noticia_secundaria_sem_destaque (Page 29)

A criação da Associação de Mulheres Rurais de Chopinzinho, oficializada em 1987, foi um marco para a agricultura familiar do Sudoeste do Paraná. Na época com 62 participantes, a entidade já buscava maior reconhecimento e valorização da mulher rural. Hoje, com 182 associadas, a entidade colhe os resultados de anos de esforço e organização. Nos últimos anos, elas conseguiram ampliar seu espaço e estrutura para trabalhar e agora desejam aumentar a comercialização dos produtos.

Quem conta essa história é Evanir Acorsi, presidente da entidade. “No início, tínhamos dificuldades até com os próprios esposos, porque há 34 anos não se aceitava uma associação só de mulheres”, diz. Também havia dificuldades financeiras, contornadas com a organização de rifas, jantares e feiras de cucas e pastéis. Sem os equipamentos necessários, a cozinha na sede era pequena até para realizar os cursos de capacitação.

Hoje, a Associação tem espaço próprio para suas atividades, como a Feira de Produtos Coloniais, que acontece semanalmente. “Essa feira era feita na calçada. Com o passar do tempo, improvisamos um espaço melhor e já temos nosso próprio local, cada uma com seu box”, diz a presidente. A renda de 41 associadas também vem do fornecimento de produtos para a merenda, pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). “O desafio agora é aumentar cada vez mais a Associação, trazer inovação, aumentar a produção e a qualidade dos produtos a serem entregues”, completa.

Parte das ações para fortalecimento desse grupo veio com a ajuda do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento e do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná Iapar-Emater (IDR-Paraná). Segundo a presidente, os recursos de programas como o Coopera Paraná, de R$ 419 mil, foram de extrema importância para o desenvolvimento dos trabalhos e melhorias na sede.

“Crescemos muito. A entidade não tinha ajuda de nenhum órgão e tudo ficava só no sonho. Quando começaram a vir esses projetos, os sonhos foram realizados”.

Nesta sexta-feira (02), a entidade recebeu a visita do secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, e da chefe do núcleo regional da Seab em Pato Branco, Leunira Tesser.

Estrutura 

Com os recursos do Estado, a Associação foi equipada com uma cozinha industrial no valor de R$ 135,2 mil. Nesse espaço, é realizada uma feira de cuca, que ajuda com as despesas. São vendidas até 360 cucas por dia, todas produzidas pela diretoria da entidade. “Com a cozinha nova, conseguimos nos organizar melhor e trabalhar com mais facilidade. Agora estamos esperando um novo projeto para fazer ampliação da casa, porque já está ficando pequena”, completa a presidente.

A extensionista rural do IDR-Paraná, Márcia de Andrade, explica que os equipamentos colaboraram para profissionalizar os trabalhos de panificação, geleias, compotas, e o armazenamento dos produtos da merenda. “Tínhamos produtores que produziam pão para merenda em fornos pequenos. Agora, conseguiram fornos maiores, amassadeira, cilindro, tudo para ter a proporção de produtos que precisam, economizando tempo e dinheiro”, diz.

Desenvolvimento

A agropecuária de Chopinzinho, com Valor Bruto da Produção (VBP) de aproximadamente R$ 568 milhões, é formada principalmente por pequenas propriedades produtoras de grãos, frango de corte, leite – sendo um dos principais produtores do Sudoeste – e com uma forte agroindústria. O apoio via programas estaduais tem sido fundamental para o desenvolvimento da economia da região.

No caso da Associação de Mulheres Rurais de Chopinzinho, agora os novos desafios são a ampliação da comercialização, a busca por maior valor agregado – aproveitando o recente aumento da procura por produtos artesanais -, e a atração de jovens para o trabalho no campo e no atendimento ao público nas feiras.

As produtoras já estão se organizando com projetos para fornecer alimentos para merenda escolar para mais cidades vizinhas.

Esses novos projetos também contam com a parceria do governo estadual. “A comercialização tem sido ampliada pelos mercados institucionais. E nós oferecemos apoio na parte burocrática dos projetos de merenda e também junto aos programas estaduais, como no caso do Coopera Paraná”, completa a extensionista do IDR-Paraná.

Fonte: Seab

No total, foram disponibilizados R$ 251,2 bilhões para apoiar a produção agropecuária nacional, com destaque para financiamento de técnicas sustentáveis, investimentos e agricultura familiar

Entrou em vigor no dia 1º de julho o Plano Safra 2021/2022, com destaque para o financiamento de técnicas sustentáveis, aliando a produção agropecuária com a preservação ambiental.

