noticia_secundaria_sem_destaque (Page 20)

Entre 25 e 29 de abril, Florianópolis recebe o XXVII Congresso Brasileiro de Fruticultura, o maior evento da área no país, que nesta edição completa 50 anos de realização. As inscrições antecipadas, via site, se encerram no dia 15 de abril. Após essa data, será preciso se inscrever no local do Congresso, caso tenha vaga. Os preços variam para associados e não associados da Sociedade Brasileira de Fruticultura e também entre estudantes, profissionais e acompanhantes. Antes mesmo do início oficial do evento, começam as visitas técnicas, nos dias 24 e 25.

O evento é realizado pela Epagri em conjunto com a UDESC (Universidade do Estado de Santa Catarina), UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e Sociedade Brasileira de Fruticultura (SBF). O tema central é a valorização da ciência brasileira para a produção de frutas.

“Desde a sua primeira edição realizada em Campinas em 1971, o Congresso reúne um número expressivo de profissionais de pesquisa, ensino e extensão, produtores, empresários e empresas públicas e privadas interessadas no setor, que vem se transformando numa das principais fontes de renda do país”, argumenta Henrique Belmonte Petry, pesquisador da Epagri e presidente do evento. Ele descreve que para este ano são esperados mais de 1,2 mil participantes, 600 trabalhos e 40 empresas. 

O XXVII CBF sediará também, nos dias 28 e 29, o XVII Enfrute (Encontro Nacional sobre Fruticultura de Clima Temperado), evento organizado e promovido pela Epagri, que visa enriquecer a programação.

Programação

programação geral é formada por conferências, simpósios satélites, sessões temáticas, reunião da Câmara Setorial Nacional da Fruticultura, minicursos, fórum Ensino na Graduação, fórum Defesa Vegetal, assembleia da Sociedade Brasileira de Fruticultura e exposição Fruticultura Catarinense. Também estão programados fórum sobre a Extensão Rural, prêmio Jovem Cientista em Fruticultura e fórum da Pós-Graduação em Fruticultura no Brasil.

Entres os dias 24 e 25 de abril acontecem as visitas. Os interessados poderão conhecer os Vinhos de Altitude da serra catarinense, em São Joaquim, com programação para os dois dias. A Indicação Geográfica da banana mais doce do Brasil é o roteiro do dia 25, em Corupá. Também nos dias 24 e 25 será possível conhecer a Produção de Maçãs em Santa Catarina, em São Joaquim. Por fim, em 24 de abril os interessados podem saber mais sobre a Fruticultura na Agricultura Familiar, com visita ao município de Urussanga. Todos os roteiros partem de Florianópolis.

“Durante estes 50 anos de história, Florianópolis será a única cidade a sediar este importante congresso por três vezes”, enaltece Petry. Ele lembra a importância para participação de todos os interessados, “para juntos construirmos um Congresso que supere as expectativas de todo nosso meio, principalmente em um momento tão desafiador para a ciência e sociedade” reflete o presidente do evento.

Serviço

  • O que: XXVII Congresso Brasileiro de Fruticultura
  • Quando: de 25 a 29 de abril
  • Onde: em Florianópolis, no Centro de Eventos Luiz Henrique da Silveira, bairro de Canasvieiras
  • Programação: clique AQUI
  • Inscrições: clique AQUI
  • Informações e entrevistas: Henrique Belmonte Petry, pesquisador da Epagri e presidente do evento, pelo fone (48) 34031379

Fonte: Epagri-SC

A Agência Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária (Emater-GO) está nesta semana na 19ª Tecnoshow Comigo, em Rio Verde, município da Região Sudoeste do Estado. A feira realizada pela Cooperativa dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano (Comigo), que teve abertura nessa segunda (04) e segue até sexta-feira (08), já se consolidou como um dos maiores eventos de tecnologia rural do Brasil.

O presidente da Emater-GO, Pedro Leonardo Rezende, destacou que a participação da agência na feira é fundamental para que as cadeias produtivas da agricultura familiar sejam atendidas e apresentadas a soluções tecnológicas voltadas para o segmento. “Nem todas as multinacionais agropecuárias têm o produtor rural familiar como objetivo principal de suas operações. Isso demonstra a relevância de uma pesquisa pública, de forma a atender as dores e as necessidades dessa parcela”, explicou.

Já o presidente da Comigo, Antônio Chavaglia, ressaltou a importância da feira para o agronegócio brasileiro. “Tem máquinas e tecnologia do mundo inteiro, para o pequeno e o grande produtor”, disse. Ele falou da superação empreendida pelo setor durante a pandemia e dos desafios para as próximas safras, devido ao cenário ainda incerto da economia mundial.

