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A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados (CAPADR) aprovou, nesta quarta-feira (28), o Projeto de Lei Complementar 356/2017, que dispõe sobre o serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) e repasse de parte dos recursos do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) para a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater).

De autoria do deputado federal Zé Silva (Solidariedade/MG), a matéria altera a Lei Complementar nº 11, de 25 de maio de 1971, que institui o Programa de Assistência ao Trabalhador Rural. De acordo com o texto, 5% do Funrural deve ser destinado à Anater para o trabalho de estruturação da Ater no país. Com parecer favorável ao PLP, o relator na CAPADR, deputado federal Evair Melo (PP/ES), reconheceu a importância dos serviços de Ater para o pequeno produtor em prol do desenvolvimento rural do Brasil.

O presidente da Anater, Ademar Silva Júnior, celebrou o avanço da tramitação do PLP na Câmara dos Deputados e manifestou novamente o empenho da Agência. “Nós recebemos a aprovação com entusiasmo. A Ater nacional sofre com a carência de orçamento. Quando definimos um novo percentual de investimento, podemos planejar melhor e em maior quantidade as nossas ações para alcançar quem necessita. Medidas como essa são imprescindíveis”. Ele pontuou, como exemplo, a nova frente de trabalho com o Programa Produzir Brasil, lançado no final do ano passado, para atender os agricultores familiares assentados da reforma agrária.

O autor do PLP agradeceu a aprovação e destacou como o passo é fundamental para ampliar a viabilização da Ater. “A Anater foi criada com muita luta e um debate de dez anos. Hoje, temos o presidente Ademar e toda sua equipe, que precisam de recurso para coordenar a Ater pelo país. O financiamento é um grande desafio que deve ser superado e, por isso, aprovar esse projeto é um grande avanço”.

Assista ao vídeo com trecho do discurso do deputado Zé Silva

Outro parlamentar que defende a Ater brasileira, o deputado Domingos Sávio (PSDB/MG), se manifestou a favor da proposta: “Precisamos nos empenhar para, não só aprovar o projeto, como acompanhar e sensibilizar a área do governo. Porque não faz sentido termos uma agência nacional de Ater e não ter o devido financiamento. Portanto, essa iniciativa é muito louvável”.

O presidente da Anater também recordou a luta do Pacto Nacional pelo Fortalecimento da Assistência Técnica e Extensão Rural, firmado em 2017. O esforço conjunto continua para elevar a abrangência e qualidade dos serviços de Ater a ser ofertada aos agricultores familiares e suas organizações econômicas, cuja implementação será feita pelo órgão ou entidade da administração pública direta ou indireta dos Estados e do Distrito Federal responsável pelos serviços.

Tramitação PLP 356/2017

O PLP 356/2017 segue para ser apreciado na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF); depois Finanças e Tributação (CFT); e por fim, Constituição de Constituição, Justiça e de Cidadania (CCJC).

Com informações da Asbraer e assessoria do dep. Zé Silva

No início desta semana, foi iniciada a capacitação técnica da extensão rural para fortalecer a cadeia produtiva da avicultura no Tocantins. Desde segunda-feira (26), cerca de 50 técnicos do Ruraltins e de entidades parceiras reúne-se. via plataforma digital, para alinhar os conhecimentos sobre as tecnologias e também as alternativas rentáveis de produção desse setor.

O curso será ministrado pela professora Kênia Ferreira Rodrigues, da Universidade Federal do Tocantins (UFT), doutora em Zootecnia pela Universidade Federal de Lavras, Minas Gerais, e com apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), via Convênio Oportunidade de nº 839847/2016, firmado com Governo do Tocantins.

Durante a abertura, o presidente Fabiano Miranda, destacou a importância da qualificação técnica para o crescimento e fortalecimento da cadeia produtiva da avicultura no Estado. “É um setor que tem apresentado boas perspectivas de crescimento em razão da diminuição da oferta da carne bovina no mercado interno e, consequentemente, o aumento do consumo da carne branca. E, após serem capacitados, os extensionistas vão ter condições técnicas de repassar os conhecimentos adquiridos aos produtores, contribuindo assim para a melhoria da cadeia no Estado, agregando valor e gerando renda às famílias rurais”, disse.

Para o diretor de Assistência Técnica e Extensão Rural, Marco Aurélio Gonçalves Vaz, este curso é uma continuidade ao processo de capacitação técnica dos extensionistas, em cumprimento às metas do Convênio Oportunidade, “incrementando conhecimentos que irão compor o acervo técnico de nossos servidores, e assim dar suporte mais efetivo ao produtor rural nessa cadeia produtiva importante e promissora do Estado”, destacou.

