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Com mais de 2 mil extensionistas rurais, ligados direta ou indiretamente, a Anater participa do evento em prol do desenvolvimento sustentável no campo

Na Semana do Extensionista Rural, a Câmara dos Deputados torna-se palco, nesta quarta-feira (02), de debate fundamental para o fortalecimento da Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) e valorização do profissional que realiza essa atividade. A profissão completa mais um ano no próximo domingo (06) e chega aos 72 anos, idade do surgimento da primeira Emater do país, em Minas Gerais. O evento contará com a participação de representantes de todo o Brasil, será realizado virtualmente e transmitido pelo canal da Casa, às 15 horas. 

A iniciativa partiu do presidente da Frente Parlamentar de Extensão Rural, o deputado federal, Zé Silva (Solidariedade/MG). O objetivo é apresentar novas ações para potencializar o desenvolvimento sustentável no campo por meio da extensão rural. O parlamentar e também extensionista relembrou as oscilações da Ater no país e ressaltou a expectativa quanto à sua consolidação, pleiteando investimento.

“Durante todos esses anos, os serviços de Ater enfrentam desafios. A retomada e o desenvolvimento, após os anos 90, caminham com um orçamento ora em crescimento, ora em declínio. Contudo, a demanda pela atividade está em constante aumento e a produção rural continua sendo a alavanca da economia no Brasil em meio à crise. Então, precisamos consolidar o serviço como essencial”, afirmou. Para ele, é notória a ausência de políticas públicas nas regiões mais pobres.

Entre os pontos abordados como sucateados estão: envelhecimento do quadro de profissionais, piso salarial baixo, sobrecarga dos municípios, falta de equipamentos e tecnologias essenciais como internet banda larga, veículos para visitas técnicas, entre outros.

O evento desta quarta-feira é um desdobramento da assinatura do “Pacto pelo Fortalecimento da Ater”, apresentado em 2019, com o apoio das entidades de extensão rural (estaduais), entidades representativas da agricultura familiar, Ministério da Agricultura e a Frente Parlamentar de Assistência Técnica e Extensão Rural.

Com mais de 2 mil extensionistas rurais, ligados direta ou indiretamente, a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) é parceira da iniciativa. O presidente da Agência, Ademar Silva, estará presente no evento para homenagear os profissionais e reforçar a necessidade de melhorias para o setor.

Participarão também: a ministra da Agricultura, Tereza Cristina; o representante da Academia Brasileira de Extensão Rural  (Aber) Hur Ben; o presidente da Asbraer, Nivaldo Magalhães; a coordenadora da Faser, Lucia Morais Kinceler; o presidente da Contag, Aristides Veras; o presidente da OCB, Márcio Lopes; o presidente da CNA, João Martins; o Coordenador Geral CONTRAF, Marcos Rochinski

Conquista: criação da Anater

O parlamentar Zé Silva construiu uma proposta concreta, e contou com o apoio e a aprovação da Comissão de Agricultura para encaminhar a criação da Anater. A Agência estabelecida e, agora, a luta é para garantir suas reestruturação e desburocratização para que os recursos cheguem até as Emateres de todo Brasil.

Investimento e a Anater

Foi apresentado ao ministro da Economia, Paulo Guedes e à ministra da Agricultura, Tereza Cristina, proposta de valorização do serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) com investimento no valor de R$ 700 milhões. A previsão é que R$ 500 milhões sejam operacionalizados pela Anater. O recurso é fundamental para o fortalecimento de Ater e valorização da agricultura familiar.

Projetos de Ater

Já foram apresentados projetos de lei em parceria com a Asbraer, a Academia Brasileira de Extensão Rural (Aber) e a Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Assistência Técnica e Extensão Rural e do Setor Público Agrícola do Brasil (Faser). As proposições possuem, entre outras medidas, a previsão de fontes de financiamento para o Serviço de Extensão Rural em todo Brasil. 

Saiba mais:

Projeto 4369/2020 destina para assistência rural parte dos royalties do petróleo no regime de partilha

Projeto 4370/2020 destina parcela da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) à  Anater

Projeto 4371/2020  institui a Política Nacional de Ater  para a PNATER e PRONATER

Programa Produzir Brasil e Ater Digital foram temas abordados pela Anater

A Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) participaram da 58ª Assembleia Geral Ordinária da Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer), realizada nesta quinta-feira (19). Sob condução do presidente da Asbraer, Nivaldo Magalhães, foram abordados temas sobre Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) no cenário público.