Soluções para agricultura familiar

O estande da Emater na Tecnoshow dispõe de uma área plantada com cultivares de capim, arroz e mandioca. O BRS Capiaçu é o carro-chefe entre as variedades de gramíneas. Desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Capiaçu é um clone de capim-elefante, obtido por meio de melhoramento genético. É mais produtivo em massa e mais nutritivo em relação a outros materiais, com alta demanda entre pecuaristas leiteiros.

Variedades de arroz e mandioca também foram plantadas para amostragem. Estão expostas cultivares de arroz de terras altas, cultivadas em áreas favorecidas pelo regime de chuvas ou sob sistema de irrigação por aspersão. Já as amostras de mandioca são provenientes da Estação Experimental da Emater em Porangatu, onde está sendo executada uma pesquisa para disponibilizar materiais da raiz mais bem adaptados para regiões secas, como o Norte e Nordeste Goiano.

O espaço conta ainda com exemplares de plantas pesquisadas na Estação Experimental Nativas do Cerrado e no Horto de Plantas Bioativas da Emater. O público pode conhecer de perto as mudas de pequi sem espinhos e demais variedades que serão disponibilizadas em breve aos produtores rurais do Estado. Já as plantas do horto constituem espécies medicinais, aromáticas e condimentares, que são comercializadas a preços acessíveis pela Emater.

Exposição de produtos

Agricultores familiares assistidos pela Emater têm a oportunidade de expor e comercializar seus produtos no estande. Simone Paradzinski, produtora de Rio Verde, participa como expositora na Tecnoshow pela primeira vez, com sua marca de doces cristalizados. O processamento de frutas se tornou uma importante fonte de renda extra para a família, que mantém a produção de leite como atividade principal na fazenda.

A agricultora, que começou a fabricar os doces para consumo próprio, hoje dispõe de uma substancial variedade de mercadorias. Ela comercializa doces de mamão, laranja, abóbora, banana e goiaba. “Recebi o convite da Emater para estar aqui na feira. É uma grande oportunidade para a gente divulgar e crescer”, afirma.

Representando o município de Perolândia, Suelen Conceição Silva, diretora do Departamento de Agricultura Familiar da prefeitura, levou para o estande biscoitos, queijo cabacinha, queijo de trança e geleias, todos produzidos por agricultores familiares. “Estamos aqui para mostrar a força e a importância do produtor rural familiar”, pontua a liderança.

“É um dia muito importante para nós. Agradecemos à Emater pela oportunidade de estarmos aqui representando os artesãos de Perolândia”, acrescenta a diretora do Departamento de Cultura, Edilaine Freese. “A gente busca valorizar os artesãos e dar todo o apoio porque eles merecem. Artesanato é arte com as mãos”, celebra.

Fonte: Emater-GO

O rebate vale para as parcelas das operações de crédito rural do Pronaf, vencidas e vincendas no período de 1º de janeiro a 31 de julho de 2022

O governo federal autorizou a concessão de rebate (desconto) de 35,2% sobre o valor das parcelas das operações de crédito rural contratadas no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) para os produtores rurais prejudicados por seca ou estiagem nos estados de Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O decreto Nº 11.029, que dispõe sobre a concessão do rebate, foi publicado na última sexta-feira (1º), em edição extra do Diário Oficial da União.  

O rebate vale para as parcelas das operações de crédito rural de custeio e de investimento vencidas e vincendas no período de 1º de janeiro a 31 de julho de 2022.  As operações devem ter sido contratadas até 31 de dezembro de 2021 e estar em situação de adimplência ou regularizadas até 31 de julho de 2022. Outra exigência é que o produtor tenha o registro de Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) ou inscrição no Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF). 

Na última quarta-feira (30), o governo abriu um crédito extraordinário de R$ 1,2 bilhão para a concessão de descontos em operações contratadas do Pronaf. A medida foi solicitada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento após visitar as regiões atingidas, ouvir o pleito do setor e negociar com a área econômica do governo.

Segundo o decreto, na hipótese de não liquidação após a concessão do rebate, o saldo remanescente da operação ou da parcela poderá ser prorrogado se houver perda de receita nos empreendimentos vinculados, em razão de seca ou estiagem igual ou superior a 35% da receita bruta esperada. A liquidação com o rebate não valerá para as operações enquadradas no Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) ou com cobertura de seguro rural.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) anunciou quais serão os 48 polos produtivos por onde passará a Caravana Embrapa FertBrasil, a partir do mês deste mês de abril. A expectativa é percorrer mais de 40 cidades em 10 macrorregiões brasileiras, com o objetivo de promover o aumento da eficiência de uso dos fertilizantes e insumos no campo e estimular a adoção de novas tecnologias e de boas práticas de manejo do solo, água e plantas.  Cerca de 20 mil produtores devem ser beneficiados e 10 mil profissionais devem ser capacitados, com impacto em mais de 70 milhões de hectares de áreas agrícolas.