Também presente, Humberto Simão, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no Tocantins, destacou a parceria constante da extensão rural. “O Ruraltins tem sido um braço forte do Mapa no Tocantins. Por meio de convênios firmados uma série de ações vem acontecendo de forma contínua, ao longo dos últimos oito anos, com recursos liberados em torno de R$ 15 milhões para a transferência de tecnologias e conhecimentos aos produtores rurais, a exemplo do Plano ABC [Agricultura de Baixa Emissão de Carbono]”, observou.

Executado em todas as regiões do Estado pelo Ruraltins, o convênio Oportunidade tem por finalidade fortalecer os serviços de assistência técnica e extensão rural, no sentido de garantir, ao agricultor familiar, melhorias na gestão da sua propriedade, favorecendo maior geração de renda e melhoria na qualidade de vida da sua família.

Avicultura

A avicultura é uma atividade dedicada à criação de aves para produção de alimentos, em especial carne e ovos, sendo bastante praticada tanto em grande escala, quanto em pequenas propriedades rurais.

No Tocantins, de acordo com o último Censo do IBGE, o rebanho é de mais de 7 milhões de cabeças, em 48.549 propriedades rurais. Já os dez maiores produtores de aves são: Palmeiras do Tocantins, Aguiarnópolis, Porto Nacional, Araguaína, Luzinópolis, Pugmil, Miracema, Paraíso do Tocantins e Cachoeirinha.

Fonte: Ruraltins

Um decreto editado nessa segunda-feira (26) pelo presidente da República deve contribuir para o aumento da participação de agricultores familiares em políticas públicas direcionadas a empreendimentos familiares rurais.

A norma altera o Decreto nº 9.064, de 31 de maio de 2017, que dispõe sobre unidades familiares de produção agrária e altera os conceitos de empreendimento familiar rural, cooperativa singular da agricultura familiar, cooperativa central da agricultura familiar e associação da agricultura familiar.

O decreto editado altera os percentuais mínimos exigidos para um empreendimento familiar rural apresentar-se como tal. Segundo o governo, o decreto dá redação mais clara a conceitos relacionados a figuras referentes à agricultura familiar. A ideia é facilitar o enquadramento das formas de organização da agricultura familiar.

As alterações têm impacto na definição dos agricultores familiares que podem ter acesso à Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Tal declaração será substituída pelo Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF), quando este estiver totalmente implementado.

‘O objetivo da alteração pretendida é ampliar a participação de agricultores familiares em programas e ações governamentais destinados a atender às formas associativas desse público-alvo, organizadas em pessoas jurídicas’, esclarece o governo.

Segundo a Secretaria-Geral da Presidência da República, o decreto de 2017 apresentava ‘imprecisões na redação original e potenciais controvérsias administrativas e jurídicas’, por não trazer conexão entre o seu texto e as normas infralegais editadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento após esse período. Normas infralegais não impõem direitos, nem trazem garantias, podendo ser editadas pelo governo federal sem passar pelo Congresso Nacional.

Confira o DECRETO Nº 10.688, DE 26 DE ABRIL DE 2021

Fonte: Agência Brasil

Cooperação entre Emdagro, Seagri e Seias garante investimentos em inseminação, palma forrageira, análise de solo e recuperação de viveiros

Um termo de cooperação técnica entre a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) e as Secretarias de Estado da Inclusão e Assistência Social (SEIAS) e da Agricultura, Desenvolvimento Agrário e da Pesca (SEAGRI), assinado na última semana, vai garantir a execução de quatro relevantes projetos para o fortalecimento de duas importantes cadeias produtivas e econômicas para o Estado: do leite e da citricultura. Com um investimento de 1 milhão e duzentos mil reais, o Governo de Sergipe retomará os projetos de Inseminação Artificial por Tempo Fixo (IATF); Incentivo ao Cultivo de Palma Forrageira; Análise de Solo; e Recuperação de Viveiros Telados, visando à produção de borbulhas de citros. Serão beneficiados 33 municípios de Sergipe.

Os projetos terão início ainda neste mês de abril e se estenderão até dezembro deste ano. De acordo com o convênio, a execução dos projetos será feita pela Emdagro, com recursos do FUNCEP (Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza), gerido pela SEIAS. “Com esses projetos, o Governo de Sergipe cumpre um papel de indutor de desenvolvimento de duas cadeias produtivas economicamente importantes para o estado, que são a citricultura e a cadeia do leite. Cada projeto terá como especificidade a alta qualidade na base da produção, tanto do leite – com o melhoramento genético de bovinos através do IATF e o cultivo de palma forrageira para alimentação animal – quanto da citricultura, através da análise solo e produção de borbulhas”, destacou o presidente da Emdagro, Jefferson Feitoza.

