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Como obter o Credenciamento de pessoas jurídicas para prestação de serviços de assistência técnica e extensão rural (Ater) para Anater:

É o processo de habilitação de Entidades que executam serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural – ATER. O credenciamento é norma indispensável para a contratação de serviços de ATER por meio de Chamadas Públicas ou Instrumentos Específicos de Parceria (IEP).

Toda Pessoa Jurídica, seja ela uma ONG, OSCIP, cooperativa, associação ou entidade governamental (autarquia estadual, empresa de economia mista ou outra similar) que atenda aos preceitos legais e seja constituída há pelo menos 1 (um) ano.

  1. A solicitação de credenciamento deve ser feita dentro do Sistema de Gestão de Ater da Anater (SGA). Todos os documentos deverão ser inseridos no SGA para análise e deferimento.
  2. É necessário acessar o portal da Anater (https://www.anater.org), clicar no botão “Credenciamento”.
  3. Preencher os dados para realizar seu pré-cadastro.
  4. Após o preenchimento do pré-cadastro, receberá um e-mail com os dados de acesso ao SGA (http://sga.anater.org) para concluir o pré-cadastramento e enviar a solicitação de credenciamento.
  5. Os requisitos mínimos para o credenciamento de Entidades de Ater são:
  • Estatuto social ou correspondente que mencione a prestação de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER);
  • Cartão do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ);
  • Relação de suas instalações, equipamentos e da sua capacidade técnica e operacional;
  • Currículo da entidade que descreva a experiência em Ater;
  • Certidão Negativa de Débitos – CND;
  • Atestado ou declaração fornecido pelo contratante que comprove já ter prestado serviços de Ater, mediante o mínimo de 10 (dez) declarações de pessoas físicas devendo ser pequeno e/ou médio produtor; sendo agricultor familiar deverá apresentar ainda a cópia da DAP ou, no mínimo 01 (uma) declaração de pessoa jurídica com o timbre da empresa, número do CPF do assinante, CNPJ da Empresa e reconhecimento de firma;
  • Relação do corpo técnico contendo no mínimo 03 membros:

* 02 (dois) de nível superior, sendo um das áreas de Ciências Agrárias e/ou Veterinárias e outro das áreas de Ciências Humanas e/ou Ciências Sociais, todos com diploma de graduação reconhecido pelo MEC,
* 01 (um) técnico de nível médio com certificado reconhecido pelo MEC em Ciências Agrárias;
* Todo o corpo técnico deverá apresentar os respectivos registros profissionais válidos junto aos conselhos/órgãos de classe competentes;

  • Declaração de veracidade das informações prestadas com assinatura do representante da empresa.

Observação: É importante ressaltar que os serviços devem ser atestados por beneficiários diretos, ou personalidade jurídica que os represente. Não são consideradas declarações de parceria, contratos e
outros documentos congêneres para prestação de serviços de ATER a terceiros.

6. As Entidades Privadas Executoras de Ater deverão estar constituídas há pelo menos 01 (um) ano.

7. Depois de inseridas todas as documentações necessárias, deve clicar no botão “solicitar credenciamento”.

Para mais informações ou dúvidas sobre o credenciamento, entre em contato:
E-mail: credenciamento@anater.org
Validade do Credenciamento
Válido pelo prazo de 3 (três) anos, sendo necessário sua renovação no final desse período.

Legislação

Segundo o rnaking Taste Atlas, os queijos Minas e canastra aparecem em 95º e 13º, respectivamente, entre os melhores

Enquanto a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater) abriu as inscrições para seu 15º Concurso Estadual do Queijo Minas Artesanal, nessa segunda (17/10), o site Taste Atlas, criado pela empresa indiana Citrus Bug, atualizou sua lista dos 100 melhores queijos do mundo.

De acordo com o ranking, atualizado em 26 de setembro deste ano, Minas aparece duas vezes na lista dos melhores queijos: em 95º lugar com o Queijo Minas e em 13º com o famoso queijo canastra.

Vale lembrar que o estado é famoso por sua indústria queijeira, com 10 regiões caracterizadas pela produção artesanal do laticínio: Araxá, Campo das Vertentes, Canastra, Cerrado, Diamantina, Entre Serras, Serra do Salitre, Serras da Ibitipoca, Serro e Triângulo Mineiro.