No total, foram disponibilizados R$ 251,2 bilhões para apoiar a produção agropecuária nacional, o que representa uma alta de 6,3% (mais R$ 14,9 bilhões) em relação à safra anterior.

Os financiamentos da atual safra poderão ser contratados pelos agricultores de 1º de julho deste ano a 30 de junho de 2022. As informações do Plano Safra 2021/2022 estão consolidadas no Manual de Crédito Rural, no Banco Central.

Um total de 12 instituições vão operar com recursos equalizáveis no atual Plano Safra. Além de Banco do Brasil, BNDES, Bancoob, Sicredi, Cresol, BRDE e Banrisul, que já operavam com esses recursos, outros cinco bancos entraram na lista: Caixa Econômica Federal, Bradesco, Banco do Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Credicoamo e CNH.

O Tesouro Nacional destinou R$ 13 bilhões para a equalização de juros. A portaria que autoriza o pagamento de equalização de taxas de juros em financiamentos rurais concedidos no Plano Safra 2021/2022 foi publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União

CONFIRA O SITE COM AS INFORMAÇÕES COMPLETAS SOBRE O PLANO SAFRA

O recurso foi anunciado durante cerimônia no Palácio do Planalto, no último dia 22 (terça-feira), com a presença do presidente Jair Bolsonaro e da ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), e contribuirá para garantir a continuidade da produção no campo e o abastecimento de alimentos no país e atender as exportações.

Do total, R$ 177,78 bilhões serão destinados ao custeio, industrialização e comercialização e R$ 73,4 bilhões serão para investimentos. Os recursos destinados a investimentos tiveram aumento de 29%. 

Sustentabilidade 

O Programa para Redução de Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura (Programa ABC), que é a principal linha para financiamento de técnicas sustentáveis, teve uma ampliação de 101% em relação aos recursos disponibilizados no Plano Safra anterior. A linha terá R$ 5,05 bilhões em recursos com taxa de juros de 5,5% e 7% ao ano, carência de até oito anos e prazo máximo de pagamento de 12 anos. 

O Plano Safra 21/22 também prevê o financiamento para aquisição e construção de instalações para a implantação ou ampliação de unidades de produção de bioinsumos e biofertilizantes na propriedade rural, para uso próprio. Também serão financiados projetos de implantação, melhoramento e manutenção de sistemas para a geração de energia renovável. O limite de crédito coletivo para projetos de geração de energia elétrica a partir de biogás e biometano será de até R$ 20 milhões. 

O Proirriga, programa destinado ao financiamento da agricultura irrigada, terá R$ 1,35 bilhão, com juros de 7,5% ao ano. Já o Inovagro, voltado para o financiamento de inovações tecnológicas nas propriedades rurais, ficou com R$ 2,6 bilhões, e taxas de juros de 7% ao ano.

Seguro rural e Zoneamento

Para 2022, a subvenção ao Prêmio do Seguro Rural será de R$ 1 bilhão. Com esse montante, será possível contratar aproximadamente 158.500 apólices, proteger 10,7 milhões de hectares e um valor total segurado de R$ 55,4 bilhões. 

O Programa Nacional de Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) terá a inclusão de novos estudos para 12 culturas, além de mudanças estruturais na metodologia com a inclusão de 6 classes de armazenamento hídrico para os solos e de níveis de manejo, bem como a implementação do ZarcPro, o zoneamento de produtividade. 

Pequenos e médios produtores 

O governo destinou R$ 39,3 bilhões para os pequenos produtores rurais para financiamento pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), alta de 19%, Desse valor, R$ 21,74 bilhões são para custeio e comercialização, com juros de 3% e 4,5%, e R$ R$ 17,6 bilhões para investimentos. 

Para os médios produtores rurais, serão destinados R$ 34,1 bilhões, por meio do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), um aumento de 3% em relação à safra anterior.  São R$ 29,18 bilhões para custeio e comercialização, com juros de 5,5%, e R$ 4,88 bilhões para investimento.  

Ouça a matéria na Rádio Mapa

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)

Fundação Procafé indicou extensionistas e pesquisadores do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) como destaque em razão dos trabalhos em prol da cafeicultura no Brasil. Ao todo, seis servidores atuantes e que já passaram pelo Instituto foram homenageados. O reconhecimento dos técnicos, segundo a Fundação, é devido à atuação em atividades de Pesquisa, Desenvolvimento e Difusão de tecnologias e de Assistência Técnica aos cafeicultores.

