entre coletivas e individuais com os agricultores assentados. São 14 distribuídas nas seguintes etapas: Mobilização do Público, Diagnóstico e Planejamento, Produtos, Atendimentos e Avaliações. A Anater orienta a execução baseada no cumprimento da diretriz dos eixos Produtivo, Promoção Social e Agroambiental.

Entenda o ciclo:
Etapa 1: Momento de definição de público.
Etapa 2. Conhecimento das dificuldades locais e individuais dos beneficiários e
planejamento de ações.
Etapa 3: Elaboração e entregas de produtos com objetivos específicos, com garantia de
aplicabilidade.
Etapa 4: Intervenções técnicas para mudanças socioeconômicas, produtivas e
ambientais.
Etapa 5: Momentos de avaliação parcial (promovendo os ajustes entre os ciclos) e final
(com indicadores de resultados práticos e índices de satisfação).

No total, serão destinados R$ 5 milhões para atender os estados da Bahia, do Piauí e Tocantins. O recurso é proveniente de contrato de gestão firmado entre a Anater e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). As famílias beneficiárias pertencem à lista do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

A iniciativa pretende fortalecer os projetos da reforma agrária com o incentivo à produção em cadeias de valor, gerando desenvolvimento sustentável nos assentamentos do país.

Fonte: Ascom Anater

Projeto Dom Hélder Câmara (PDHC), desenvolvido pela Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SAF/ Mapa), e cofinanciado pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida), assinou na última semana um Termo de Execução Descentralizada (TED) com a  Embrapa Alimentos e Territórios para a implementação de ações de promoção da segurança alimentar e nutricional e de geração de renda para agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais (PCTs) do semiárido brasileiro.

O projeto beneficiará 51.476 agricultores familiares, assentados de reforma agrária, jovens estudantes de escolas rurais e escolas família agrícola, comunidades fundo de pasto, quilombolas, indígenas das etnias Xocó e Tingui-Botó, além dos PCTs, que terão seus Sistemas Agrícolas Tradicionais reconhecidos no âmbito do Prêmio Dom Helder de Sistemas Agrícolas Tradicionais do Semiárido.

As ações buscam fortalecer a capacidade de organização de agricultores familiares, PCTs, mulheres e gestão territorial do Semiárido, por meio de capacitações. Desse público, espera-se que pelo menos 50% sejam mulheres e jovens que terão suas participações estimuladas em todas as metas propostas por ações afirmativas preconizadas pelo projeto, em diálogo com as formas de organização locais, de modo a garantir o envolvimento e a inserção destes grupos em todas as ações do projeto, especialmente nas oficinas e demais ações de capacitação, intercâmbios, dentre outras.

Serão investidos R$ 2,7 milhões no prazo previsto de 12 meses.  

PDHC

O Projeto Dom Hélder Câmara é desenvolvido pelo Mapa, por meio da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo, e cofinanciado pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida). O objetivo é reduzir os níveis de pobreza e de desigualdades no semiárido brasileiro, qualificando os produtores para que desenvolvam uma produção sustentável, estimulando a replicação de boas práticas, e tem como eixo central a Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater).

A atuação do projeto se estende a 913 municípios brasileiros distribuídos em 11 Estados das regiões Nordeste e Sudeste abrangidos pela área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).

Ater no PDHC

Uma das frentes do PDHC é oferecer Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater). As contratações da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), de recursos oriundos do contrato de gestão firmado com o Mapa e parceria com o Fida, beneficiam mais de 51 mil Unidades Familiares de Produção Agrária (UFPAs). Desde o início dos trabalhos no final do ano de 2017, foram cerca de 470 mil atividades executadas. Atualmente, restam cerca de 10% para conclusão dos projetos.

De forma articulada, a Ater com as demais políticas públicas voltadas para o meio rural possibilitam incrementar e fortalecer a estruturação produtiva e as formas de convivência com os biomas do Semiárido.

O PDHC integra dimensões sociopolíticas, ambientais, culturais, econômicas, tecnológicas e também processos participativos de planejamento, gestão e controle social. Resultado: autonomia econômica, social e organizativa das famílias beneficiadas.

Fonte: Imprensa Mapa

A previsão é contemplar 3.200 famílias, em cinco estados, sendo prioridade aquelas chefiadas por mulheres agricultoras

A Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) lançou chamamento público para atender um público específico de beneficiários: as famílias de agricultores pertencentes a Comunidades Remanescentes de Quilombo (CRQs), com prioridade para aquelas chefiadas por mulheres. O edital é voltado para a área de atuação do Projeto Dom Hélder Câmara (PDHC). As empresas privadas prestadoras de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) interessadas podem se inscrever até o dia 27 de agosto.