 
Queijo Minas

No Taste Atlas, o Queijo Minas é citado como sendo um produto artesanal elaborado com leite de vaca cru. Sua principal característica é a textura macia, esponjosa e úmida. “O sabor do queijo Minas é suave e levemente salgado, dependendo da maturação e da região de produção”, informa o site.

Esse tipo de queijo é normalmente indicado na preparação de sanduíches, panquecas e doces (como o Romeu e Julieta, acompanhado de goiabada). Ele também vai bem em tábua de frios, com saladas e outros vegetais cozidos.

Queijo Canastra

 
O queijo brasileiro mais bem colocado da lista, o canastra, também é fabricado com leite de vaca cru. Ele é originário da região da Serra da Canastra em Minas Gerais. “O queijo cilíndrico é semi-duro ou ligeiramente mais macio, e seu sabor é levemente ácido e picante”, descreve o Taste Atlas.

Normalmente, o queijo do tipo canastra amadurece por 21 dias, mas alguns produtores costumam deixar mais tempo, chegando a até 40 dias. Esse queijo curado apresenta sabor parecido com o grana padano da Itália, que é um “irmão” do tradicional parmesão e considerado o quinto melhor do mundo.

O site lembra que o canastra, no passado, era produzido em ocasiões especiais, como visitas da realeza e de capitães.

Veja os 10 primeiros colocados do ranking dos 100 melhores queijos do mundo, segundo o Taste Atlas:

  1. Parmigiano Reggiano, de Parma, na Itália
  2. Stracchino di Crescenza, da Lombardia, na Itália
  3. Gołka, de Voivodia da Silésia, na Polônia
  4. Burrata, de Apúlia, na Itália
  5. Grana Padano, da Lombardia, na Itália
  6. Mozzarella di Bufala Campana, de Campânia, na Itália
  7. Sirene, da Bulgária
  8. Provola, de Campânia, na Itália
  9. Queijo Serra da Estrela, de Serra da Estrela, na Itália
  10. Pecorino Sardo, de Sardenha, na Itália

Fonte: Portal Trendsbr. Foto: Agência Minas

Já estão em vigor as novas regras da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para rotulagem de embalagens de alimentos. Estabelecida pela Resolução de Diretoria Colegiada (RDC) nº 429 e Instrução Normativa nº 75, as normas visam facilitar a legibilidade das informações nutricionais e, assim, auxiliar os consumidores a fazer escolhas alimentares mais saudáveis.   

De acordo com a economista doméstica da Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), Mariana Marques Corrêa, entre as principais mudanças estão a inserção de um símbolo de lupa na rotulagem nutricional frontal para informar se o alimento possui alto teor de açúcar adicionado, gorduras saturadas e de sódio. “Esses ingredientes estão diretamente relacionados a doenças como hipertensão, diabetes e obesidade. Por isso é necessário destacar essas informações para que o consumidor possa visualizá-las com maior facilidade e ficar atento aos riscos”, ressaltou a economista doméstica. 

Outras mudanças previstas são a padronização da Tabela de Informação Nutricional que passa a ter somente o fundo branco e letras pretas para facilitar a leitura; a declaração de açúcares totais e adicionados, do valor energético e de nutrientes por 100g ou 100ml; além disso, a tabela deverá estar localizada, em geral, próxima à lista de ingredientes e em superfície contínua, não sendo aceita divisão. 

Alimentos fabricados por agricultores familiares ou empreendedores familiares rurais, empreendimento econômico solidário, microempreendedor individual, agroindústria de pequeno porte, agroindústria artesanal e alimentos produzidos de forma artesanal terão o prazo de dois anos para se adequarem às novas regras, ou seja, até 09 de outubro de 2024. Clique aqui e confira os prazos determinados pela Anvisa. 

A Agraer oferece assistência técnica gratuita às agroindústrias que atende e que precisam se adequar às novas regras. A solicitação deve ser feita pelas agências locais da Agraer nos 79 municípios de Mato Grosso do Sul ao setor de Agroindústrias e Compras Públicas do órgão. “Uma das atribuições do nosso setor é assessorar o produtor com a elaboração dos rótulos e das embalagens, incluindo as informações nutricionais. Nós já estamos elaborando os rótulos de produtos novos de acordo com a legislação em vigor e, conforme a demanda dos produtores, iremos adequar as embalagens antigas às novas regras em conformidade com o prazo estabelecido pela Anvisa”, destacou a responsável pelo setor, Denise de Miranda. 