O diretor técnico Anater, Wesley Passaglia, abriu a primeira temática “Projetos e Perspectivas para Ater pública em 2021”. Passaglia explicou sobre o Programa Produzir Brasil iniciado no Centro-Oeste e com previsão de expansão para atender assentamentos nas demais regiões brasileiras. “A Ater pública é uma prioridade e terá ainda mais resultado ao realizarmos a ação casada após as famílias de agricultores assentados receberem o título de posse. É uma premissa nossa dar prioridade aos projetos para empresas públicas de Ater permitirem a independência financeira no campo”.

Já o presidente da Agência, Ademar Silva, fez um balanço dos projetos executados neste ano, mostrando a eficiência das instituições estaduais de Ater. “Dou os parabéns pelo esforço das associadas, de cada Emater do Brasil. Fazendo uma rápida prestação de contas, apesar de todas as dificuldades em 2020, a Anater com as Emateres executou R$ 26 milhões. Isso é uma conquista e o sucesso do trabalho de vocês”, destacou.

Todas as políticas públicas de agricultura estão concentradas no Mapa e são executadas pelas vinculadas. O secretário da Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa (SAF/Mapa), Fernando Schwanke, lembrou que as instituições públicas de Ater poderão contar com a pasta para expandir os trabalhos. “Nós conhecemos a força política que as Emateres têm e isso vai ser essencial para a aprovação do orçamento no final do ano. Tudo que pudermos fazer para ajudar, nós faremos”.

Outros temas discutidos na assembleia foram o programa Ater Digital, onde a coordenadora do programa no Mapa, Sílvia Onoyama, tirou as dúvidas das associadas e, o Crédito Fundiário, onde o Márcio Ribeiro da Silva, chefe de divisão da Coordenação Geral de Crédito Fundiário do Mapa, falou sobre a perspectiva para 2021.

Iniciativa vai beneficiar agricultores familiares, produtores e trabalhadores rurais, técnicos de campo e extensionistas

Brasília (16/10/2020) – O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) firmaram um convênio para oferta de vagas em capacitações gratuitas e online do Senar e desenvolvimento de cursos para o meio rural.

O projeto prevê oferta de 160 mil vagas de cursos de educação a distância do portal EaD Senar (http://EaD.senar.org.br/ ) até julho de 2022.

A parceria vai beneficiar agricultores familiares, produtores e trabalhadores rurais, técnicos de campo e extensionistas, beneficiários da assistência técnica e pessoas ligadas ao setor agropecuário.

O portal EaD Senar disponibiliza, atualmente, 80 cursos disponíveis em 21 áreas, que vão desde a qualidade de vida, gestão e empreendedorismo, produção vegetal, campo sustentável, agricultura de precisão, inclusão digital rural e agricultura de baixa emissão de carbono.

Com linguagem objetiva e de fácil aplicação no campo, o Senar utiliza recursos para facilitar o processo de aprendizagem, como videoaulas, fóruns e chats, atividades interativas e o apoio de tutores e monitores.

Durante o período de vigência do convênio também serão desenvolvidos cursos priorizando o acesso ao conhecimento de tecnologias e boas práticas, considerando as atividades produtivas para o público do setor rural.

Para conhecer a plataforma e verificar os cursos com vagas disponíveis, acesse:  http://EaD.senar.org.br/

As dúvidas também podem ser esclarecidas no telefone 0800 642 7070, de segunda a sexta-feira, das 8 às 18h (horário de Brasília).

As mulheres desempenham um importante papel no processo produtivo, além de contribuir efetivamente para construir caminhos para superação das situações de desigualdades

Do total de famílias assistidas pela Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), cerca de 30% são dirigidas por mulheres, que atuam no plantio, na colheita, no beneficiamento e na comercialização dos seus produtos; lideram associações e cooperativas; são empreendedoras, administradoras, assumindo um importante papel no processo produtivo, além de contribuir efetivamente para construir caminhos para superação das situações de desigualdades.

O presidente da Anater, Ademar Silva Jr, destaca que essa participação é fundamental para a organização produtiva e na construção de soluções para superação das situações de desigualdade. “Além de contribuir de forma eficiente e efetiva na atividade agropecuária, a participação da mulher garante a sucessão familiar. Se a mulher fica no campo, o filho também fica. Isso é fundamental para a continuidade da atividade produtiva no campo”.

Atualmente, a Anater está presente em todas as unidades da Federação, beneficiando diretamente cerca de 90 mil famílias de agricultores em quase 2.000 municípios de todas as unidades da Federação, assegurando oportunidades de integração econômica e social por meio da Ater e contribuindo para o resgate da cidadania, para a autonomia e para a melhoria da qualidade de vida dos agricultores familiares.

