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Através do projeto, agricultores familiares estão saindo da situação de extrema pobreza para se tornarem produtores do próprio sustento e, ainda, diversificar a produção e gerar renda

Projetos produtivos desenvolvidos por produtores rurais cearenses, através do projeto D. Helder Câmara (PDHC), estão garantindo melhores condições de sustento e qualidade de vida para suas famílias.

Cerca de 10 mil famílias de 113 municípios do estado cearense participam das ações do projeto, entre agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais e assentados da reforma agrária, que recebem serviços de assistência técnica e extensão rural (Ater), fomento às atividades produtivas rurais (individual e coletivo) e fomento para alimentação animal.

O projeto é resultado da parceria entre o Governo Federal, através do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), e o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA). Para a implementação do projeto, o Mapa possui importantes parcerias, entre elas a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), e tem como objetivo contribuir para a melhoria sustentável das condições sociais e econômicas das famílias que vivem em condição de pobreza ou extrema pobreza no Semiárido.

No Ceará, as ações são realizadas numa parceria entre a Anater e a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará (Ematerce), o Instituto Flor do Piqui, o Centro de Estudos do Trabalho e de Assessoria ao Trabalhador (Cetra) e o Centro de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável do Semiárido (Cactus).

Boas práticas
Em sua segunda fase, o projeto D. Helder Câmara coleciona milhares de histórias de agricultores familiares que conseguiram sair da situação de extrema pobreza e se tornarem produtores do próprio sustento e, ainda, diversificar sua produção e gerar renda.

Algumas dessas histórias vêm do município de Crato, na região do Cariri cearense. Uma delas é a da família do agricultor José Gomes da Silva, 45 anos, mais conhecido por Duda, morador do sítio Santo Antônio, distrito de Santa Fé, que começou a notar sua rotina de trabalho modificada com a chegada dos benefícios do projeto em sua propriedade.

Com a assistência recebida através da Ematerce, Duda vem aperfeiçoando o processo produtivo de aves, que são comercializados para um supermercado da região. O trabalho é acompanhado pelo gerente local da Ematerce, Antônio Porto, e pelo agrônomo Abelardo Arraes, e os resultados já despertaram na família o interesse em ampliar o negócio.

Com o recurso de R$2.400, do Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais, recebido através do PDHC, o produtor planeja dobrar o tamanho do galpão e duplicar a produção de frangos. “O Projeto foi muito importante para mim e para minha família. Instalei o galpão, comprei medicamentos, ração e aves. Com algumas adaptações, a perda de pintos foi quase zero”, comemora Duda, que já prepara a comercialização do terceiro lote de frangos.

Duda também instalou um aquecedor artesanal, para diminuir a mortandade dos pintos, e planeja adquirir uma forrageira, para facilitar o preparo da alimentação dos frangos.

Suinocultura
Outro beneficiário do PDHC no município de Crato/CE é a família do agricultor José Marcos Correia dos Santos, 36 anos, residente no sítio Faustino, distrito Dom Quintino. Com os recursos do programa de fomento a família investiu na criação de suínos. O recurso foi aplicado na instalação do chiqueiro e na compra de ração e de dois animais da raça piau. José Marcos recebe assistência através da Ematerce, que orienta na melhoria do plantel, na alimentação e na comercialização dos animais.

Outro exemplo exitoso na atividade de suinocultura no distrito de D. Quintino vem do sítio Cachoeira dos Gonçalves, de propriedade da família da agricultora Poliana Gonçalves da Silva.

Com o recurso programa de fomento, Poliana adquiriu 8 porcos adultos, medicamentos e ração, e já duplicou o recurso recebido com a comercialização de parte dos porcos, que são vendidos vivos, ou abatidos e tratados. Atualmente, ela conta com um plantel de 11 porcos, sendo 6 adultos e 5 leitões.

PDHC
Atualmente, as ações do projeto D. Helder Câmara estão em 913 municípios em 11 estados da Federação. Além do Ceará, o projeto está presente em Alagoas, Bahia, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe (região Nordeste) e Minas Gerais e Espírito Santo (região Sudeste), apoiando cerca de 60.000 mil famílias e beneficiando diretamente em torno de 126 mil pessoas.

(Com informações da Ematerce).

Jornalista: Jerusia Arruda
Assessoria de Comunicação Social
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Os cursos são voltados os técnicos que atuam nos projetos e programas da agência

A Agência de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) retomou, nesta segunda-feira (24), o programa de formação de agentes de Ater, cujos cursos passarão a ser realizados a distância. A primeira turma, iniciada nesta segunda-feira, integra técnicos Emater do Rio Grande do Norte que ainda não participaram do curso de formação.