Para obter mais informações sobre as novas regras e o auxílio da Agraer para adequação das embalagens, o produtor familiar deve estar cadastrado como agroindústria acompanhada pela Agraer. Clique aqui e confira o endereço e o telefone dos escritórios locais. 

Fonte: Portal de Notícias do Governo de MS

Banco de Alimentos de Brasília distribui, em média, 20 mil toneladas de produtos a 153 instituições sem fins lucrativos, que oferecem refeições e cestas básicas à população

Frutas, verduras e legumes com características que impedem a comercialização não precisam ir para a lata de lixo. Pelo contrário, mesmo que o produto não esteja perfeito esteticamente, ainda pode servir de fonte energética e nutricional para a população. O Banco de Alimentos de Brasília trabalha com o objetivo de intermediar a doação de itens como estes, que não são vendidos, a instituições sociais sem fins lucrativos que alimentam pessoas em situação de vulnerabilidade econômica.

São atendidas, mensalmente, mais de 42 mil pessoas por meio de 155 instituições cadastradas. Do total de contemplados, 19.991 recebem refeições diárias, fornecidas pelas entidades sem fins lucrativos. Outros 22.264 moradores têm acesso a cestas básicas que, neste caso, são entregues a 6.350 famílias.

Todos os meses, são distribuídas pelo banco, em média, 22 mil toneladas de alimentos. No ano passado, foram 1,230 milhão de toneladas. Entre janeiro e setembro deste ano, o montante chegou a 642.690 toneladas. A arrecadação ocorre por meio do Programa Desperdício Zero, de eixos de aquisição e de doações solidárias.

De acordo com a diretora do banco, Lidiane Pires, o papel da instituição é complementar às refeições oferecidas pelas entidades sem fins lucrativos. “O Banco de Alimentos de Brasília é um equipamento de segurança alimentar, que representa o abastecimento social público. É um trabalho realizado por diferentes agentes engajados em melhorar a vida da população”, explica.

A variedade de alimentos ocorre conforme a sazonalidade. Os mais comuns são abóbora, batata-doce, mandioca, cenoura, tomate, pepino, pimentão, banana, folhosos e temperos em geral.

Para participar, as entidades sociais precisam se cadastrar por um formulário, disponível no site, e anexar documentos como estatuto social da instituição e estratificação do público beneficiário. Veja aqui a lista completa de entidades participantes.

Arrecadação

O Programa Desperdício Zero mobiliza agricultores e empresários a não jogarem fora alimentos sem condições de venda, mas ainda passíveis de consumo humano. As doações incluem desde itens frescos que não foram vendidos a outros que apresentam algum “defeito” na aparência, mas ainda preservam os componentes nutritivos.

Os produtos são levados para a sede do banco, na Ceasa, pelos próprios doadores e passam por uma triagem visual, em que os nutricionistas verificam se há algo estragado ou com outros problemas. Depois, os alimentos são separados para a entrega às instituições, que buscam o alimento com caminhão próprio, em data e horário previamente agendados.

Por fim, no eixo de doações solidárias, trata-se da compra de alimentos da agricultura familiar, por meio de recursos federais e distritais, para a doação ao Banco de Alimentos. A aquisição é gerenciada pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e os produtores recebem apoio e assistência técnica pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal. O banco faz a logística de recebimento e distribuição dos alimentos.

Lidiane Pires analisa que o processo é benéfico para os produtores, que aprendem a produzir em larga escala, e para os beneficiários das entidades sociais, que recebem alimentos de qualidade gratuitamente. “Quando o alimento chega sem as condições exigidas, o agricultor é comunicado sobre o erro e recebe orientações de como melhorar a produção. É como se fosse uma escola”, diz.

“Assim, ele consegue aprender a produzir em grandes quantidades e, futuramente, poderá vender com mais lucro, para maiores distribuidores. O objetivo é que não falte alimentos nem para quem pode pagar, nem para quem não pode que, por outro lado, é beneficiado ao receber as doações de produtos de qualidade”, completa a gestora.