Além disso, com o programa Ater Mais Gestão, 1.177 organizações econômicas da agricultura familiar, como associações e cooperativas, estão recebendo assessoria técnica para aprimoramento gerencial e para organizar a produção e comercialização, com foco no acesso às variadas alternativas de mercado. Os empreendimentos integram outras cerca de 100 mil famílias de agricultores.

Essas ações são viabilizadas por recursos do Governo Federal, através do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), e realizadas em parceria com entidades prestadoras de Ater, públicas e privadas, de forma desburocratizada, com plano de trabalho construído coletivamente, levando em consideração as especificidades de cada região.

Na história de cada família atendida pela Anater e entidades parcerias é possível perceber como a Ater é capaz de promover cidadania, inclusão social e qualidade de vida. Elas também mostram o papel destacado das mulheres no desenvolvimento da agricultura, sendo as principais responsáveis pela garantia da segurança alimentar e nutricional das famílias.

Para a presidente da Emater do Distrito Federal, Denise Fonseca, as mulheres têm, historicamente, importância fundamental no processo de cooperação, pelas relações de amizade, parentesco com a vizinhança, sempre temperada com amor, compreensão, doação, solidariedade. “A maioria das organizações rurais que apoiamos tem nas mulheres grande parte de sua sustentabilidade. Cooperativas e associações que comercializam no mercado institucional têm principalmente nas mulheres a execução, o preparo e a organização dos produtos e processos, o que demonstra a importância das mulheres empreendedoras no contexto das organizações”, observa.

Edilene Steinwandter, presidente da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), diz que a mulher no agronegócio é sinônimo de sucesso no estado catarinense. “O processamento de alimentos para agregação de valor é uma das principiais atividades desenvolvidas pelas agricultoras catarinenses, o que nos faz ter a certeza de que o empreendedorismo corre nas veias deste público”, pondera.

De acordo com a presidente, em 2020, 9,13% do crédito rural aplicado no Estado foi para as mulheres. “O número ainda é baixo, mas mostra uma constante evolução, já que no ano passado esse índice ficou em 7,39% e em 2018 foi de 7,45%. Nas nossas capacitações, principalmente as voltadas para jovens de até 29 anos, elas são destaque não só pela participação massiva, mas também pelo interesse nos temas abordados. Vemos o resultado na prática, com cada vez mais mulheres tomando a frente dos negócios no meio rural, sempre com zelo, carinho e organização, que redundam em lucro para as famílias”, avalia.

Projeto Piloto
O Projeto Piloto foi a primeira ação da Anater junto aos produtores rurais, com a proposta principal de ampliar o acesso das famílias a uma Ater qualificada. A diversidade e especificidade de cada região estão contribuindo sobremaneira para aprimorar a proposta da Anater, de forma que todo o país possa ser assistido com a mesma eficácia nos resultados.

As ações previstas no projeto são realizadas em parceria com as entidades públicas prestadoras de Ater (as Emateres), no Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins, beneficiando 11.100 famílias de agricultores, sendo 3.168 delas dirigidas por mulheres.

Projeto D. Helder Câmara
O Projeto D. Helder Câmara é resultado de um acordo de financiamento entre o governo federal e o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), com objetivo de contribuir para a redução da pobreza rural e das desigualdades no Semiárido, por meio de serviços de Ater, fomento às atividades produtivas, e integração de políticas públicas federais, estaduais e municipais.

Em sua segunda fase, o PDHC integra 913 municípios dos estados de Pernambuco, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Sergipe, Paraíba, Piauí e Rio Grande do Norte (Nordeste) e Minas Gerais e Espírito Santo (Sudeste), apoiando cerca de 60.000 mil famílias e beneficiando diretamente em torno de 126 mil pessoas. Do total de famílias beneficiadas, 18.098 são chefiadas por mulheres.

Diversificação da cultura do tabaco
O projeto de diversificação da cultura do tabaco visa apoiar as atividades alternativas e economicamente viáveis à promoção da diversificação da cultura do tabaco nas Unidades Familiares de Produção Agrária (UFPA’s), de forma que, além do cultivo do tabaco, eles possam desenvolver outras atividades e culturas que gerem renda.

O projeto está sendo realizado em 72 municípios produtores de tabaco de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, e integra 13.041 famílias, sendo 4.044 chefiadas por mulheres.

Programa Nacional de Crédito Fundiário
A Anater também está ofertando serviços de Ater aos beneficiários do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF), que prevê, entre outras ações, capacitação na elaboração de projetos para acesso ao Crédito Rural, implantação dos projetos de infraestrutura, assessoramento técnico, gerencial e organizacional, e apoio à inovação tecnológica e acesso aos mercados – atividades necessárias à estruturação das unidades produtivas constituídas pelas comunidades e famílias beneficiárias.