Para cadeia do leite

No fortalecimento da cadeia produtiva do leite, o projeto de Inseminação Artificial por Tempo Fixo (IATF) trabalhará com o melhoramento genético do rebanho, através da inseminação de 1.110 matrizes leiteiras, beneficiando 250 pequenos criadores em 22 municípios sergipanos. Serão R$ 200 mil em recursos empregados neste projeto, em quatro etapas: diagnóstico de gestação, vacinação específica, aplicação de kit vitamínico e a inseminação propriamente dita. “A ideia é constituir 150 núcleos de inseminação, onde haverá um agrupamento de vacas leiteiras nas proximidades, de propriedades em condições de manejo dos animais”, explicou o coordenador de Desenvolvimento Rural da Emdagro, Ary Osvaldo Bomfim.

O incentivo ao cultivo da palma forrageira é outro projeto de grande importância para o melhoramento genético do rebanho. Segundo o coordenador, serão investidos R$ 723 mil para a aquisição de 1.900 milheiros de raquetes de palma semente, beneficiando 940 criadores em 14 municípios do semiárido sergipano. “Este é um incentivo à produção de forrageira para suprir a reserva estratégica de alimentos para o rebanho bovino. Isso contribui para a sustentabilidade da pecuária de leite, através da palma forrageira da variedade orelha de elefante mexicano, que é mais produtiva, mais resistente à seca e à cochonilha do carmim, além do fornecimento de fertilizantes químicos”, disse Ary Osvaldo.

Para citricultura

A cadeia do citros também será contemplada pela parceria Emdagro, SEIAS e SEAGRI. Ao todo, serão investidos R$ 276 mil na execução dos Programas de Avaliação de Fertilidade do Solo (R$ 126 mil) e de Recuperação de Viveiros Telados (R$ 150 mil). No Programa de Avaliação do Solo, o objetivo é identificar a capacidade que o solo tem de prover os nutrientes para plantas, garantindo a melhoria da produtividade das culturas. O programa acontecerá em 2 mil propriedades, localizadas em 28 municípios sergipanos, sendo 14 na região citrícola e 14 no semiárido, com a realização de aproximadamente 4 mil amostras de solo.

Já o Programa de Recuperação de Viveiros Telados tem o foco na produção da borbulha de citros – tecnologia que utiliza pequenos brotos retirados de galhos de frutas cítricas isentas de doenças para produzir mudas de alta qualidade. O Governo do Estado vai disponibilizar 500 mil borbulhas para viveiristas, para a produção de mudas e posterior distribuição aos citricultores dos 14 municípios que compõem a região citrícola. “Essas borbulhas serão produzidas em dois viveiros telados instalados no Centro de Treinamento da Emdagro, em Boquim. São provenientes de materiais selecionados e produzidos em ambiente protegido, com o melhor vigor genético e isentos de pragas e doenças, proporcionando maior produtividade”, completou o coordenador de Desenvolvimento Rural da Emdagro, Ary Osvaldo Bomfim.

Fonte: Emdagro-SE

O documento define prioridades e campos tecnológicos levando em conta a integração de importantes áreas, como a conectividade e a agricultura e pecuária de precisão

As estratégias digitais e ações para Incentivar soluções tecnológicas e acesso à internet no campo estão disponíveis no Plano de Ação para o período 2021-2024, publicado no site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

O documento foi aprovado no começo do mês de abril pela Câmara do Agro 4.0, coordenada pelo Mapa e o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações (MCTIC), em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

O diretor de Apoio à Inovação para Agropecuária, Cleber Soares, explica que há grande expectativa do setor agropecuário em relação à transformação digital.  “O plano norteia as prioridades em termos de políticas públicas para esse grande eixo estratégico que é a agricultura digital”.

O documento define prioridades e campos tecnológicos levando em conta a integração de importantes áreas como a conectividade, a agricultura e pecuária de precisão, os avanços em inteligência artificial, machine learning, mineração de dados, realidade aumentada, cloud computing, big data, internet das coisas, computação holográfica e outras tecnologias.

“A agenda Agro 4.0 levará ao campo conectividade, informação qualificada, tecnologia e inovação, elementos essenciais para manter o Brasil como protagonista no Agro global”, diz o coordenador-geral de Inovação Aberta, Daniel Trento.

A importância do tema engloba ainda novos modelos de negócio, entendendo o contexto de inovações crescentes para gerar emprego e renda tanto para as empresas como para os produtores rurais.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)

Com cerca de 70% do território classificado como área rural, o Distrito Federal tem aumentado cada vez mais sua capacidade de produção e mostrado que tem vocação agrícola. São 156,8 mil hectares que produzem grãos, hortaliças e frutas. No cerrado, também tem criação de búfalos, cabras, peixes e animais exóticos. Neste aniversário de 61 anos de Brasília, a Emater-DF publica um infográfico com a produção agropecuária de cada região onde a empresa atua.