Por fim, há ainda o eixo de doação solidária. Ocorre quando empresas privadas, órgãos públicos federais e distritais realizam eventos e campanhas com arrecadação de alimentos diversos e doam ao Banco de Alimentos, responsável pela distribuição.

Fonte: Agência Brasília

A iniciativa objetiva a qualificação comercial e geração de negócios para empreendimentos familiares por meio do Programa Brasil Mais Cooperativo

A Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SAF/ Mapa), por meio da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), abriu chamada pública para a seleção de Entidades Executoras de Serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) no âmbito do Programa Brasil Mais Cooperativo.

O objetivo é a contratação de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) visando a qualificação comercial e geração de negócios para empreendimentos familiares, capacitação técnica e apoio na formulação de demandas das entidades executoras responsáveis por compras institucionais – Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e Programa Alimenta Brasil (PAB) –, gestores públicos e equipes de alimentação.

A iniciativa beneficiará 102 empreendimentos da agricultura familiar com DAP Jurídica ou Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF), em especial cooperativas, associações e centrais de cooperativas, além de 162 entidades executoras dentro da área de abrangência estadual. 

As empresas/entidades privadas com ou sem fins lucrativos – devidamente credenciadas junto à Anater – poderão apresentar as propostas no período de 15 de outubro a 9 de novembro de 2022, conforme o edital. A divulgação do resultado preliminar está prevista para 23 de novembro.

A proposta trata-se ainda da seleção de novos lotes em complementação à 1ª edição da chamada (lançada em 2021) e que, no momento, está em execução. O valor total desta chamada é de R$ 3 milhões, distribuídos em lotes em seis estados: Piauí, Mato Grosso, Goiás, Sergipe, Ceará e Alagoas. Os recursos financeiros deste projeto são provenientes do orçamento da Anater, oriundos do Contrato de Gestão firmado com o Mapa. 

Confira o Edital de Chamada Pública de Ater da Anater 004/2022.

Sobre o Brasil Mais Cooperativo 

O Brasil Mais Cooperativo ampliará a aquisição de alimentos da agricultura familiar, por meio das políticas públicas do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e Programa Alimenta Brasil (PAB), fornecidos por empreendimentos do setor. 

Para o alcance deste objetivo, as prefeituras e instituições públicas demandantes de gêneros alimentícios serão mobilizadas e assessoradas na elaboração de cardápios e editais de Chamadas Públicas que utilizem os produtos disponíveis na região. 

Para atender à demanda, os empreendimentos serão assessorados na elaboração de projetos e propostas de vendas e qualificação de produtos. 

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)

O produtor recebe o bônus quando o preço de seu cultivo fica abaixo do valor de referência do programa

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou, nesta segunda-feira (10), a relação dos produtos agrícolas que terão bônus de desconto do Programa de Garantia de Preços para Agricultura Familiar (PGPAF).

O produtor recebe o bônus quando o valor do seu cultivo fica inferior ao preço de referência, permitindo desconto no pagamento ou amortização das parcelas de financiamento no Pronaf.

Os alimentos com bônus de desconto nas operações e parcelas de crédito rural são: abacaxi, banana, borracha natural cultivada, cacau cultivado (amêndoa), castanha de caju, feijão caupi, laranja e mamona (baga).

O destaque de outubro é a banana que recebeu tanto o maior quanto o menor bônus concedido: de 47,02% em Pernambuco e de 0,47% no Ceará.

Na comparação com o mês de setembro, foram incluídos na lista de bonificação o feijão caupi, no Amapá; e a mamona, no Ceará. Já o açaí no Acre teve preços mais altos em setembro e, por isso, não consta na lista de bonificação deste mês. Não houve alterações quanto aos demais
produtos e localidades.

Os preços são válidos no período de 10 de outubro de 2022 a 9 de novembro de 2022, conforme a Portaria Nº 37, da Secretaria de Política Agrícola. A portaria entra em vigor no dia 10 de outubro.

Dezesseis estados integram a lista deste mês, são eles: Sergipe, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Amazonas, Pará, Roraima, Espírito Santo, Piauí, Amapá, Tocantins, Mato Grosso, Pará e Rio Grande do Sul.

Os descontos de todos os cultivos são calculados mensalmente pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e divulgados pelo Mapa. O desconto é automático, ou seja, o agricultor não precisa solicitar.