O projeto integra 4.135 famílias de agricultores, sendo 1.120 chefiadas por mulheres.

Programa Cadastro de Terras e Regularização Fundiária
Os beneficiários do Programa Cadastro de Terras e Regularização Fundiária (PCTRF) também estão recebendo serviços de Ater através da Anater.

O objetivo é atender as demandas específicas do público beneficiário do PCTRF, com ações de Ater que garantam segurança jurídica, desenvolvimento social e acesso às políticas públicas de consolidação da agricultura familiar, de acesso ao crédito e aos meios de produção e comercialização de modo a assegurar a permanência do agricultor e da agricultora no ambiente rural, por meio da criação de oportunidades de trabalho e renda, do fortalecimento do exercício da cidadania e da melhoria da qualidade de vida.

O projeto integra 1.984 famílias de agricultores, sendo 495 chefiadas por mulheres.

Programa Ater Mais Gestão
O Programa Ater Mais Gestão oferece assistência técnica específica para organizações da agricultura familiar, baseado em ferramentas de apoio à tomada de decisão, visando o aprimoramento das diferentes áreas funcionais das organizações: governança, gestão de pessoas, gestão financeira, gestão comercial, gestão de projetos produtivos, gestão socioambiental e conformidade.

O programa beneficia 1.177 organizações econômicas da agricultura familiar, como associações e cooperativas, que integram outras cerca de 100 mil famílias de agricultores.

Inclusão pela Ater
Na história de cada família atendida, é possível perceber como a Ater é capaz de promover cidadania, inclusão social e qualidade de vida. Elas também mostram o papel destacado das mulheres no desenvolvimento da agricultura, sendo as principais responsáveis pela garantia da segurança alimentar e nutricional das famílias.

Em todas essas histórias tem a presença, a participação e a marca da Anater. E a cada família alcançada, a Anater reitera o compromisso de continuar trabalhando na formulação de projetos que possam contribuir para a promoção e fortalecimento da participação das mulheres na agricultura familiar, para que estas continuem sendo protagonistas nessa atividade que é a principal produtora dos alimentos que chegam diariamente à mesa dos brasileiros.

Jornalista: Jerusia Arruda
Assessoria de Comunicação Social
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O ‘Café Qualidade Paraná’, realizado em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR Paraná) se destaca pelos resultados expressivos alcançados

Neste ano, a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) completa quatro anos de atuação na promoção do desenvolvimento rural sustentável das mais diferentes cadeias produtivas em todo o país, através da atividade extensionista.

Instituída em 2014, após um período para regulamentação dos instrumentos e processos de trabalho, a Anater lançou, em 2017, seu primeiro projeto, o Projeto Piloto, viabilizado por recursos do Governo Federal, com objetivo de compartilhar conhecimento e construir soluções, por meio da prestação de assistência técnica e extensão rural (Ater).

As ações do projeto são realizadas em parceria com as entidades públicas estaduais prestadoras de Ater, nos estados de Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Tocantins e no Distrito Federal, beneficiando 11.100 famílias de agricultores. “A diversidade e especificidade de cada região estão contribuindo sobremaneira para aprimorar a proposta da Anater”, explica o presidente da agência, Ademar Silva Jr.

O ‘Café Qualidade Paraná’, realizado em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR Paraná) é um dos projetos produtivos desenvolvidos através do Projeto Piloto que se destaca pelos resultados expressivos alcançados.

O Projeto Piloto no Paraná, realizado numa parceria da Anater com o IDR-PR, integra 1.000 famílias de agricultores vocacionados na cafeicultura, que recebem serviços de assistência técnica e extensão rural, melhorando as condições de produção e produtividade, gerando referências e produzindo café de qualidade.

Para o diretor de Extensão do IDR Paraná, Nelson Harger, o apoio do Projeto Piloto da Anater, junto com os demais elos da cadeia, proporcionaram condições para, não só estabilizar a área de café, que vinha caindo vertiginosamente, como também viabilizar, a longo prazo, sua permanência como uma importante fonte de renda e trabalho para cerca de 10.000 pequenos cafeicultores paranaenses.
“A parceria com a Anater veio colaborar com o processo, ajudando a direcionar as ações, viabilizando recursos que facilitaram as ações e possibilitaram incluir outros trabalhos que estávamos iniciando, como o projeto “mulheres do café”, que hoje tem repercussão internacional”, observa.