As datas seguirão as épocas de plantio de cada polo e a logística de deslocamento dos pesquisadores que farão as palestras para técnicos e lideranças rurais. A ação está dentre as medidas de curto e médio prazo do Plano Nacional de Fertilizantes, lançado pelo Governo Federal para reduzir a dependência externa por importação de produtos e tecnologias, situação agravada pelo conflito entre Rússia e Ucrânia.

Para a então ministra do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa),Tereza Cristina, a importância da Caravana para o enfrentamento do atual cenário mundial reforça a oportunidade de agregar informações ao Observatório da Agricultura. “É a chance para aproveitar tantos profissionais percorrendo o país para que tenhamos mais informações que permitam cruzamentos e projeções relacionadas à safra brasileira, insumos e próximos problemas, para que estejamos sempre à frente do que possa acontecer”.

A ministra agradeceu a parceria da Embrapa e seus pesquisadores em 3 anos e 3 meses em que esteve à frente do Ministério e se comprometeu a voltar para a Câmara dos Deputados, como parceira e defensora do agro moderno, movido a ciência.

Segundo o presidente Celso Moretti, o momento é de dificuldade relacionado à importação de fertilizantes. “Isso gera uma demanda crescente que já vinha aumentando nos últimos tempos, em função da crise energética da China e do aumento do consumo de fertilizantes no Brasil, da ordem de 10%”, comentou.

“A Embrapa, com a supervisão do Mapa, então, definiu uma ação de curtíssimo prazo, que estamos iniciando agora no mês de abril para contribuir com ações estratégicas em benefício do agro”, disse ele. “Estimamos que o aumento da 10% da eficiência do uso de fertilizantes pode resultar numa economia, segundo nossos cálculos, de até 1 bilhão de dólares na próxima safra, em custos diretos ao produtor rural”, completou.

Tempestade perfeita

Representando o grupo de trabalho que construiu o projeto da Caravana FertBrasil, o pesquisador José Carlos Polidoro, da Embrapa Solos, apresentou informações técnicas sobre a ação. “O cenário é uma tempestade perfeita que vem se formando nos últimos 20 anos no Brasil, em que a demanda  aumentou 300% no consumo de fertilizantes – o que é bom -, mas a nossa produção nacional de fertilizantes encolheu 30%, nos levando a importar  em 2021, 90% dos fertilizantes usados no país”, comentou. 

Ele destacou ainda que as medidas não são reações à pandemia da Covid 19, à crise de abastecimento e ao conflito entre a Rússia e a Ucrânia. “Nós nos antecipamos a isso”, afirmou. 

A Caravana se inicia a partir de abril por Mato Grosso Sul e São Paulo, seguidos do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso e Rondônia, Goiás e Distrito Federal, MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí, Bahia), Amazônia, SEALBA (Sergipe, Alagoas e Bahia) e Rio de Janeiro. Sobre o conteúdo técnico da Caravana, Polidoro destacou o recém lançado documento orientador da aptidão agrícola das terras do Brasil e o Zoneamento Agrícola de Risco Climático, ferramentas de uso contínuo e fundamental que mostram como e onde plantar.

“O grande ponto dessa iniciativa são as boas práticas para o uso eficiente de fertilizantes, vamos levar informações sobre as novas metodologias para suprimento de nutrientes, ou seja, o que funciona e o que não funciona para o agricultor investir”, explicou, acrescentando ainda as soluções digitais refinadas que auxiliem o produtor a aumentar a eficiência no campo e as tecnologias sustentáveis. 

Polidoro destacou e agradeceu às patrocinadoras e parcerias, entre as quais CNA (Confederação Nacional de Agricultura ), Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal (Abisolo), Senar, Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e Rede ILPF.

Participaram da reunião de apresentação da Caravana Guilherme Bastos, secretário nacional de Políticas Agrícolas; Fernando Camargo, secretário de Inovação, Desenvolvimento Sustentável e Irrigação do Mapa e presidente do Conselho de Administração da Embrapa (Consad); Tiago Toledo Ferreira, diretor executivo de Gestão Institucional da Embrapa, Renato Rodrigues,  presidente do Conselho Gestor da Rede ILPF e Bruno Caligaris, diretor de projetos estratégicos da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), da Presidência da República, que destacou a importância do caminho conjunto entre as instituições que resultaram na Caravana e o que vai levar de fato aos produtores de todo o País.