Dentre os principais responsáveis pela variação de preços, na ocorrência de elevação ou queda das safras, estão o clima e a época do ano. A concorrência de produtos de outros estados também pode contribuir para a oscilação de preços.

Outras informações podem ser solicitadas à equipe técnica pelos endereços eletrônicos: pgpaf.spa@agro.gov.br ou pronaf.spa@agro.gov.br.

>>> Ouça a matéria na Rádio Mapa
Spotify

Fonte: Mapa, com informações da Conab

O benefício é pago para agricultores familiares que residam em regiões com perda de safra, por razão de estiagem ou enchente

Foi publicada nesta quinta-feira (29), no Diário Oficial da União (DOU), a Resolução do Comitê Gestor do Garantia-Safra nº 1, que estabelece as regras
de implementação do Programa Garantia-Safra, para a safra de 2022/2023. O Garantia-Safra é uma ação do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que tem como objetivo garantir a segurança alimentar de agricultores familiares que residam em regiões (no Nordeste do Brasil e no Norte dos estados de Minas Gerais e do Espírito Santo) sistematicamente sujeitas à perda de safra, por razão de estiagem ou enchente.

Têm direito a receber o benefício os agricultores com renda mensal de até um salário-mínimo e meio, quando tiverem perdas de produção em seus municípios igual ou superior a 50%.

Conforme deliberado na 25ª Reunião Ordinária do Comitê Gestor, encerrada no dia 23 de agosto, foram definidas as contribuições da União, estados municípios e agricultores familiares, cotas por estado e reajuste de 41% do valor do benefício Garantia-Safra (GS), que passará de R$ 850 para R$ 1.200 em 2023. O benefício será pago de forma integral, em parcela única.

 As contribuições para a safra de 2022/2023 foram fixadas na forma a seguir:

I – Agricultores familiares: em R$ 24 (vinte e quatro reais);
II – Municípios: em R$ 72 (setenta e dois reais), por agricultor que aderir em sua jurisdição;
III – Estados: em R$ 144 (cento e quarenta e quatro reais), por agricultor que aderir em sua jurisdição; e
IV – União: em, no mínimo, R$ 480 (quatrocentos e oitenta reais), da previsão anual dos benefícios totais.

A reunião teve a participação de representantes de 11 estados partícipes, Governo Federal, Confederação Nacional dos Municípios (CNM), além das confederações de agricultores familiares e instituições de pesquisas.

No total, serão disponibilizadas 975 mil cotas. A Bahia é o estado com o maior número de cotas, 308.500, seguido do Ceará com 200 mil. Ressalta -se que a distribuição de cotas nos estados baseou-se na média de adesão dos agricultores, nas últimas cinco safras.

Para o ano-safra 2022/2023, a inscrição ao Garantia-Safra tem sido realizada presencialmente mediante o preenchimento do formulário de Inscrição ao Garantia-Safra (IGS). O agricultor precisa apresentar uma Declaração de Aptidão (DAP) ativa no sistema DAPWEB ou inscrição no Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF).

A inscrição ao Garantia-Safra encontra-se aberta e os agricultores familiares devem procurar as instituições parceiras nos municípios, obedecendo o seguinte calendário:

Cabe ressaltar que nos estados de Minas Gerais, Bahia (Região I) e Piauí (Região I), o prazo de inscrição foi prorrogado até 31 de outubro, conforme o Artigo 6º da resolução.

Fonte: Imprensa Mapa

As metas da agenda 2030 são desafios complexos, especialmente para países em desenvolvimento. No caso da alimentação, os indicadores mostram uma tendência negativa. Na América Latina e no Caribe, nos últimos cinco anos houve aumento de 26% da população subnutrida e de 40% na insegurança alimentar grave. As três pandemias: obesidade, desnutrição e mudanças climáticas representam uma Sindemia Global, caracterizada por fenômenos inter-relacionados cujas dinâmicas se reforçam mutuamente.

O controle das mudanças climáticas e o uso sustentável dos recursos naturais requerem concertação internacional dos chamados bens públicos internacionais para alcançar resultados. Segurança global, controle de epidemias e doenças, marcos regulatórios para o comércio de bens e serviços e fortalecimento do sistema financeiro internacional são outros desafios que se somam à missão da cooperação internacional.  