De acordo com o diretor, o Projeto Piloto ajudou a ‘pular’ algumas etapas, tornado as ações mais efetivas. “Com o projeto foi possível, por exemplo, viabilizar importantes intercâmbios entre os produtores beneficiados diretamente e, também, entre os beneficiários e outros produtores do país. O projeto também viabilizou a integração entre a produção e o mercado, beneficiando elos importantes da cadeia do café, além de viabilizar recursos para a manutenção dos trabalhos no campo e a integração entre o ensino, a pesquisa e a extensão”, avalia Harger.

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Através do projeto, agricultores familiares estão saindo da situação de extrema pobreza para se tornarem produtores do próprio sustento e, ainda, diversificar a produção e gerar renda

Projetos produtivos desenvolvidos por produtores rurais cearenses, através do projeto D. Helder Câmara (PDHC), estão garantindo melhores condições de sustento e qualidade de vida para suas famílias.

Cerca de 10 mil famílias de 113 municípios do estado cearense participam das ações do projeto, entre agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais e assentados da reforma agrária, que recebem serviços de assistência técnica e extensão rural (Ater), fomento às atividades produtivas rurais (individual e coletivo) e fomento para alimentação animal.

O projeto é resultado da parceria entre o Governo Federal, através do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), e o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA). Para a implementação do projeto, o Mapa possui importantes parcerias, entre elas a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), e tem como objetivo contribuir para a melhoria sustentável das condições sociais e econômicas das famílias que vivem em condição de pobreza ou extrema pobreza no Semiárido.

No Ceará, as ações são realizadas numa parceria entre a Anater e a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará (Ematerce), o Instituto Flor do Piqui, o Centro de Estudos do Trabalho e de Assessoria ao Trabalhador (Cetra) e o Centro de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável do Semiárido (Cactus).

Boas práticas
Em sua segunda fase, o projeto D. Helder Câmara coleciona milhares de histórias de agricultores familiares que conseguiram sair da situação de extrema pobreza e se tornarem produtores do próprio sustento e, ainda, diversificar sua produção e gerar renda.

Algumas dessas histórias vêm do município de Crato, na região do Cariri cearense. Uma delas é a da família do agricultor José Gomes da Silva, 45 anos, mais conhecido por Duda, morador do sítio Santo Antônio, distrito de Santa Fé, que começou a notar sua rotina de trabalho modificada com a chegada dos benefícios do projeto em sua propriedade.

Com a assistência recebida através da Ematerce, Duda vem aperfeiçoando o processo produtivo de aves, que são comercializados para um supermercado da região. O trabalho é acompanhado pelo gerente local da Ematerce, Antônio Porto, e pelo agrônomo Abelardo Arraes, e os resultados já despertaram na família o interesse em ampliar o negócio.

Com o recurso de R$2.400, do Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais, recebido através do PDHC, o produtor planeja dobrar o tamanho do galpão e duplicar a produção de frangos. “O Projeto foi muito importante para mim e para minha família. Instalei o galpão, comprei medicamentos, ração e aves. Com algumas adaptações, a perda de pintos foi quase zero”, comemora Duda, que já prepara a comercialização do terceiro lote de frangos.

Duda também instalou um aquecedor artesanal, para diminuir a mortandade dos pintos, e planeja adquirir uma forrageira, para facilitar o preparo da alimentação dos frangos.

Suinocultura
Outro beneficiário do PDHC no município de Crato/CE é a família do agricultor José Marcos Correia dos Santos, 36 anos, residente no sítio Faustino, distrito Dom Quintino. Com os recursos do programa de fomento a família investiu na criação de suínos. O recurso foi aplicado na instalação do chiqueiro e na compra de ração e de dois animais da raça piau. José Marcos recebe assistência através da Ematerce, que orienta na melhoria do plantel, na alimentação e na comercialização dos animais.

Outro exemplo exitoso na atividade de suinocultura no distrito de D. Quintino vem do sítio Cachoeira dos Gonçalves, de propriedade da família da agricultora Poliana Gonçalves da Silva.

Com o recurso programa de fomento, Poliana adquiriu 8 porcos adultos, medicamentos e ração, e já duplicou o recurso recebido com a comercialização de parte dos porcos, que são vendidos vivos, ou abatidos e tratados. Atualmente, ela conta com um plantel de 11 porcos, sendo 6 adultos e 5 leitões.

PDHC
Atualmente, as ações do projeto D. Helder Câmara estão em 913 municípios em 11 estados da Federação. Além do Ceará, o projeto está presente em Alagoas, Bahia, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe (região Nordeste) e Minas Gerais e Espírito Santo (região Sudeste), apoiando cerca de 60.000 mil famílias e beneficiando diretamente em torno de 126 mil pessoas.

(Com informações da Ematerce).