Cidades por onde a Caravana vai passar

Na macrorregião Rio Grande do Sul e Santa Catarina os pesquisadores visitarão Pelotas, Santa Maria, Três de Maio e Passo Fundo, no primeiro Estado; e Chapecó, Campos Novos, Canoinhas e Itajaí, no segundo. Em São Paulo e Mato Grosso do Sul, a Caravana passará por Dourados, Chapadão do Sul, Assis e Ribeirão Preto. Quatro outras cidade farão parte do roteiro no Paraná: Londrina, Ponta Grossa, Cascavel e Guarapuava.  

Minas Gerais também teve quatro cidades escolhidas: Uberaba, Patos de Minas, Unaí e Passos. Já na macrorregião de Mato Grosso e Rondônia, os pesquisadores passarão por Sinop, Campo Novo dos Parecis, Primavera do Leste, Querência e Vilhena. Em Goiás e Distrito Federal, a Caravana passará por Rio Verde, Uruaçu e PAD-DF.

No MATOPIBA, seis cidades estarão na rota: Luís Eduardo Magalhaes, na Bahia; Palmas, Guaraí ou Pedro Afonso, em Tocantins; Balsas, no Maranhão; e Bom Jesus e Uruçuí, no Piauí. Na Amazônia, cinco localidades: Redenção, Paragominas e Santarém, no Pará; Boa Vista, em Roraima; e Macapá, no Amapá.

Na macrorregião de SEALBA, quatro cidades foram escolhidas: Rio Real, na Bahia; Platô de Neópolis, em Sergipe; e Arapiraca e Coruripe, em Alagoas. Por fim, no Rio de Janeiro, a Caravana passará por Nova Friburgo, Tanguá e Campo de Goytacazes; e Domingos Martins, no Espírito Santo.

A Caravana Embrapa FertBrasil já recebeu um aporte financeiro do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), por meio de Termo de Execução Descentralizada (TED), no valor de R$ 1,6 milhão de reais. A Rede ILPF, uma das patrocinadoras da Caravana, confirmou o aporte de R$ 250 mil reais para apoiar também a realização dos eventos.

Esta será a segunda caravana itinerante realizada pela Embrapa. Entre 2013 e 2015, a empresa percorreu também os principais polos produtivos do país para divulgar soluções tecnológicas para controlar a lagarta Helicoverpa armigera, praga exótica que invadiu o território brasileiro causando fortes prejuízos para as principais culturas agrícolas.

Fonte: Ascom Embrapa

Ao receber o cargo de Tereza Cristina, o novo ministro disse que as políticas para os pequenos produtores continuarão tendo prioridade

O ministro Marcos Montes assumiu o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em cerimônia de transmissão do cargo na última quinta-feira (31). Após tomar posse no Palácio do Planalto, Montes recebeu o comando da Pasta de sua antecessora, Tereza Cristina. 

Marcos Montes assume o Ministério com uma política de continuidade da gestão implementada nos últimos três anos. “Hoje, com as nossas entidades e as nossas secretarias começamos a construir um momento diferente e levamos isso com programas maravilhosos ao mundo inteiro. E isso é uma demonstração clara de que o governo quer olhar o pequeno, aquele que realmente precisa de dignidade”, destacou Montes ao citar programas como o AgroNordeste e a entrega de títulos de regularização fundiária.

Marcos Montes exerceu o cargo de secretário-executivo do Mapa desde 2019 e lembrou o convite de Tereza Cristina para formar o time da Pasta em seu discurso. “Em janeiro de 2019 tive uma alegria imensa quando a Tereza me procurou para assumir um cargo tão importante, que é a Secretaria-Executiva do Mapa. Assim, fomos construindo este Ministério e as conquistas foram muitas”.

Marcos Montes exerceu o cargo de secretário-executivo do Mapa desde 2019

O novo ministro inicia a gestão reforçando a diplomacia dos fertilizantes com viagens previstas ao Marrocos, Egito e Jordânia a partir de maio. Nesta quarta-feira (30), Montes recebeu representantes do governo iraniano para uma negociação do aumento da cota de importação de ureia para o Brasil, de 1 milhão de toneladas podendo chegar a três milhões de toneladas. O ministro ainda defendeu a importância dos fertilizantes como produto não passível de sanção junto a organismos internacionais como a FAO. Para Montes isso só é possível, pois o agro brasileiro alçou uma posição de liderança neste governo não apenas no Brasil, mas também internacionalmente.

Em sua despedida, Tereza Cristina reforçou o trabalho em equipe e o diálogo com o setor. “Eu acho que a nossa habilidade, tanto a minha quanto a do Marcos, é o diálogo com vocês, com o setor, com cada segmento do setor. Às vezes, a gente não concorda, mas a gente sempre acha o rumo do meio para que a gente possa caminhar, progredir e fazer do agronegócio esse agro que nós temos tanto orgulho hoje, dos nossos produtores e do nosso agro do Brasil”, destacou. 