A homenagem foi feita por ocasião das 45 edições do Congresso Brasileiro de Pesquisas Cafeeiras, promovido pela Procafé. A Fundação foi criada para fomentar o trabalho de desenvolvimento das tecnologias para o café, juntamente com parceiros, como o Incaper e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Entre os indicados está o diretor-presidente do Incaper em exercício, Abraão Carlos Verdin, que é doutor em Agronomia e tem no currículo pesquisas com cafeeiros conilon em Marilândia, noroeste do Estado.  

“A instituição Procafé tem uma grande importância em nível nacional, por envolver as instituições de pesquisa e a Ater. É um orgulho para nós ter nosso nome como destaque devido ao trabalho que foi importante para o Estado e o País. É uma grande satisfação também estar ao lado de outros importantes nomes que contribuíram com a cafeicultura nacionalmente”, disse Verdin.

Os outros representantes do Incaper, indicados como destaque na cafeicultura nacional, foram o extensionista e engenheiro agrônomo César Abel Krohling, ligado ao setor de pesquisas e da Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater); o pesquisador e engenheiro agrônomo Inorbert Melo Lima, com especialização em Nematologia; e o pesquisador Maurício José Fornazier, engenheiro agrônomo e ligado às pesquisas de controle de pragas do cafeeiro. 

O gerente de Ater do Incaper, Fabiano Tristão, engenheiro agrônomo com atuação ligada à qualidade do café e atendimento aos cafeicultores, principalmente no município de Brejetuba, também foi um dos homenageados pela Procafé.

“A Fundação, uma das principais instituições de pesquisa do mundo que presta assistência para outros países, é reconhecida como referência. Me sinto lisonjeado e agradecido pelas oportunidades que o Incaper me deu, que possibilitaram essa indicação. Agradeço também aos produtores que acreditaram nas tecnologias do café que levamos e também aos diversos parceiros. É o reconhecimento máximo fazer parte desse grupo seleto e uma representação que nosso trabalho com as pesquisas está se sobressaindo”, disse Tristão.

Os servidores homenageados que já atuaram no Incaper são os engenheiros agrônomos Carlos Henrique Carvalho e José Sebastião Silveira, que contribuíram para o trabalho do Instituto e para a cafeicultura. Hoje, eles atuam em outras instituições.

Fonte: Incaper

Foto: Divulgação

Na tarde desta terça-feira (29), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SAF/Mapa) apresentaram o painel da Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (DAP) para a Associação Brasileira das Entidades Estaduais Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer). O sistema é fruto de acordo de cooperação técnica e tem como objetivo contribuir na transferência dos dados para uma análise cartográfica.

Nesse contexto, nasceu o Projeto Geotecnologias que elabora um panorama com informações da DAP e apoia estratégias de inclusão social e produtiva para geração de renda de agricultores familiares. A ideia é possibilitar um business intelligence com os dados nacionais, com capacidade de recorte por gênero, idade, renda e localização por exemplo. A expectativa é fornecer possibilidades variadas de análises para viabilizar informações estratégicas na formulação de políticas públicas.

O secretário da SAF/Mapa, Fernando Schwanke, destacou que a ferramenta irá garantir tomadas de decisões baseada em dados reais. “Vamos obter o máximo de informações sobre a realidade da agricultura familiar para assim, tomarmos decisões mais assertivas em prol do desenvolvimento rural sustentável ”.

As associadas parabenizaram a construção da ferramenta e fizeram sugestões que serão encaminhadas para aprimoramento.

A Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) valoriza todo aperfeiçoamento na forma de compilar os dados do setor para construir políticas públicas eficientes e efetivas. Atualmente, a Anater possui 23 Instrumentos Específicos de Parceria (IEPs) vigentes, que viabilizam Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) pelos estados brasileiros, com as associadas da Asbraer.

Fonte: Asbraer, com informações da Anater

Os resultados da primeira etapa do projeto Cadeias Produtivas de Plantas Bioativas na Região do Vale do Rio Pardo – Valeef foram apresentados em evento virtual realizado na última sexta-feira (25). A iniciativa, lançada em novembro 2019, tem o objetivo de fomentar a agricultura familiar com a implantação de cadeias de plantas aromáticas, medicinais e seus derivados. O Valeef é resultado de parceria entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e a Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc).

“Este projeto é um piloto para todo o país. A diversificação agrícola é uma soma, pois estamos falando de mais riqueza na propriedade, de manter os jovens no campo e de garantir trabalho e renda”, disse o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa, Fernando Schwanke. No âmbito do Mapa, as ações do projeto fazem parte do Programa Bioeconomia Brasil – Sociobiodiversidade, cujo eixo temático “Ervas Medicinais, Aromáticas, Condimentares, Azeites e Chás Especiais do Brasil” prevê viabilizar alianças produtivas e ampliar o acesso aos mercados.