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Os cursos são voltados os técnicos que atuam nos projetos e programas da agência

A Agência de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) retomou, nesta segunda-feira (24), o programa de formação de agentes de Ater, cujos cursos passarão a ser realizados a distância. A primeira turma, iniciada nesta segunda-feira, integra técnicos Emater do Rio Grande do Norte que ainda não participaram do curso de formação.

Mais de seis mil extensionistas rurais, de todas as regiões do país, já passaram pelo programa de formação da Anater e, de acordo com o gerente, todos os técnicos que estiverem atuando nos projetos deverão passar pelo curso.

“Nossa proposta é realizar a atualização de todos os técnicos que estão em campo, executando as ações previstas nos projetos, que são realizados em parceria com entidades públicas e privadas prestadoras de Ater em todo o país, maximizando o trabalho do extensionista e elevando a abrangência e a qualidade dos serviços de Ater ofertados aos agricultores e suas organizações”, explica Leonardo Vieira Nunes, gerente de Gestão de Ater e Formação da Anater.

Durante o curso, são abordados temas como a contextualização, problematização, metodologia e execução da Ater, políticas públicas, gestão de contratos, entre outros temas específicos que são de importância para a Ater. As aulas promovem reflexões teóricas em articulação com as práticas vivenciadas pelos técnicos.

INSCRIÇÕES
As inscrições deverão ser feitas pela entidade onde o técnico está vinculado. Para isso, basta a enviar a lista com o nome, e-mail e telefone dos técnicos aptos a participar do curso para o e-mail: eadformacao@anater.org.

Não serão aceitas inscrições individuais.

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Ações beneficiam produtores rurais, associações e cooperativas com assistência técnica e gerencial

Desde 2017, a Agência Nacional de Assistência Técnica Extensão Rural (Anater) está levando assistência técnica para agricultores familiares do estado de Goiás, através do Projeto Piloto e do Programa Ater Mais Gestão.

O Projeto Piloto é realizado em parceria com a Agência Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária (Emater-GO) e integra 500 famílias de agricultores de 46 comunidades rurais, em 42 municípios goianos.

Já o Programa Ater Mais Gestão é realizado no estado em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Humano, Social e Ambiental (Instituto Desenvolver), integrando 22 empreendimentos da agricultura familiar, entre cooperativas e associações, beneficiando cerca de 2.000 famílias.

Os projetos são viabilizados por recursos do Governo Federal, repassados à Anater através de um contrato de gestão com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). “A diversidade produtiva e a assistência técnica qualificada estão contribuindo para fortalecer ainda mais a atividade agropecuária do estado goiano”, avalia Wesley Passaglia, diretor técnico da Anater.

Coordenadora do Projeto Piloto no âmbito da Emater Goiás, Ellen Maria Pacheco Alves explica que as ações do projeto estão distribuídas nas 12 regiões administrativas da empresa. “Cada região trabalha com as atividades mais relevantes para o seu território”, completa.

Segundo a coordenadora, a parceria com a Anater foi balizada na metodologia da Rede de Inovação Rural da Emater, que preconiza um assessoramento técnico programado e continuado, agregando o conhecimento à proatividade da comunidade rural, promovendo o aumento de renda e da qualidade de vida do agricultor e de sua família. “Esta parceria possibilitou o aumento do número de famílias atendidas, ampliando nossa capacidade de atuação. Além disso, para executar as ações, os extensionistas da Emater envolvidos passaram por cursos de formação, possibilitando levar ao homem do campo um serviço de Ater ainda mais qualificado”, ressalta.

Ater Mais Gestão
O Programa Ater Mais Gestão oferece assistência técnica específica para organizações da agricultura familiar, baseado em ferramentas de apoio à tomada de decisão, visando o aprimoramento das diferentes áreas funcionais das organizações: governança, gestão de pessoas, gestão financeira, gestão comercial, gestão de projetos produtivos e gestão socioambiental.

O presidente do Instituto Desenvolver, Claudivan Alves Neto, explica que as ações do projeto estão possibilitando o resgate de muitas associações e cooperativas que já estavam planejando encerrar suas atividades. “Para muitos empreendimentos que integram o programa é a primeira vez que recebem um apoio dessa natureza. Através do Instituto, eles recebem assessoria técnica e gerencial nas áreas de marketing e gestão financeira, qualificação do quadro de diretores, elaboração de projetos para a captação de recursos e outras atividades, conforme a demanda e a necessidade de cada empreendimento”.

Segundo o presidente, a parceria do Instituto Desenvolver com a Anater tem sido profícua. “Esse trabalho também tem permitido a criação de novas parcerias estratégicas com órgãos governamentais e entidades da sociedade civil na construção de uma estratégia de médio e longo prazo, para a continuidade das atividades do programa”, completa.