Ela ainda desejou sucesso ao ministro Montes e destacou que sua continuidade, agora, frente à Pasta é “um reconhecimento de que estamos no caminho certo”. 

Assista à cerimônia na sede do Mapa:

Acesse fotos aqui.

Conheça o ministro Marcos Montes

Natural de Sacramento (MG), Marcos Montes Cordeiro tem 72 anos e é Médico Anestesista e Médico do Trabalho, formado pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), em 1975. Possui Pós-Graduação em Medicina do Trabalho, especialização em Anestesiologia, pela Universidade de Campinas e residência médica, todas pela Universidade de Campinas (Unicamp).

O novo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento foi prefeito de Uberaba (MG) por dois mandatos consecutivos, de 1997 a 2004. Nesse período, presidiu a Associação dos Municípios da Microrregião do Vale do Rio Grande e foi vice-presidente da Associação Mineira de Municípios.

No Poder Executivo, Marcos Montes também já foi secretário estadual de Desenvolvimento Social e Esportes de Minas Gerais e secretário municipal de Turismo da Prefeitura de Uberaba.

No Legislativo, foi deputado federal por três mandatos seguidos, de 2007 a 2018. Durante sua atuação na Câmara dos Deputados, foi presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e presidiu a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Também foi vice-presidente de outras comissões importantes, como a de Orçamento, e a de Meio Ambiente e a de Minas e Energia.

>>> Ouça a matéria na Rádio Mapa:

Spotify

Soundcloud

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)

A cerimônia foi realizada no Palácio do Planalto com o presidente Jair Bolsonaro e Marcos Montes é o novo ministro do Mapa

Em cerimônia no Palácio do Planalto, na manhã desta quinta-feira (31), Tereza Cristina se despediu do cargo de ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o qual assumiu em 2019. A cerimônia reuniu o presidente da República, Jair Bolsonaro, ministros que deixam os cargos para concorrerem nas eleições de outubro de 2022 e os novos ministros que assumem as pastas.

O presidente agradeceu o trabalho dos ministros que deixam o governo e desejou sucesso aos novos ocupantes dos Ministérios.

Em seu discurso, Tereza Cristina ressaltou os “desafios” frente à Pasta, que incorporou as políticas do Incra, do Serviço Florestal Brasileiro, da Agricultura Familiar e da Pesca, antes lotados em áreas distintas da Esplanada.

Tereza Cristina ainda agradeceu a confiança e pontuou conquistas do setor agropecuário, como a manutenção do abastecimento e garantia da segurança alimentar durante a pandemia da Covid-19 e mais recentemente com o cenário decorrente do conflito na Ucrânia.

“Somos a potência agroambiental que somos baseados na vocação natural de nosso país, na ciência e no trabalho duro dos nossos produtores. Os produtores são verdadeiros heróis. Resilientes face às adversidades de todas as ordens, geram renda e emprego. Finalmente, diante da pandemia e do conflito da Ucrânia, a sociedade começa a reconhecer o papel fundamental do Agro na preservação da economia e do processo de desenvolvimento sustentável”, disse, ao frisar que foi levado ao debate internacional o tema da garantia da segurança alimentar global frente ao cenário do conflito da Ucrânia e das decorrentes sanções e limitações ao comércio de fertilizantes.

“Os produtores são verdadeiros heróis”, destacou Tereza Cristina.

>> Veja aqui mais imagens

A entrega da titulação da propriedade rural a milhares de brasileiros; o fortalecimento da agricultura familiar e do seguro rural, e a abertura de mais de 200 mercados externos durante o período também foram destacados.

“Na nossa gestão priorizamos o agricultor familiar. A agricultura é uma só e devemos apoiar aqueles que mais precisam. Destinamos valores recordes aos financiamentos do Pronaf e, para esse público, não faltaram recursos. Entregamos mais de 340 mil títulos de regularização fundiária em todo o Brasil até agora e poderemos chegar a 500 mil até o final deste ano. Com os documentos, crédito adequado e assistência técnica, pequenos produtores contribuem para que o Brasil aumente ainda mais sua importância como uma potência agrícola”, comemorou Tereza Cristina.

Novo ministro da Agricultura, Marcos Montes

Na cerimônia, o presidente Jair Bolsonaro assinou o termo de posse do novo ministro da Agricultura, Marcos Montes, que estava na secretaria-executiva da Pasta desde 2019.

Tereza Cristina destacou que o bom trabalho desenvolvido no Mapa terá continuidade sob comando do novo ministro Marcos Montes. “Temos um ministério mais leve, preparado para apoiar a agropecuária de nosso país. Há ainda muito a ser feito. Tenho certeza que o Marcos Montes responderá aos desafios com muito sucesso”, finalizou.