A execução das atividades de Ater têm o objetivo de promover a segurança alimentar e o incremento de renda dos beneficiários por meio do aumento da qualidade e da quantidade de produtos e serviços. Além disso, o planejamento também visa a comercialização da produção. A previsão é contemplar 3.200 famílias, em 28 municípios dos estados de Alagoas, Bahia, Pernambuco, Maranhão, Minas Gerais e Piauí.

Para concorrer, as entidades devem ser credenciadas à Anater. O processo é composto pelas etapas de habilitação, classificação e seleção. Após a análise documental, as propostas técnicas são classificadas e por fim, selecionados os planos de trabalho mais bem pontuados.

O valor total do chamamento é de R$ 11 milhões. O recurso é composto de R$ 8 milhões oriundos do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e R$ 3 milhões do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), órgão que celebra contrato de gestão com a Anater. O Mapa é responsável por indicar os beneficiários da política pública.

O público atendido seguirá a seguinte ordem de prioridade, sendo que é preciso inclusão no CadÚnico, certificação pela Fundação Cultural Palmares e posse de Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) ou documento que a substitui:

  1. Famílias de Agricultores Familiares, chefiadas por mulheres com maior número de filhos que residam em CRQ.
  2. Famílias de Agricultores Familiares, chefiadas por mulheres que residam em CRQ.
  3. Famílias de Agricultores Familiares, que residam em CRQ.

Para a definição do cronograma de atividades coletivas e individuais, a Anater orienta o conhecimento dos aspectos culturais, valores comunitários e produtos/serviços tradicionais das CRQs. Pretende-se abordar as características quanto às formas de organização; modos tradicionais de produção, alimentação e relação com a natureza; manifestações culturais e religiosas; produtos e serviços; calendário de eventos tradicionais, entre outros aspectos que devem ser valorizados e tratados nas ações de Ater.

Serão promovidas diversas Oficinas Temáticas para encaminhamentos de ações relacionadas ao desenvolvimento econômico, produtivo, agroambiental e social das comunidades, como: Oficinas de Mulheres Quilombolas, Segurança Alimentar e Nutricional, Políticas Públicas para Comunidades Remanescentes de Quilombo, Oficinas de Jovens Rurais Quilombolas e Oficinas de Inovação Tecnológica.

A divulgação do resultado preliminar está prevista para o dia 02 de setembro.

Confira a íntegra da Chamada Pública 002/2022 e anexos, bem como a retificação do edital.

Fonte: Ascom Anater

Os participantes do Projeto Dom Hélder Câmara visitaram associações e cooperativas com experiências exitosas no setor

O Projeto Dom Hélder Câmara (PDHC) realiza neste mês (de 13 a 20 de agosto) a “Rota de Aprendizagem – Experiências Exitosas” entre técnicos, agricultores e demais agentes que atuam na cadeia produtiva da caprinocultura e ovinocultura no semiárido brasileiro (microrregiões do Cariri Oriental Paraibano, do Cariri Ocidental Paraibano, do Sertão de Moxotó, do Sertão de Pajeú, do Vale do Itaim, do Sertão do São Francisco e na Bacia do Jacuípe). 

A rota tem como objetivo promover o intercâmbio de conhecimento das experiências positivas, das boas práticas e das iniciativas de sucesso da agricultura familiar, relacionadas ao sistema produtivo e às agroindústrias de caprinos e ovinos no semiárido brasileiro.

Como resultado dessa iniciativa, a partir da análise das experiências exitosas visitadas durante a rota, será elaborado um documento orientador para implementação de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento da caprinocultura e ovinocultura na região.

Os participantes percorreram uma distância de cerca de 1.000 km, saindo de Petrolina (PE) com término em Campina Grande (PB).

O roteiro contemplou visitas técnicas na Cooperativa Agropecuária dos Produtores Rurais Integrados de Caprinos e Ovinos do Nordeste (Capricon), na Associação dos Criadores de Ovinos e Caprinos do Município de Betânia do Piauí (Ascobetânia), na Cooperativa dos Produtores e Produtoras Rurais da Chapada Vale do Rio Itaim (Coovita), no Centro de Excelência em Derivados de Carne e Leite de Caprinos e Ovinos (Cedoca), na Associação
Gestora da Usina de Beneficiamento de Lácteos (Agubel), na Cooperativa dos Capriboovinocultores do Município de Cabaceiras Ltda (Capribov) e na Cooperativa dos Curtidores e Artesãos em Couro de Ribeira de Cabaceiras (Arteza).

O projeto é desenvolvido pela Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SAF/Mapa), e cofinanciado pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida), em parceria com a Embrapa Caprinos e Ovinos.

Projeto Dom Hélder Câmara 

Projeto Dom Hélder Câmara (PDHC) busca reduzir os níveis de pobreza e de desigualdades no semiárido brasileiro, qualificando os produtores para que desenvolvam uma produção sustentável, estimulando a replicação de boas práticas, e tem como eixo central a Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater).

Fonte: Imprensa Mapa