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Por ser uma região de grande dimensão geográfica e enorme diversidade produtiva, promover assistência técnica no Pará requer estratégias específicas que abarquem toda essa diversidade

A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater) implantou uma unidade de referência tecnológica (URT) de aquaponia na comunidade quilombola do Abacatal, município de Ananindeua, Região Metropolitana de Belém. A URT integra as técnicas de hidroponia e aquicultura e oferece uma série de benefícios por ser uma modalidade de cultivo integrado.

A atividade faz parte do Projeto Piloto da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), realizado no estado do Pará em parceria com a Emater, e integra diretamente 1.000 famílias de agricultores em mais de 40 municípios paraenses. “A parceria com a Anater está contribuindo para ampliar o acesso do produtor a uma assistência técnica diferenciada, especialmente nas atividades coletivas, qualificando ainda mais a produção. A política pública está chegando ao agricultor familiar e a Anater está tendo papel fundamental neste processo”, ressalta Cleide Amorim, presidente da Emater.

O presidente da Anater, Ademar Silva Jr, destaca que levar serviços de Ater aos produtores paraenses é um desafio. “O Pará possui uma enorme diversidade produtiva, com grandes culturas, como o cacau, a castanha e o açaí, e uma grande dimensão geográfica, com regiões de difícil acesso. Além disso, tem uma agricultura familiar forte e diversificada, como o ribeirinho, o extrativista, o indígena, regiões inteiras formadas por assentamentos da Reforma Agrária, e é preciso criar estratégias específicas para realizar um serviço de Ater que abarque toda essa diversidade. Por isso iniciamos nosso primeiro projeto, o Piloto, no estado paraense, exatamente para melhor conhecer os desafios vivenciados pelo extensionista e usar a experiência e o conhecimento adquiridos com o projeto para aprimorar e ampliar o alcance das ações da Anater”, explica.

Programa Ater Mais Gestão
Além do Projeto Piloto, produtores rurais paraenses também são beneficiados com as ações do programa Ater Mais Gestão, que oferece assistência técnica e gerencial para organizações da agricultura familiar.

O Ater Mais Gestão é programa do Governo Federal, coordenado pela Anater, que visa promover a melhoria dos processos internos de gestão dos empreendimentos, desde o planejamento das atividades até a promoção da comercialização da produção. No Pará, o programa integra 38 empreendimentos, entre cooperativas e associações, impactando cerca de 3.200 produtores rurais.

As ações do programa são realizadas em parceria com a GR Assessoria e Planejamento de Projetos Agropecuários, e com a Cooperativa de Trabalho em Apoio ao Desenvolvimento Rural Sustentável (Coodersus).

Rafael Pizzato Vier, coordenador da GR Assessoria, explica que a organização coletiva dos agricultores familiares na região norte, última fronteira agrícola do país, é um desafio. “Através da parceria com a Anater, a GR atende 16 empreendimentos do Pará, localizados em 12 municípios, nas regiões Sul, Sudeste e Baixo Amazonas. Esses empreendimentos integram 1.223 associados, 54 funcionários permanentes e um faturamento anual de mais de 15 milhões de reais. Todo esse conjunto representa uma grande diversidade produtiva, e demandam longas distâncias a serem percorridas para levar a assistência técnica”, relata.

Segundo o coordenador, os empreendimentos atendidos estão em diferentes estágios de organização. Alguns bastante avançados e outros dando seus primeiros passos. “Por isso, atender um coletivo de empreendimentos é mais vantajoso porque eles podem compartilhar experiências, aumentando a participação conjunta num mercado”, completa.

Rafael Pizzato ressalta que o futuro da produção agropecuária do Brasil passa, necessariamente, pela organização das famílias e pela agregação de valor de sua produção e conquista de novos mercados. “Daí a importância de uma Ater diferenciada como o programa Ater Mais Gestão, para que as necessidades das famílias sejam atendidas de forma ampliada”, conclui.

Jornalista: Jerusia Arruda
Assessoria de Comunicação Social
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A Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) está levando assistência técnica para milhares de produtores rurais mineiros e promovendo o desenvolvimento sustentável das mais diferentes cadeias produtivas no estado Minas Gerais.

De acordo com o presidente Ademar Silva Jr, em Minas Gerais, os projetos da Anater integram mais de 36 mil produtores rurais e 113 empreendimentos da agricultura familiar, entre cooperativas e associações, em 306 municípios. “A atividade agropecuária mineira é muito pujante, e os projetos da Anater integram diversas áreas produtivas, contribuindo para elevar ainda mais a qualidade da produção em todo estado”, destaca.