O representante da FAO no Brasil, Rafael Zavala, destacou que a versatilidade das atividades na propriedade rural diminui os riscos para o agricultor familiar. “A diversificação pode ser uma garantia de renda para as famílias da agricultura, pois não tem a dependência de um só produto. E também é uma forma de se precaver de prejuízos causados por pragas, mudanças climáticas e queda de preços”. 

A reitora da Unisc, Carmen Lúcia Helfer, avaliou como positivas as ações executadas pelo projeto até o momento. “Vejo com sucesso os primeiros resultados e que temos muito para fazer e dar continuidade a esse trabalho. A temática de plantas bioativas é estratégia de futuro. E temos excelentes possibilidades de crescer junto com a nossa comunidade”.

Ações

A metodologia utilizada para desenvolver as cadeias produtivas com foco em comércio justo e sustentabilidade possui três etapas: mapeamento de oportunidades, estudo da modelagem econômica e acompanhamento.

Após a seleção de quatro plantas com mercado assegurado – alecrim, capim limão, lavanda dentada e hortelã-pimenta -, foram feitas projeções econômicas por espécies, indicando os valores relativos a cada elo da cadeia, para possibilitar que o agricultor familiar saiba qual o investimento precisa fazer na aquisição de mudas e a perspectiva de retorno financeiro.   

Na sequência, houve a implantação de arranjos demonstrativos. Esta fase contou com o apoio da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), que disponibilizou o viveiro de produção de mudas para utilização pelo projeto, e da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS), por meio da prestação de suporte aos produtores e acompanhamento dos cultivos.

A coleta de estacas de mudas com genética já adaptada a Região do Vale do Rio Pardo ocorreu em fevereiro de 2020, seguida da produção de novas mudas. O cultivo experimental de capim limão foi iniciado em novembro de 2020, com o plantio em propriedade selecionada pelo projeto. A colheita e o processo de destilação ocorreram em abril de 2021.

Em outra propriedade, ocorreu o cultivo experimental das quatro espécies, com o plantio realizado em setembro de 2020. A colheita ocorreu em março deste ano. “Nesta propriedade testamos dois modelos de negócio possíveis. A produção do óleo pelo Parque Tecnológico da Unisc e o outro foi a venda da massa verde para uma destilaria em Santa Maria. O produtor pode investir na sua própria destilaria ou futuramente podemos ter uma destilaria multiusuário, como também ele pode comercializar a biomassa produzida direto para a destilaria”, destaca o coordenador técnico do projeto, Sandro Hilderbrand.

Perspectivas

O projeto-piloto conta com a parceria de três destilarias, localizadas no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, que comercializam óleos essenciais, principalmente voltados para a aromaterapia, e declararam interesse na compra da produção da região. A partir dessa interação, com base na expectativa da demanda, foi calculada a área de plantio e o volume de mudas necessário para atender o mercado da região. 

Atualmente, a iniciativa está realizando reuniões técnicas com os 39 produtores da região que foram selecionados para participar da próxima fase do projeto-piloto. Nos encontros virtuais, são repassadas orientações sobre o cultivo, informações referentes a preparação do solo e as espécies de plantas que serão trabalhadas. A expectativa é que o plantio ocorra em setembro e outubro de 2021, após o período de inverno na região.

Futuro

Projeção realizada na região, pela equipe técnica do projeto, para avaliar o impacto econômico causado por uma eventual substituição de 10% da área cultivada atualmente com tabaco por plantas bioativas, com a cadeia produtiva operante entre 2023 e 2024, aponta para a movimentação de R$ 62 milhões no setor de mudas para plantio, R$ 34 milhões/ano no de massa verde para destilarias, R$ 212 milhões/ano no de óleo essencial bruto e R$ 1,3 bilhão/ano nas vendas ao consumidor. 

>> Clique aqui para assistir a live de apresentação dos resultados

>> Para saber mais sobre o projeto, acesse http://valeef.org.br

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)

O benefício tem como objetivo garantir condições mínimas para segurança alimentar dos agricultores familiares em municípios sujeitos a perda sistemática de safra por estiagem ou enchente

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou, na segunda-feira (28), a Portaria SPA/MAPA Nº 27, que dispõe sobre a inclusão do estado do Amazonas no Fundo Garantia-Safra, no ano agrícola 2021/2022.  Atualmente, todos os estados do Nordeste e o Norte de Minas Gerais participam do programa.