Com 15 escritórios espalhados pelas áreas rurais do DF, a Emater presta serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural a pouco mais de 13 mil produtores na capital. Esse acompanhamento aos produtores rurais, em especial aos pequenos, são uma das razões para o desenvolvimento da agropecuária na capital.

Distante 50 km do centro da capital do país, Brazlândia é o polo produtor de morango e goiaba. Ceilândia, uma das maiores regiões administrativas de Brasília e com grande diversidade de pessoas de várias partes do Brasil, também tem variedade quando o assunto é produção. Além de hortaliças diversas, é lá que está uma das maiores criadoras de búfalos da capital. Também tem produtores de faisões e agroindústria de comidas japonesas.

O Gama, que também concentra parte de produtores do Recanto das Emas e Santa Maria, é hoje o maior produtor de alface na região. O forte são hortaliças folhosas, mas também tem bovinocultura de corte e leite, avicultura caipira e industrial, piscicultura, fruticultura e grandes culturas, como milho, soja e feijão.

“A maior parte da nossa área rural é composta de pequenas propriedades, muitas delas caracterizadas por utilizar mão de obra familiar”, ressalta o gerente do escritório da empresa no Gama, Kleiton Rodrigues Aquiles.

No PAD-DF, o cultivo fica concentrado na soja, milho, feijão, trigo e leite. No Jardim, a região se divide entre áreas muito grandes de produção com pequenas glebas de produtores familiares, o que promove diversidade de produtos agrícolas. No Paranoá, cerca de 70 produtores têm certificação orgânica.

O núcleo rural do Pipiripau, que fica em Planaltina, foi pioneiro no cultivo de hortaliças em estufa. “Os produtores são muito conscientes no uso dos recursos naturais, principalmente devido à escassez de água e ao Projeto Produtor de Água da Bacia do Pipiripau”, afirma o gerente local, Geraldo Magela.

Em Tabatinga, o núcleo rural é composto por três fazendas originárias: Boa Vista, Várzeas e Barra Alta. “Essas fazendas foram as primeiras a serem regularizadas. Uma peculiaridade da região é a alta demanda por regularização e crédito rural”, conta o gerente da Emater na região, Alessandro da Silva.

Todo o trabalho de assistência técnica e extensão rural desenvolvido pela Emater-DF junto ao produtor leva benefícios ao campo. Nos últimos anos, a empresa tem se empenhado em criar alternativas para atender cada vez mais os assentamentos, fazer a inclusão das mulheres no processo produtivo e criar possibilidades de intercâmbios técnicos, com troca de experiências e aprendizado.

Confira a diversidade da produção na capital nas áreas de atuação da Emater:

Fonte: Emater-DF

A nova política ABC+ tem objetivo de ampliar a adoção de práticas e tecnologias sustentáveis na agropecuária brasileira para melhoria da renda do produtor e enfrentamento das mudanças climáticas

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançou nesta terça-feira (20) as bases conceituais do Plano Setorial de Adaptação e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária, chamado ABC+, com vigência até 2030. O objetivo é avançar nas soluções tecnológicas sustentáveis para a produção no campo e a melhoria da renda do produtor rural, com foco no enfrentamento da agropecuária às mudanças do clima.

>> Veja aqui a apresentação sobre o ABC+

O evento virtual teve a presença da ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e do ministro Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia e Inovação).

O ABC+ é a atualização do Plano ABC, executado de 2010 a 2020, que se tornou referência mundial de política pública para o setor agropecuário.

A ministra Tereza Cristina ressaltou que os produtores rurais brasileiros já identificaram que a produção aliada com a conservação é viável e rentável. A cada R$ 1 investido pelo ABC, o produtor investiu R$ 7 em recursos próprios.

“Estamos lançando hoje as bases para que, como potência agroambiental, sigamos aliando segurança alimentar e nutricional à conservação ambiental. É necessário, no entanto, que essa dupla contribuição seja reconhecida pelos nossos parceiros internacionais, com o fim do protecionismo no comércio agrícola e a implementação de mecanismos que recompensem nossos produtores pelos serviços ambientais que prestamos ao mundo”, destacou a ministra Tereza Cristina, acrescentando que o Brasil é responsável por apenas 3% das emissões de gases de efeito estufa no mundo.