Nos três anos e três meses de gestão frente ao Mapa, Tereza Cristina esteve licenciada da cadeira de deputada Federal. Ela se desliga do cargo no Executivo em cumprimento ao prazo de desincompatibilização estipulado pela Justiça Eleitoral.  

Na parte da tarde, na sede do Mapa, foi realizada a cerimônia de transmissão de cargo. Confira no canal do Mapa no Youtube.

>>> Ouça a matéria na Rádio Mapa:

Spotify

Soundcloud

Fonte: Ascom Mapa

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento realiza nesta quinta-feira (31), às 15h, a cerimônia de transmissão de cargo de ministro. A ministra Tereza Cristina passará o cargo ao atual secretário-executivo, Marcos Montes.  

A cerimônia será transmitida pelo canal do Mapa no Youtube: https://bit.ly/transmissao-mapa

SERVIÇO 

Cerimônia de transmissão de cargo de ministro

Data: 31 de março de 2022, às 15h

Local: Sede do Mapa – Esplanada dos Ministérios, Bloco D

Transmissão: https://bit.ly/transmissao-mapa

Ascom Mapa

Em todo o país, já foram entregues 337.055 títulos de propriedade rural

O Governo Federal entregou 2.667 títulos de propriedade rural, nesta terça-feira (29), a agricultores que vivem no Assentamento Itamarati, no município de Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul. Na ocasião, também foi anunciada a concessão de 8.330 documentos de titulação – entre provisórios e definitivos – em 164 áreas de reforma agrária de 51 cidades do estado, de maio de 2021 a março de 2022Nos últimos três anos, foram 12.256 títulos entregues no estado, sendo 2.133 definitivos.

A cerimônia teve a participação do presidente da República, Jair Bolsonaro; da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina; do ministro das Comunicações, Fábio Faria; do presidente do Incra, Geraldo Melo Filho; o secretário Especial de Assuntos Fundiários do Mapa, Nabhan Garcia; e o presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro.  

Com o documento de titulação em mãos, é possível pleitear investimentos e créditos destinados à agricultura.

No evento, a ministra Tereza Cristina destacou que uma das prioridades nos últimos anos foi modernizar a estrutura do Incra e otimizar o uso dos recursos para agilizar a emissão de títulos. “Viemos aqui em começo de fevereiro e fizemos o atendimento [feito pelo Incra] para que o lote de vocês pudesse ser liberado e que vocês pudessem ser proprietários da sua terra”, disse. Ela acrescentou que, com a posse da terra, as famílias podem investir e produzir melhor nas áreas, além de passarem para filhos e netos, garantindo a permanência de gerações no local.   

Para promover a regularização das famílias no Assentamento Itamarati, o Incra instituiu uma força-tarefa, desde janeiro de 2022, para prestar serviços como atualização, regularização e desbloqueio cadastral de beneficiários, regularização de ocupantes, emissão de Declarações de Aptidão ao Pronaf (DAP), além de cadastros e assinaturas de contratos do Crédito Instalação, na modalidade Fomento Mulher.

O presidente do Incra, Geraldo Melo Filho, afirmou que, agora, os agricultores podem viver e investir com segurança em seus lotes. “ O Assentamento Itamarati é emblemático na reforma agrária. Eram mais de 2.800 famílias que aqui moravam e produziam, e que até bem pouco tempo viviam um ambiente de total insegurança. Sem nenhum tipo de regularidade em suas posses”.

Realização

O agricultor Antônio Perusso da Cunha vive há 20 anos no Assentamento Itamarati. No lote de 17 hectares, planta soja, milho e feijão na área irrigada e cultiva, em horta, limão-taiti, mamão, cana-de-açúcar, maracujá, acerola, laranja e tangerina. Com a titulação definitiva, pretende fazer novos investimentos.

“Agora nós vamos buscar crédito para adquirir uma camionete ou plantar uma lavoura com custeio. Hoje a gente tem carro, moto, TV, internet, tem tudo, graças à reforma agrária. Nossa vida mudou e hoje completa minha felicidade com a titulação”, celebrou Antônio.

Para a beneficiária Cristiane de Almeida Benites Lopes, o documento representa segurança. “Com esse título em mãos, podemos dizer agora que o lote é nosso, somos os verdadeiros donos da terra e ninguém tira isso de nós. É uma garantia, futuramente, para os meus netos. Temos nossa área para produzir e assegurar um bem maior para todos da família”.