O Garantia-Safra é um benefício condicionado que tem como objetivo garantir condições mínimas para segurança alimentar dos agricultores familiares em municípios sujeitos a perda sistemática de safra por estiagem ou enchente. Os procedimentos para verificação de perdas seguem os critérios da Lei n° 10.420, de 10 de abril de 2002, que criou o Programa.

Nas análises de perdas para fins de pagamento do benefício do Programa Garantia-Safra são considerados laudos amostrais de vistoria, modelo de penalização hídrica do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Índice de Suprimento de Água para o Crescimento Vegetal e índice de perdas calculado a partir do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola identificado pelo IBGE.

O Amazonas demonstrou a intenção em aderir ao Programa Garantia-Safra tendo como região inicial a bacia do Rio Juruá onde estão situados os municípios de Carauari, Envira, Eirunepé, Guajará, Juruá, Ipixuna e Itamarati, que somam em torno de 2.275 agricultores potenciais beneficiários.

As metodologias até agora utilizadas pelo Programa, apesar de tratarem de seca, não consideravam a cheia de rios e cotas de inundação, característica relacionada às perdas de safras observadas na bacia do Rio Juruá. Foi necessária articulação junto ao Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), com o objetivo de obter-se metodologia específica para indicação de perdas, condição essencial para a adesão do Estado do Amazonas.

Garantia-Safra

Podem receber o benefício os agricultores com renda mensal de até um salário mínimo e meio e que tiveram perdas de produção em seus municípios igual ou superior a 50%. O Garantia-Safra é pago obedecendo o calendário de pagamento dos benefícios sociais.

Os produtores da agricultura familiar devem plantar em áreas de 0,6 hectares a 5 hectares as seguintes culturas. Feijão, milho, arroz, mandioca ou algodão. Têm direito a participar do programa os agricultores com renda mensal de até 1 salário mínimo e meio, e recebem o benefício quando tiverem perdas de produção em seus municípios igual ou superior a 50%.

O Garantia-Safra prevê o repasse de R$ 850, que tem sido disponibilizado em parcela única, devido à pandemia da Covid-9. Os recursos para o pagamento dos benefícios vêm das contribuições dos agricultores (taxa de adesão), dos municípios, dos estados e da União, que, juntas, formam o Fundo Garantia Safra.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)

Nesta semana, cerca de 40 profissionais são capacitados para executarem o Programa Produzir Brasil na região Centro-Oeste

A partir desta segunda-feira (28) até a próxima quinta-feira (01/07), a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) capacita novas turmas de extensionistas rurais para atuarem pelo Programa de Consolidação de Assentamentos – Produzir Brasil, na região Centro-Oeste. A política pública possui metodologia específica para assistir famílias de agricultores(as) assentados(as) tituladas ou em processo de titulação. Nesta semana, cerca de 40 profissionais passarão pelo processo de formação a distância.

Os extensionistas compõem as equipes do Instituto Biosistêmico, Instituto de Desenvolvimento Humano, Social e Ambiental (Desenvolver) e Agência de Desenvolvimento Regional do Extremo Oeste do Paraná (Adeop).  Essas empresas executoras de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) participaram da Chamada Pública 001/2020 e foram contratadas para atenderem a listagem de beneficiários do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

O curso é ministrado no formato online e possui carga horária de 40 horas. No início da capacitação, é apresentada a grade curricular, bem como o panorama geral sobre o Produzir Brasil. Temas como Associativismo e Cooperativismo, Bioeconomia, Ater Digital, Projeto Individual e Coletivo de Ater, e Plano de Desenvolvimento Sustentável dos Assentamentos (PDSA) fazem parte do conteúdo.

A metodologia é baseada na prática por meio do Sistema de Gestão de Ater (SGA), implementado pela Anater. A execução das atividades em campo inicia após a completa formação dos profissionais.

Além da parceria com o Incra, a implementação do Produzir Brasil é realizada sob governança do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Esse é o nono curso realizado pela Anater, neste ano de 2021. Ao todo, serão capacitados, neste semestre, mais de 700 agentes de Ater e coordenadores do Programa Produzir Brasil, Projeto Dom Helder Câmara (PDHC) e Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF) – Terra Brasil.

Como os extensionistas irão trabalhar com as famílias rurais assentadas?

Durante 24 meses, serão realizadas atividades coletivas e individuais. Todos os extensionistas são preparados pela Anater com a metodologia do Produzir Brasil para trabalhar diretamente com os agricultores nos assentamentos.

Com o cadastro e a autorização do beneficiário, será iniciado o acompanhamento. A Ater contempla três eixos: Produtivo, Promoção Social e Agroambiental.