Lançamento do ABC+

Sobre a agricultura familiar, a ministra completou: “Temos o desafio de disseminar as práticas produtivas do ABC+ aos pequenos produtores rurais e agricultores familiares, levando sustentabilidade aos quatro cantos do nosso Brasil. Lançamos as bases para que, como potência agroambiental, sigamos aliando segurança alimentar e nutricional à conservação ambiental”.

Após os resultados bem-sucedidos da última década, o ABC+ reestrutura os conceitos e estratégias, mantendo o compromisso com a sustentabilidade na produção de alimentos, fibras e energia, promovendo resiliência e aumentando a produtividade e renda dos sistemas agropecuários de produção, permitindo ainda redução de emissões de gases de efeito estufa.

Foi elaborado após ampla consulta a técnicos, pesquisadores, consultores e outros parceiros. O trabalho foi iniciado em julho de 2020 sob a liderança da Coordenação-Geral de Mudanças do Clima (CGMC) do Departamento de Produção Sustentável (Depros) do Mapa.

O diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro, Pedro Alves Neto, disse que o ABC+ é a certeza de que o Brasil tem uma política pública que não é só momentânea. “O ABC+ mostra uma tendência segura de que o Brasil é uma potência agrícola e ambiental. Essa importante e fundamental entrega vai fazer com que nosso produtor rural se aproprie do seu espaço nos segmentos competitivos com a imagem que ele merece ter: de produção sustentável e segura de alimentos”, disse.

O presidente da Embrapa, Celso Moretti, destacou que, com as tecnologias do ABC, o país desenvolveu a carne carbono neutro e já estão em andamento protocolos para a produção de bezerro carbono neutro, couro carbono neutro e leite baixo carbono. “Uma das ações do plano diretor da Embrapa é ampliar, até 2025, em 10 milhões de hectares as áreas com Integração-Lavoura-Pecuária-Floresta no país”, ressaltou.

O representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil, Rafael Zavala, fez um convite oficial para que o Brasil lidere a discussão sobre o a produção agropecuária neutra em carbono e adaptação às mudanças climáticas. O convite foi feito em nome do diretor regional da FAO na América Latina, Julio Berdegué, e foi prontamente aceito pela ministra Tereza Cristina.

“Nos alegra muito pelo Brasil, como um país membro da FAO, comprometido com a redução da emissão de carbono na agropecuária, buscando superar suas metas e compromissos para que o país alcance efetivamente uma agricultura sustentável e resiliente”, disse Zavala.

Para o secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Mapa, Fernando Camargo, a nova fase reforça que o Brasil produz alimentos baseado em ciência, tecnologia e inovação. “O Brasil produz cada vez mais com sustentabilidade”.

Participaram do evento o secretário-executivo do Mapa, Marcos Montes, e o secretário adjunto substituto de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação, Cleber Soares.

Conceitos modernos

Entre os conceitos adotados no ABC+, está o da Abordagem Integrada da Paisagem (AIP), que prevê a gestão integrada da propriedade rural. A AIP estimula o uso eficiente de áreas com aptidão para produção agropecuária, o estímulo à regularização ambiental e preservação estabelecida pelo Código Florestal.

Nas áreas de uso agrícola, o ABC+ tem objetivo de promover a recuperação e conservação da qualidade do solo, da água e da biodiversidade, valorizando as especificidades locais e culturas regionais, expandindo o conjunto de iniciativas do Mapa para a promoção da produção agropecuária sustentável.

“Estamos pensando em ações customizadas para os seis biomas brasileiros”, explica a coordenadora-geral de Mudanças do Clima do Mapa, Fabiana Villa Alves.

A segunda base conceitual consiste na combinação de ações de adaptação e mitigação para fortalecer a resiliência da produção e garantir a eficiência produtiva e a rentabilidade em áreas mais impactadas pela mudança do clima.

Dentre as estratégias, são consideradas a adoção e manutenção de práticas conservacionistas, manutenção de sistemas em integração, melhoramento genético e aumento da diversidade biológica das variáveis cultivadas, gestão integrada do risco, de previsão climática e zoneamento territorial e de alerta prévio, de análise do desempenho socioeconômico e ambiental e assistência técnica.

“O Brasil está preparado para a próxima década em oferecer sistemas produtivos sustentáveis, resilientes e rentáveis”, destaca.

Estratégias

O ABC+ terá uma forte estrutura de governança que permitirá a participação de diferentes atores, estimulando o reporte constante dos dados de execução. A governança está dividida em três instâncias: aporte de informações de execução (SINABC), monitoramento e avaliação dos resultados (CENABC) e acompanhamento das ações e ajustes constantes (CTABC).