O presidente explica que os projetos são viabilizados por recursos do Governo Federal, repassados à Anater através de um contrato de gestão com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). “Para execução das ações, a Anater conta com a parceria da Emater-MG, e de várias entidades privadas prestadoras de Ater”, completa.

Além da Emater, também atuam na execução dos projetos da Anater, em Minas Gerais, a Embrapa Milho e Sorgo, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), a Planejjar Consultoria, a Barra Consultoria, o Instituto de Desenvolvimento Humano, Social e Ambiental (Desenvolver), a Cooperativa dos Agricultores Familiares da Fazenda Santa Maria (Coopersam) e a Diamantina Projetos.

PROJETOS
Os números mostram a abrangência da ação da Anater no Estado. O projeto Piloto, realizado em parceria com a Emater-MG, viabiliza projetos produtivos em 147 municípios e integra 5.575 famílias de cinco regiões do estado (Leste, Nordeste, Norte, Central e Triângulo Mineiro). Entre as ações, se destacam a assistência a produtores de leite do Triângulo Mineiro, e a agricultores familiares na região dos perímetros irrigados nos projetos Jaíba e Gorutuba, nos municípios de Nova Porteirinha e Jaíba, na região Norte de Minas.

O presidente da Emater-MG, Gustavo Laterza, explica que a parceria proporciona o compartilhamento do conhecimento agropecuário e a construção de soluções que promovam a melhoria da qualidade de vida e renda aos produtores mineiros. “Esta é uma parceria exitosa entre a Emater-MG e a Anater para a promoção do desenvolvimento sustentável, através da atuação extensionista na execução de projetos produtivos”.

Segundo Laterza, na região dos perímetros irrigados dos projetos Jaíba e Gorutuba, a Emater assiste 800 agricultores familiares. As atividades econômicas desenvolvidas pelos beneficiários do projeto são bastante diversificadas, com destaque, na fruticultura, para a produção de banana e limão e na olericultura para produção de batata e mandioca, entre outras.

Já na região do Triângulo Mineiro, a Emater assiste 1.000 famílias, em 46 municípios, sendo a pecuária leiteira a base das atividades econômicas dessas famílias. O foco do trabalho é levar um conjunto de conhecimentos e práticas, para melhor manejo e alimentação do rebanho, melhoria, desenvolvimento e/ou recuperação de pastagens, obtenção e gestão dos indicadores zootécnicos ligados à parte reprodutiva e produtiva do rebanho, melhoria genética, sanidade, qualidade do produto, dentre outros.

“A Emater-MG possui capilaridade numa parceria forte e integrada com os municípios e isso cria um ambiente institucional favorável para implementar ações de desenvolvimento e execução das políticas públicas de interesse da comunidade. Acreditamos e confiamos na parceria com a Anater e temos expectativa de ampliarmos nossas ações conjuntas com novos projetos, pois investir em Ater pública é uma agenda positiva para proporcionar o incremento da universalização das políticas públicas, visando a promoção do desenvolvimento sustentável”, avalia Gustavo Laterza.

OUTRAS AÇÕES
A Anater também leva as ações do projeto D. Helder Câmara, que tem como referencial o combate à pobreza, beneficiando 7.714 famílias de agricultores do Semiárido mineiro, e 1.333 famílias beneficiárias do Programa Nacional de Crédito Fundiário.

O Semiárido mineiro também é beneficiado com as ações do projeto AgroNordeste, através da parceria da Anater com o Senar, integrando 1009 produtores de 53 municípios. O objetivo do AgroNordeste é aumentar a competitividade das cadeias produtivas, inserir assentados da reforma agrária na produção agrícola familiar e nos mercados de venda, promover a melhoria das condições sanitárias das atividades agropecuárias (por exemplo, na fruticultura) e realizar estudos em busca de inovações para os produtores rurais.

Além da assistência técnica direta aos agricultores, a Anater também está ofertando qualificação técnica e gerencial para 113 empreendimentos da agricultura familiar, através do programa Ater Mais Gestão, com objetivo de torná-los mais eficientes para participar dos mercados disponíveis, especialmente o institucional, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). Os empreendimentos beneficiam, diretamente, mais de 20 mil agricultores familiares de todo o estado.

Para dar conta de todos esse trabalho, a Anater qualificou os extensionistas rurais que atuam nos projetos, elevando a abrangência e a qualidade da assistência ofertada aos agricultores e suas organizações econômicas. Nos dois últimos anos, mais de 1000 extensionistas rurais mineiros já passaram pelo Programa de Formação da Anater e, a partir do próximo mês de setembro, todos os técnicos que estiverem atuando nos projetos irão passar por um curso de atualização, para garantir a efetividade das ações.


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