O trabalho será realizado em cinco etapas: definição dos beneficiários; diagnóstico e planejamento das ações; elaboração e entrega dos projetos; assistência técnica e; por fim, avaliação dos resultados.

Efeitos positivos do Produzir Brasil para a agricultura familiar do País

Fonte: Anater

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) abriu as inscrições para o processo seletivo dos cursos técnicos gratuitos em Agronegócio e Fruticultura, na modalidade a distância, para o segundo semestre de 2021.

As vagas prioritárias são destinadas ao público rural. Os interessados em se candidatar precisam ter concluído o ensino médio e podem se inscrever até o dia 16 de julho pelo site http://etec.senar.org.br/processo-seletivo/

O Curso Técnico em Agronegócio é focado nos procedimentos de gestão e comercialização. São oferecidas 1.185 vagas, em 44 polos de apoio presencial do Senar nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Pará.

Já o Curso Técnico em Fruticultura oferece 735 vagas distribuídas em 27 polos de ensino nos estados de Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Tocantins.

Em um período de dois anos e meio, o estudante vai aprender técnicas que auxiliarão no planejamento, execução e controle dos processos produtivos da atividade.

Os cursos são reconhecidos pelo Ministério da Educação, com diploma válido nacionalmente.

Antes de fazer a inscrição, os candidatos devem ler o edital atentamente. Embora os cursos sejam a distância, o candidato deve indicar um dos polos de ensino para participar das atividades práticas.

Para ler o edital, visualizar a lista de polos e efetivar a inscrição, acesse: http://etec.senar.org.br/processo-seletivo/

Fonte: CNA/Senar

A fruticultura representa uma grande parcela da produção agropecuária brasileira. Hoje, o país é o terceiro maior produtor de frutas do mundo, gerando cerca de 45 milhões de toneladas ao ano. Os responsáveis por estes bons números já têm um encontro marcado em 2022. De 25 a 29 de abril, produtores, pesquisadores, estudantes e empresários da fruticultura se encontrarão em Florianópolis (SC) para o XXVII Congresso Brasileiro de Fruticultura (CBF), que neste ano comemora os 50 anos da primeira edição, ocorrida em Campinas em 1971, junto dos 50 anos da Sociedade Brasileira de Fruticultura (SBF).

Henrique Belmonte Petry, pesquisador da Epagri que está à frente da presidência da Comissão Organizadora do encontro, lembra que o CBF é um dos maiores eventos do agronegócio do Brasil e que, neste ano, além de ser comemorativo, unirá outros eventos de forma concomitante. “Os participantes do congresso podem esperar uma grande exposição. Junto das atividades, por exemplo, teremos a 17ª edição do Enfrute, o Encontro Nacional sobre Fruticultura de Clima Temperado. De forma excepcional, o Enfrute sai de Fraiburgo (SC) para a Capital do estado. A união destes dois eventos mostra mais uma vez a importância da fruticultura brasileira”, destaca Petry.

Programação inédita

A programação do XXVII CBF está em fase final de desenvolvimento e logo serão divulgados os nomes que comandarão as principais conferências. Nesta edição, segundo o presidente do Comitê Técnico-científico, professor doutor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Alberto Fontanella Brighenti, as conferências pautarão temas transversais, ou seja, que todos os participantes poderão participar. “Nelas trataremos de temas relevantes para o futuro da fruticultura, como o melhoramento genético, a fruticultura de precisão, o potencial de espécies nativas, entre outros”, aponta Brighenti.

O professor Alberto ressalta, no entanto, que há uma grande novidade para esta edição: os congressistas também poderão ser palestrantes. “Nós estamos convidando estudantes e pesquisadores a inscreverem os seus trabalhos sobre a fruticultura. Uma comissão avaliadora escolherá os melhores e seus autores serão convidados a apresentá-los nos palcos principais do CBF. Além disso, os trabalhos selecionados serão convidados a submeter um artigo, com isenção das taxas de publicação para sócios em dia com SBF, na Revista Brasileira de Fruticultura, que é uma das principais revistas científicas da área no país”, conta Brighenti.

A programação está sendo preparada para ocorrer de forma presencial, seguindo os protocolos de biossegurança vigentes e orientados pelos órgãos estaduais.

Prêmio Jovem Cientista em Fruticultura

Outra oportunidade para pesquisadores e cientistas na área de fruticultura durante o congresso é a participação no Prêmio Jovem Cientista em Fruticultura, que colocará em evidência publicações, como monografias, dissertações e teses, de estudantes matriculados ou formados até março de 2021 e mestres e doutores com título obtido a partir de janeiro de 2017.