A política prevê ainda apoiar os gestores públicos na formulação de planos de ação estaduais, alinhados às características, capacidade técnica e perfil produtivo de cada região. Também fomentar junto às organizações da sociedade civil, instituições financeiras e de pesquisa, ações conjuntas, buscando maior produtividade, renda e resiliência, além de menor emissão de gases de efeito estufa, no setor agropecuário.

O ABC+ contará  com estratégias de transferência, assistência técnica, capacitação. “Com essas ferramentas, o Mapa busca fortalecer também as ações de transferência e difusão de tecnologias, capacitação e assistência técnica e gerencial. Os resultados da última década demonstram claramente que, quando o produtor recebe os incentivos financeiros e técnicos corretos, ele adota as tecnologias”, ressaltou Fabiana Villa Alves.

Em dez anos, as práticas agrícolas com baixa emissão de carbono passaram a ser adotadas em 52 milhões de hectares no país, o que corresponde a 1,5 vezes o tamanho da Alemanha. 

Grupos Gestores Estaduais

Nesta nova fase, haverá o reforço do diálogo com os estados, considerados fundamentais para a adoção e manutenção das tecnologias e sistemas preconizados pelo ABC+. A ideia é apoiar a criação de grupos gestores estaduais para que formulem planos de ação condizentes com as características técnicas, ambientais e operacionais de cada região.

Consulta pública

Em julho, será realizada uma consulta pública, quando a sociedade civil poderá contribuir para as metas a serem atingidas pelo ABC+ até 2030.

Com metas e ações bem definidas, o ABC+ estabelecerá estratégias novas e revigoradas em todo o território brasileiro. Com objetivo de alavancar a inovação tecnológica de base científica para produção de alimentos com sustentabilidade, o ABC+ visa fortalecer a transformação territorial positiva, da qual o Brasil é líder, priorizando o bom uso dos recursos naturais.

“O grande desafio é agir como um instrumento indutor local de sustentabilidade, expandindo o conjunto de iniciativas do Mapa para a promoção de uma produção agropecuária nacional mais adaptada e resiliente”, finaliza a diretora do Departamento de Produção Sustentável e Irrigação (Depros), Mariane Crespolini dos Santos.

Ouça a matéria na Rádio Mapa

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)

A Embrapa se alia e apoia a Emater de Minas Gerais e o Conselho Nacional do Café-CNC, na campanha que visa fortalecer a conscientização dos trabalhadores da cafeicultura durante pandemia da Covid-19. Na estratégia de divulgação constam uma cartilha e dois vídeos instrutivos que de forma fácil e direta mostram como os agricultores podem manter os cuidados, durante as atividades do sistema produtivo das lavouras.

A iniciativa é da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (EmaterMG), vinculada à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, com apoio do CNC. As instruções foram preparadas com muito cuidado e é importante que os cafeicultores fiquem atentos. Qualquer pessoa pode acessar a cartilha no formato digital, a qual abrange os cuidados contra a Covid-19 específicos à colheita do café. O conteúdo está disponível e pode ser baixado no site da Emater-MG e também nas plataformas da Embrapa. Para facilitar e reforçar a campanha foram criados dois vídeos, com informações emanadas do Ministério da Saúde e da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais.

As recomendações vão desde a higiene pessoal e dos materiais utilizados, até normas de transporte das pessoas para as lavouras. A ideia central é de fortalecer a conscientização sobre os padrões sanitários adequados para segurança dos cafeicultores e trabalhadores rurais, durante as safras, quando há considerável aumento da movimentação de pessoas nas áreas rurais, inclusive oriundas de outras regiões do País. Para ler a cartilha e assistir aos dois vídeos basta acessar o link aqui.

Fonte: Embrapa e Emater-MG

“Presente nos 139 municípios tocantinenses, o Ruraltins valoriza os produtores rurais, pois são eles os protagonistas da nossa história” , Fabiano Miranda

O Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins) celebra 32 anos de criação, nessa quarta-feira, 21 de abril. E neste momento atípico, quando o mundo inteiro sofre as consequências sociais e econômicas do novo coronavírus, além da assistência técnica e extensão rural, sua missão, o órgão leva também solidariedade e esperança a milhares de famílias rurais que, de uma hora para outra, tiveram suas rendas afetadas pela covid-19.

Uma grande ação de inclusão social e produtiva que impacta positivamente o meio rural e a população urbana é a execução, de norte a sul do Estado, do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) – Compra Direta Local com Doação Simultânea. A iniciativa oferece ao agricultor um meio de vender seus produtos diretamente ao órgão, sem a figura do atravessador, garantindo renda extra e mais dinheiro no bolso do produtor.