A ciência e a tecnologia integram o caminho necessário para lidar com esses desafios, mas políticas públicas que envolvam programas de transformação dos sistemas de inovação e permitam acesso às novas tecnologias são requisitos essenciais. 

Romélia Souza, gestora de projetos do IICA, conversou com o economista especialista em economia agrária Gabriel Parellada sobre o tema com base no artigo ODesafios da Agenda 2030 e a Ciência e a Tecnologia, que Parellada produziu para o IICA Brasil, disponível (em espanhol) na descrição do vídeo deste Diálogo no nosso canal no YouTube 👉 https://youtu.be/kHXL_9R8aUk  

Os Diálogos IICA Brasil são uma contribuição do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) na disseminação de informações e no debate sobre agricultura e desenvolvimento rural. Inscreva-se no canal do IICA Brasil no Youtube e fique sabendo dos próximos Diálogos!  

Sobre o IICA

Organismo internacional especializado em agricultura do Sistema Interamericano, cuja missão é estimular, promover e apoiar os esforços de seus 34 Estados membros na busca do desenvolvimento agrícola e do bem-estar rural por meio da cooperação técnica internacional de excelência.

Fonte: Imprensa IICA

Qualificação visa aprimorar os levantamentos de safras e informações agrícolas

Técnicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estiveram nos Estados Unidos nas últimas duas semanas para conhecer como são realizados os trabalhos de produção e elaboração de dados produzidos pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). Em nota, a estatal diz que a visitação faz parte do Programa de Intercâmbio Cochran Fellowship Program, promovido pelo governo norte-americano. “Tivemos a oportunidade de ver como o fechamento dos números acontece. Vimos as amostras que são utilizadas, como eles criam essas amostras, os questionários e como eles tratam esses dados”, disse o analista da Conab Lucas Fernandes.

Para o superintendente de Logística Operacional da Conab, Thomé Guth, foi uma oportunidade para observar “as principais diferenças entre a metodologia americana e a brasileira e analisar aquilo que pode ser aplicado nos sistemas de levantamento de dados, de produção de estatísticas nacionais.

Integraram a comitiva brasileira cinco analistas da Conab, além de um representante do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), e outro integrante da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul (Emater/RS).

Emater participa de qualificação nos Estados Unidos

A Emater/RS-Ascar foi a única instituição de assistência técnica e extensão rural do Brasil com representante selecionado para participar do programa mundial de intercâmbio promovido pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês).

O indicado pela Emater/RS para o curso, que terminou nesta sexta-feira, foi o gerente adjunto da Gerência de Planejamento e também gerente regional de Santa Maria, Guilherme Passamani. A qualificação visa aprimorar os levantamentos de safras e informações agrícolas, padronizar as metodologias e conhecer os sistemas de levantamento americano.

Fonte: Correio do Povo e Broadcast Agro

Curso é direcionado a produtores rurais, peritos, corretores e profissionais de instituições financeiras

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil e a Faculdade CNA lançam, na quarta (28), uma capacitação online em seguro rural para produtores, peritos, corretores e profissionais de instituições financeiras.

O lançamento do curso vai ocorrer na sede da entidade, em Brasília, com a presença do presidente da CNA, João Martins, e de representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Ministério da Economia (ME) e da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).

O objetivo da capacitação é disseminar o uso e a cultura do seguro agrícola no país, com informações que facilitem a adoção prática e os procedimentos de utilização dos instrumentos de gestão de risco em caso de problemas climáticos na produção.

Dentre os principais tópicos que serão abordados estão gestão de riscos rurais, modalidades de seguro, sinistros, vistorias e procedimentos, Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) e Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

O curso conta com 11 módulos de ensino e carga horária de 7 horas para produtores, 10 horas para corretores e instituições financeiras e 14 horas para peritos. O curso é 100% online e oferece certificado de participação e acesso liberado ao conteúdo por 60 dias.

O custo para participar é de R$ 480 para peritos e R$ 320 para corretores e instituições financeiras. O curso será gratuito para os produtores rurais, mas com necessidade de preenchimento de pré-cadastro para pleitear uma vaga.

As inscrições abrem na quarta (28) e encerram no dia 20 de outubro. Acesse www.faculdadecna.com.br ou ligue 0800 718 1078.

Fonte: Assessoria de Comunicação CNA