Serão quatro categorias no prêmio: Doutor, Mestre, Graduandos e Graduados e Mérito Institucional.

Os cinco classificados de cada categoria receberão um certificado de Menção Honrosa e um ano de anuidade da SBF. Já os primeiros colocados de cada categoria receberão prêmios patrocinados pelas empresas parceiras do evento.

Visitas técnicas marcam início da programação

Antes mesmo de a programação iniciar no palco principal do Centro de Eventos Luiz Henrique da Silveira, que sediará o evento, os participantes são convidados a realizar visitas técnicas por Santa Catarina. Eles poderão conhecer a região de São Joaquim, na Serra; Corupá, no Norte do estado; e Urussanga, no Sul Catarinense.

São Joaquim produz uma das melhores maçãs do Brasil. Ao lado do Rio Grande do Sul, Santa Catarina é o estado líder de produção da fruta. Nesta região também será possível saber mais sobre a produção dos vinhos de altitude.

Já em Corupá será possível conhecer a produção da banana mais doce do Brasil, que possui, inclusive, indicação geográfica (IG) reconhecendo sua produção de qualidade e doçura.

Por fim, no Sul de Santa Catarina os participantes poderão visitar a região de Urussanga e sua produção diversificada, comandada, sobretudo, por agricultores familiares. Lá será possível visitar as produções de maracujá (a 3ª maior região produtora da fruta no Brasil); banana, de forma especial a banana prata; pêssegos; pitaia e as uvas Goethe, que também possuem selo geográfico.

Petry ressalta que as visitas técnicas são uma ótima oportunidade para os participantes. “O estado de Santa Catarina é referência na produção de frutas. Aqui utilizamos ciência e tecnologias que são exemplo para todo o país. Temos certeza de que as visitas trarão grandes oportunidades de aprendizado para iniciar com o pé direito o nosso XXVII Congresso Brasileiro de Fruticultura”, acrescenta.

Eventos online marcam preparação para o Congresso

Ao longo dos próximos meses, uma série de webinars marcará a preparação para o Congresso Brasileiro de Fruticultura. Sempre com temas de interesse dos participantes, que darão uma prova de tudo que será vivenciado de forma presencial, os encontros online ocorrerão no dia 29 de junho; 3 e 31 de agosto;  e 5 e 26 de outubro.

As transmissões ao vivo podem ser conferidas em youtube.com/sbfruti

Os temas e palestrantes são divulgados em instagram.com/sbfruti.

Garanta sua inscrição agora

Não perca tempo e faça parte do XXVII Congresso Brasileiro de Fruticultura, que promete ser histórico.

Clique aqui e garanta a sua participação

Foto: Embrapa

Fonte: Epagri-SC

Serão destinados R$ 39,34 bilhões para financiamento pelo Pronaf, com juros de 3% e 4,5%

A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Fernando Schwanke, detalharam em live, nesta quarta-feira (23), os recursos do Plano Safra 2021/22 para agricultura familiar e ações do Governo Federal para apoiar o pequeno produtor realizadas desde 2019. 

Na live da “Agricultura Familiar no Plano Safra 2021/2022”, a ministra destacou que os agricultores familiares foram prioridade na construção do plano, com aumento de recursos e menores taxas de juros. “Esse plano privilegia a agricultura familiar, os pequenos produtores e está aí a resposta para o que discutimos juntos. Se ele não foi maior, foi devido ao Orçamento, mas, dentro do possível, conseguimos privilegiar aqueles que precisam de crédito, acreditam e estão investindo na agricultura brasileira”.

No Plano 2021/22, anunciado nesta terça-feira (22), os recursos (custeio, comercialização e investimento) destinados à agricultura familiar tiveram crescimento em 19%. Serão destinados R$ 39,34 bilhões para financiamento pelo Pronaf, com juros de 3% e 4,5%. Desse valor, são R$ 21,74 bilhões para custeio e comercialização e R$ R$ 17,6 bilhões para investimentos. 

O secretário Fernando Schwanke ressaltou que o plano atende várias demandas apresentadas pelos agricultores familiares, como a ampliação do valor da renda bruta para enquadramento no Pronaf, de R$ 415 mil para R$ 500 mil. Outra medida foi o aumento do limite de investimento de R$ 330 mil para R$ 400 mil para suinocultura, avicultura, aquicultura, carcinicultura e fruticultura, e de R$ 165 mil para 200 mil para os demais empreendimentos. 

“Os recursos do Pronaf e do médio produtor dispararam em relação às outras linhas de crédito, mostrando o efetivo compromisso do Governo Federal e do Ministério da Agricultura com a agricultura familiar, com o aumento de 81% em relação aos Planos anteriores”, afirmou Schwanke.