Força-tarefa

Foram mais de 3 mil atendimentos da força-tarefa do Incra durante o período de 31 de janeiro a 25 de fevereiro de 2022 para regularização do Assentamento Itamarati. A iniciativa garantiu a emissão de 1.239 contratos do Crédito Instalação na modalidade Fomento Mulher. Com o valor de até R$ 5 mil, retirado em operação única, o investimento é destinado exclusivamente às mulheres titulares do lote para implantação de projetos produtivos sob a responsabilidade delas.

Entre os anos de 2019 a 2022, o Incra já aplicou, aproximadamente, R$ 39,9 milhões em créditos da reforma agrária em Mato Grosso do Sul em diversos assentamentos.

Em todo o país, já foram entregues 337.055 títulos de propriedade rural.

Programa Produzir Brasil: títulação e assistência técnica

O Programa de Consolidação de Assentamentos – Produzir Brasil – é executado pela parceria entre a Anater e o Incra. A iniciativa fortalece os projetos da reforma agrária com o incentivo à produção em cadeias de valor, gerando desenvolvimento sustentável nos assentamentos do país.

A implementação viabiliza Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) aos produtores assentados que foram titulados ou estão em processo de titulação. É realizada a definição dos beneficiários, o diagnóstico e planejamento das ações, a elaboração e entrega dos projetos, intervenções técnicas e avaliação dos resultados.

Somente no estado sul-mato-grossense, além de Ponta Porã, assentamentos dos municípios de Anastácio, Aquidauana, Bodoquena, Maracaju, Jardim, Nioaque, Itaquirai, Angélica, Nova Alvorada do Sul, Rio Brilhante e Terenos recebem Ater. Cerca de 2.800 produtores são assistidos.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)

Nesta semana, cerca de 140 profissionais de empresas privadas de Ater serão treinados para atuarem junto a agricultores familiares do Nordeste

Nesta segunda-feira (28), a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) inicia mais um Curso de Formação de Agentes de Ater a Distância sobre o Programa de Consolidação de Assentamentos – Produzir Brasil. O treinamento é voltado para os profissionais das empresas privadas de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) que irão atuar na região da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). O PPB tem o objetivo de assistir as famílias de agricultores(as) assentados(as) tituladas ou em processo de titulação.

A expectativa é de que cerca de 140 agentes concluam a formação que possui 40 horas para certificação da Anater. O treinamento é realizado em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

No início, é apresentada a estrutura do curso e o panorama do PPB Brasil. Também são abordadas políticas públicas relacionadas como o Programa Alimenta Brasil (PAB) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).Temas como Associativismo e Cooperativismo, Bioeconomia, Ater Digital, Projeto Individual e Coletivo de Ater, e Plano de Desenvolvimento Sustentável dos Assentamentos (PDSA) fazem parte da grade curricular.

As aulas são ministradas com base na metodologia, prática e execução de Ater pelo Sistema de Gestão de Ater (SGA), implementado pela Anater. Os extensionistas rurais compõem as equipes técnicas das empresas de Ater selecionadas pela Chamada Pública 006/2021. Serão contemplados com os serviços os estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Na semana passada, o curso foi voltado para as empresas públicas de Ater. Participaram cerca de 100 agentes da Emdagro-SE, Emater-CE, Emater-RN e Emater-PB.

Programa Produzir Brasil

Sob governança do Mapa, a Anater atua em parceria com o Incra, responsável pelo Programa Nacional de Regularização Agrária (PNRA). A iniciativa permite que as famílias ao conquistarem o documento de titulação, passem a receber Ater. A proposta é consolidar os assentamentos, com geração de renda e independência financeira. A Ater é dividida em cinco etapas: definição dos beneficiários; diagnóstico e planejamento das ações; elaboração e entrega dos projetos; intervenções técnicas e avaliação dos resultados.

Fonte: Ascom Anater

Além de identificar e valorizar os produtos da agricultura familiar no Brasil, o selo fortalece o segmento junto aos consumidores

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) alcançou a marca do número 10 mil na emissão do Selo Nacional da Agricultura Familiar (Senaf). Criado para identificar e promover os produtos da agricultura familiar, o selo está cada vez mais presente em hortifrútis, sucos, cosméticos, cafés, carnes e artesanatos produzidos por agricultores familiares no Brasil.

Os cinco estados com a maior quantidade de produtos com o Senaf são Rio Grande do Sul (1.962), Minas Gerais (1.190), Ceará (831), Espírito Santo (717) e Bahia (607). Do total de selos emitidos, 8.871 foram do tipo Senaf da Agricultura Familiar; 449 Senaf Mulher; 243 Senaf Empresas; 120 Senaf Quilombola; 118 Senaf Sociobiodiversidade; 102 Senaf Indígena e 97 Senaf Juventude. Todos são voltados para produtos da agricultura familiar, mas cada um tem requisitos específicos para obtenção.