Os técnicos do Ruraltins propagam novas tecnologias e as boas práticas produtivas

O órgão informa que no último ano, 544 agricultores familiares de 76 municípios tocantinenses venderam seus produtos ao PAA. Em todas as regiões do Estado, 267 entidades socioassistenciais, cadastradas no PAA, foram beneficiadas com as doações de mais de 446 toneladas de alimentos, adquiridos pelo Ruraltins, injetando na economia local recursos na ordem de R$ 2,4 milhões, captados do Ministério da Cidadania.  As ações do PAA não param. No próximo mês de junho, uma nova etapa se inicia com recursos assegurados no valor de R$ 3,5 milhões para a aquisição dos produtos.

Outra ação, encarregada pelo Governo do Tocantins em apoio à Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (Setas), é a força-tarefa para distribuir cestas básicas aos agricultores e comunidades quilombolas em todas as regiões do estado. A ação já atendeu 38.000 famílias, garantindo a segurança alimentar das famílias rurais impactadas pela pandemia.

Em campo

Paralelamente a esse processo inclusivo, contando com parcerias de instituições de ensino superior e tecnológico, como também de empresas públicas e da iniciativa privada, o órgão trabalha estrategicamente para fortalecer e elevar a produtividade no campo nas mais diversas áreas.

Um dos destaques desse planejamento pode ser verificado, em Palmas, no Centro Agrotecnológico do Tocantins (Agrotins), onde unidades demonstrativas voltadas ao cultivo de arroz, café, feijão, maracujá, mandioca, piscicultura, capim, dentre outras atividades, vêm sendo implantadas para que sirvam de modelo aos produtores rurais. O objetivo do órgão com essa dinâmica é viabilizar e otimizar o processo produtivo nas propriedades, em todas as regiões do estado, com a doação de sementes e mudas já certificadas pela pesquisa e extensão rural.

O Mutirão do Agrocrédito, que visa atender as demandas dos agricultores na elaboração de projetos para acesso ao crédito rural, é uma das importantes ferramentas do órgão para que os agricultores familiares e comunidades tradicionais indígenas e quilombolas possam investir nas suas atividades agrícolas.

Conforme o presidente do Ruraltins, Fabiano Miranda, os extensionistas recebem ainda treinamentos e capacitações para multiplicar as tecnologias desenvolvidas, na certeza de colher bons resultados no campo. Resultados já renderam a seis extensionistas do Ruraltins o reconhecimento do Prêmio Embrapa ABC Corte (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono) voltado para a pecuária de corte. Além disso, a execução do Plano ABC tornou o Tocantins referência nacional na implantação da política de sustentabilidade.

“Presente nos 139 municípios tocantinenses, por meio dos escritórios locais, o Ruraltins valoriza os produtores rurais, pois são eles os protagonistas da nossa história. Com apoio constante do Governo do Estado buscamos atender as necessidades de milhares de famílias rurais com políticas públicas e tecnologias adequadas, dando a elas condições de crescimento tanto na escala social quanto na econômica”, frisa.

O objetivo do órgão é viabilizar e otimizar o processo produtivo nas propriedades

2021

Para este ano uma série de ações planejadas vão fortalecer o produtor rural e a prestação de serviços do Ruraltins, a exemplo de convênios firmados com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) que prevê a aquisição de equipamentos para estruturar o laboratório de piscicultura da Embrapa Pesca e Aquicultura, que passará a ser referência nacional em mapeamento genético das espécies comerciais amazônicas e também a implantação de um viveiro de mudas na Agrotins  por meio do projeto Restaura – TO.

Com articulação da bancada federal tocantinense está previsto a liberação de recursos para aquisição de tratores que serão repassados às prefeituras. Além do início do programa Ater Digital, que aplicará verbas na compra de equipamentos para dinamizar a estrutura tecnológica do Ruraltins, e a promoção de capacitações dos extensionistas para utilização dos recursos móveis de Tecnologia da Informação, dando maior eficiência e celeridade aos serviços de assistência técnica e extensão rural no Tocantins. 

Extensão rural no Tocantins 

O Ruraltins conta atualmente com mais de 600 profissionais que orientam os pequenos, médios e grandes produtores rurais, propagando novas tecnologias e boas práticas, no sentido de entregar à sociedade alimentos de qualidade.  

Segundo dados do IBGE o Tocantins conta com 63.808 estabelecimentos rurais, ocupando uma área de 15.180 milhões de hectares, onde vivem 204 mil pessoas.

“Parabenizo o esforço de todos os profissionais, corpo técnico e administrativo, que fazem com que o Ruraltins, ao longo desses 32 anos, seja fundamental para o desenvolvimento e transformação do Tocantins”, finaliza Fabiano Miranda. 