Foto: Antônio Araujo/Mapa

O novo Plano Safra fortalece a linha Pronaf Bioeconomia, reforçando a sustentabilidade ambiental com a inclusão da possibilidade de financiamento para sistemas agroflorestais, construção de unidade de produção de bioinsumos e biofertilizantes e projetos de turismo rural que agreguem valor a produtos e serviços da sociobiodiversidade. A iniciativa impulsiona a inserção de agricultores familiares nos arranjos da bioeconomia.

>> Veja a apresentação da Agricultura Familiar no Plano Safra 2021/2022

>> Confira o site do Plano Safra 2021/2022

Participaram do evento virtual o diretor-geral do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), Manuel Otero; o representante no Brasil da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), Rafael Zavala; o diretor do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) no Brasil, Claus Reiner; o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag), Aristides dos Santos; a a secretária de Política Agrícola da Contag, Vânia Marques Pinto; e o representante do IICA no Brasil, Gabriel Delgado.

Resultados

Durante a live, foram apresentados resultados das ações do Mapa para a agricultura familiar entre janeiro de 2019 e maio de 2021, alicerçadas em três bases: crédito e seguro; tecnologia; e comercialização e cooperativismo.

Para fomentar as organizações da agricultura familiar, em 2020, o Mapa ampliou de R$ 12 mil para R$ 60 mil o limite para que cooperados acessem o Pronaf Agroindústria.  Houve também a ampliação dos limites de financiamento para Cooperativas Singulares, de R$ 15 milhões para R$ 20 milhões, e para Cooperativas Centrais, de R$ 30 milhões para R$ 60 milhões. No período, foram 1.081 financiamentos contratados por cooperativas familiares, somando R$ 4,4 bilhões.

Por meio do Pronaf Habitação, quase 15 mil famílias construíram ou reformaram suas casas, totalizando R$ 629 milhões de financiamento até maio deste ano. Essa linha de crédito também possibilita que os filhos dos pequenos produtores solicitem o financiamento, estimulando a sucessão familiar rural e a permanência dos jovens no campo.

Lançado em 2020, o programa Produzir Brasil, voltado para a incorporação de assentados a cadeias de valor nas regiões, iniciou as atividades na Região Centro-Oeste com 6.726 beneficiários.

Sobre assistência técnica, Schwanke, informou que está em andamento seleção de entidades executoras de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) para atender 7 mil agricultores assentados da Amazônia Legal e Região Fronteiriça. A iniciativa deve viabilizar, ainda, no âmbito do AgroNordeste, tais serviços para 15 mil assentados até 2023. Quanto à Ater Digital, está previsto repasse de R$ 25 milhões para a execução das ações pelas Empresas de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ematers), ampliando o acesso dos agricultores a serviços modernos, ágeis e eficientes.

Por meio do programa AgroResidência, o Mapa está financiando 76 projetos de instituições de ensino, voltados à qualificação técnica de 943 estudantes e recém-egressos dos cursos de ciências agrárias e afins. Mais 537 jovens devem ingressar no programa até o final do ano.

>> Veja aqui resultados das ações para agricultura familiar

A inserção dos agricultores familiares nos arranjos da bioeconomia é outro foco do Mapa, por meio do programa Bioeconomia Brasil – Sociobiodiversidade, que apoia projetos de estruturação produtiva, transferência tecnologia e plantas bioativas; e a linha Pronaf Bioeconomia, que já concedeu R$ 88,9 milhões em crédito até maio.

O Projeto Dom Helder Câmara, com atuação em 838 municípios dos 11 estados na região do semiárido, atende 53 mil famílias com serviços de Ater. Coordenada pelo Mapa, a iniciativa tem parceria do Fida para combater a pobreza e promover o desenvolvimento rural sustentável no semiárido.

Clique e assista:

Nos últimos dois anos, os produtos identificados com o Selo Nacional da Agricultura Familiar (Senaf) passaram de 700 para mais de 7.743, promovendo o acesso competitivo desses produtos ao mercado.

Entre ações para minimizar os impactos da pandemia do coronavírus, o Mapa e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) garantiram a continuidade do acesso dos alunos das escolas públicas aos alimentos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), que passaram a ser distribuídos em formas de kits.

Para promover o turismo rural em propriedades de agricultores familiares, o Mapa e o Ministério do Turismo criaram o projeto Experiências do Brasil Rural. Em maio, oito roteiros turísticos foram selecionados no primeiro edital do projeto, que disponibilizará apoio técnico para estruturação dos destinos e empreendimentos. 

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)