O Selo de número 10 mil foi entregue para a Agroindústria de Derivado da Cana-de-Açúcar, situada no município de Candelária, no Rio Grande do Sul, e comandada por Ari Arnaldo e Amélia Hennig. Na sexta-feira (25), o casal que expôs melado batido e puxa-puxa na 20ª Expoagro Afubra, recebeu o selo emitido pelo Mapa.

“O que nos levou a solicitar foi a oportunidade de adquiri-lo aqui mesmo na feira e a importância que ele tem para os consumidores saberem da origem dos produtos consumidos, além da valorização e da fortificação da agricultura familiar. Foi uma alegria e um orgulho muito grande poder adquiri-lo aqui na feira, ainda mais sendo o de número dez mil. A nossa expectativa é muito boa, pois o selo só tem a agregar valor aos nossos produtos”, comemora Ari Arnaldo Hennig.

O Senaf tem sido cada vez mais solicitado pelos agricultores familiares, tanto que a quantidade de produtos com a certificação passou de 700, em 2019, para mais de 10 mil, em 2022. A procura é resultado de medidas adotadas pela Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa que facilitaram o acesso ao selo.

De acordo com o secretário da pasta, Márcio Cândido, para ampliar o alcance, os procedimentos para solicitação e renovação do selo foram reformulados e podem ser feitos de forma prática pela internet. Além disso, a Secretaria passou a realizar a emissão do Senaf em feiras e outros eventos.

“Dentre as estratégias utilizadas para ampliar o número de produtos cadastrados estão a disponibilização do atendimento in loco durante os eventos de promoção comercial, a disseminação desta política por meio de palestras sobre o selo e a desburocratização do processo de solicitação, que pode ser feito de forma online”, diz Márcio Cândido.

O diretor de Cooperativismo e Acesso a Mercados do Mapa, Márcio Madalena, ressalta que, além de identificar os produtos oriundos da agricultura familiar no Brasil, o selo fortalece o segmento perante os consumidores e o público em geral. “O Senaf é uma importante ferramenta que agrega valor aos produtos e, ao mesmo tempo, promove o seu acesso competitivo ao mercado. Além disso, fortalece o contato entre quem consome e quem produz, dando visibilidade e rastreabilidade aos produtos”.

O Senaf potencializa a exposição e a comercialização da produção familiar ao aproximá-la do consumidor final, dando-lhe condições para checar a origem e as características do produto por meio de um QR Code. Ao apontar a câmera do celular para o código impresso no selo, o consumidor é direcionado para uma página web, contendo informações sobre aquele produto, como estado e município de origem, especificações da embalagem, valor nutricional e o contato do produtor familiar.

Para ampliar a visibilidade dos produtos e aproximar quem consome de quem produz, o Mapa disponibiliza para o cidadão a Vitrine da Agricultura Familiar, uma plataforma que apresenta o catálogo com todos aqueles produtos identificados com o Senaf e as suas principais informações. Na Plataforma, o consumidor consegue descobrir quais são as geleias, cafés, vinhos, biscoitos, queijos, cremes para cabelo, shampoos e outros produtos que possuem o selo.

Como solicitar o Senaf

O Selo pode ser solicitado por agricultores familiares, cooperativas ou associações de agricultores familiares e empresas. Para isso, é necessário possuir a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) Física ou Jurídica; cumprir as obrigações legais para a produção e a comercialização dos produtos; atender às regras sanitárias, ambientais, de consumo e de segurança do trabalho aplicáveis à produção, à comercialização e ao consumo dos produtos identificados pelo Senaf; e, no caso das empresas, apresentar notas fiscais que comprovam a aquisição de produtos da agricultura familiar.

O agricultor familiar ou representante de cooperativa/empresa que deseja solicitar o selo, precisa acessar a plataforma Vitrine da Agricultura Familiar, no endereço http://sistemas.agricultura.gov.br/vitrine, e clicar na opção “Solicite o Selo”. O solicitante será direcionado para uma página com detalhes sobre o Senaf.

Depois de ler as informações, basta clicar em “Solicite aqui” e digitar um CNPJ, no caso de DAP Jurídica (empreendimento, cooperativa ou associação), ou CPF, no caso de DAP Familiar (agricultor familiar individual). Em seguida, é preciso preencher o formulário eletrônico e prestar todas as informações sobre o empreendimento e os produtos nos quais pretende aplicar o selo.

Na Vitrine, é possível solicitar o Senaf, cadastrar o produto, acompanhar a tramitação, e, posteriormente, acessar o selo com o número de série específico e o QR Code. Tudo com agilidade, modernidade e eficiência, de maneira simples e sem nenhum custo para o agricultor e sua forma de organização social ou empresa.

>> Clique aqui para saber mais sobre o Selo Nacional da Agricultura Familiar

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)