Fonte: Ruraltins

Nesta semana, a realização do Fórum Brasil irá abordar o uso de tecnologias digitais na prestação de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) e a comercialização online de produtos da agricultura familiar. O evento é organizado pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), com a contribuição do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) e da Rede Latino Americana de Serviços de Extensão Rural (Relaser).

O debate possui três objetivos principais: compartilhar as oportunidades, desafios e experiências de ações de Ater digital no âmbito das propriedades e cadeias produtivas; mostrar como os canais digitais podem ser ferramenta de promoção e comercialização de produtos e serviços da agricultura familiar; e fortalecer o trabalho conjunto das instituições envolvidas.

Há muito anos, diversas áreas buscam novas estratégias para ampliar a oferta dos serviços de Ater aos produtores rurais e micro e pequenas empresas. Nos últimos meses, a busca se intensificou devido às dificuldades do atendimento presencial pelos extensionistas nas propriedades agrícolas, diante da pandemia de Covid-19.  Além disso, os pequenos produtores enfrentaram mais obstáculos para comercializar seus produtos, já que a venda direta, em feiras livres por exemplo, foi limitada.

No contexto atual, o uso de ferramentas digitais para conectar técnicos e agricultores, bem como para promover a comercialização de produtos, tem se expandido. Mesmo sem planejamento e treinamento adequados, proporcionam experiências valiosas que devem ser resgatadas e compartilhadas.

Assim, as empresas de Ater, públicas ou privadas, investem em ferramentas digitais, como aplicativos móveis, conferências virtuais, vídeos curtos, mensagens SMS, educação à distância, entre outras, para manter contato com seu público. As iniciativas promovidas pelos próprios extensionistas, especialmente pelas redes sociais, têm desempenhado papel muito importante e trazido retorno.

Programação:

Terça-feira (20/04), 10h às 12h:  Apresentação de experiências regionais Ater

Quinta-feira (22/04), 10h Às 12h:  Apresentação de experiências regionais de comercialização on line para produtos da agricultura familiar

Palestras

Nesta terça-feira (20), a partir das 10h, ocorrerá a apresentação de quatro experiências regionais de Ater digital, com mediação do diretor de Desenvolvimento Comunitário da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa, Pedro Arraes.

A primeira palestra, sobre a digitalização da Assistência Técnica e Extensão Rural no Brasil, será conduzida pelo professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Antônio Márcio Buainain.

Na sequência, a coordenadora regional do Projeto + Algodão, da FAO, Adriana Gregolin, apresentará ações executadas pela iniciativa para promover a cadeia produtiva do algodão na agricultura familiar.

Experiências da Nova Zelândia na área tecnológica serão detalhadas pelo gerente técnico e operacional da Quality Consultants of New Zeland (QCONZ) na América Latina, Leonardo Araújo.

A diretora-presidente da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), Edilene Steinwandter, abordará a utilização de aplicativos e WhatsApp empresarial para a realização de pesquisa, extensão e assistência técnica.

O segundo dia do Fórum Brasil, quinta-feira (22), será mediado pelo secretário Fernando Schwanke. A partir das 10h, serão apresentadas sete experiências exitosas de comércio eletrônico, além de lições aprendidas e dicas de desenvolvimento.

Representante do IICA no equador e coordenador de assuntos especiais para a Região Andina, Marco Zapata, abrirá a sequência de palestras apresentando a Hackatón Ecuador, uma plataforma desenvolvida por jovens equatorianos para promover a comercialização de produtos da agricultura familiar.

O Oficial de Comércio e Sistemas Agroalimentares da FAO Mesoamérica, Pablo Rabczuk, falará, em seguida, sobre a realização de rodadas de negócios na Mesoamérica e como essa ação pode criar oportunidades para os pequenos produtores.

A experiência de e-commerce na China e o histórico do desenvolvimento de mercados digitais de comercialização de produtos agrícolas no país serão apresentados pelo Conselheiro Sênior de Relações Públicas do Grupo Alibaba, Wei Liu.

A programação contará com palestra do assessor técnico da cooperativa Central do Cerrado para comercialização, gestão de projetos e acesso a políticas públicas, Alexandre Lage. Na oportunidade, o assessor compartilhará seu conhecimento sobre iniciativa privada no e-commerce.

Para finalizar a programação do Fórum Brasil, a palestra “Experiência prática de comercialização – Do saco amarrada ao código de barras” será apresentada pelo técnico da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR/BA), Egnaldo Xavier, o diretor-presidente da Central de Comercialização das Cooperativas da Caatinga, Adilson do Santos, e a presidente da Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá (Coopercuc), Denise Cardoso.

O evento será transmitido nas seguintes plataformas:

Twitter da FAO

Facebook da Relaser

Fonte: Ascom Anater, com informações do Mapa