Mais de seis mil extensionistas rurais, de todas as regiões do país, já passaram pelo programa de formação da Anater e, de acordo com o gerente, todos os técnicos que estiverem atuando nos projetos deverão passar pelo curso.

“Nossa proposta é realizar a atualização de todos os técnicos que estão em campo, executando as ações previstas nos projetos, que são realizados em parceria com entidades públicas e privadas prestadoras de Ater em todo o país, maximizando o trabalho do extensionista e elevando a abrangência e a qualidade dos serviços de Ater ofertados aos agricultores e suas organizações”, explica Leonardo Vieira Nunes, gerente de Gestão de Ater e Formação da Anater.

Durante o curso, são abordados temas como a contextualização, problematização, metodologia e execução da Ater, políticas públicas, gestão de contratos, entre outros temas específicos que são de importância para a Ater. As aulas promovem reflexões teóricas em articulação com as práticas vivenciadas pelos técnicos.

INSCRIÇÕES
As inscrições deverão ser feitas pela entidade onde o técnico está vinculado. Para isso, basta a enviar a lista com o nome, e-mail e telefone dos técnicos aptos a participar do curso para o e-mail: eadformacao@anater.org.

Não serão aceitas inscrições individuais.

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Ações beneficiam produtores rurais, associações e cooperativas com assistência técnica e gerencial

Desde 2017, a Agência Nacional de Assistência Técnica Extensão Rural (Anater) está levando assistência técnica para agricultores familiares do estado de Goiás, através do Projeto Piloto e do Programa Ater Mais Gestão.

O Projeto Piloto é realizado em parceria com a Agência Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária (Emater-GO) e integra 500 famílias de agricultores de 46 comunidades rurais, em 42 municípios goianos.

Já o Programa Ater Mais Gestão é realizado no estado em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Humano, Social e Ambiental (Instituto Desenvolver), integrando 22 empreendimentos da agricultura familiar, entre cooperativas e associações, beneficiando cerca de 2.000 famílias.

Os projetos são viabilizados por recursos do Governo Federal, repassados à Anater através de um contrato de gestão com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). “A diversidade produtiva e a assistência técnica qualificada estão contribuindo para fortalecer ainda mais a atividade agropecuária do estado goiano”, avalia Wesley Passaglia, diretor técnico da Anater.

Coordenadora do Projeto Piloto no âmbito da Emater Goiás, Ellen Maria Pacheco Alves explica que as ações do projeto estão distribuídas nas 12 regiões administrativas da empresa. “Cada região trabalha com as atividades mais relevantes para o seu território”, completa.

Segundo a coordenadora, a parceria com a Anater foi balizada na metodologia da Rede de Inovação Rural da Emater, que preconiza um assessoramento técnico programado e continuado, agregando o conhecimento à proatividade da comunidade rural, promovendo o aumento de renda e da qualidade de vida do agricultor e de sua família. “Esta parceria possibilitou o aumento do número de famílias atendidas, ampliando nossa capacidade de atuação. Além disso, para executar as ações, os extensionistas da Emater envolvidos passaram por cursos de formação, possibilitando levar ao homem do campo um serviço de Ater ainda mais qualificado”, ressalta.

Ater Mais Gestão
O Programa Ater Mais Gestão oferece assistência técnica específica para organizações da agricultura familiar, baseado em ferramentas de apoio à tomada de decisão, visando o aprimoramento das diferentes áreas funcionais das organizações: governança, gestão de pessoas, gestão financeira, gestão comercial, gestão de projetos produtivos e gestão socioambiental.

O presidente do Instituto Desenvolver, Claudivan Alves Neto, explica que as ações do projeto estão possibilitando o resgate de muitas associações e cooperativas que já estavam planejando encerrar suas atividades. “Para muitos empreendimentos que integram o programa é a primeira vez que recebem um apoio dessa natureza. Através do Instituto, eles recebem assessoria técnica e gerencial nas áreas de marketing e gestão financeira, qualificação do quadro de diretores, elaboração de projetos para a captação de recursos e outras atividades, conforme a demanda e a necessidade de cada empreendimento”.

Segundo o presidente, a parceria do Instituto Desenvolver com a Anater tem sido profícua. “Esse trabalho também tem permitido a criação de novas parcerias estratégicas com órgãos governamentais e entidades da sociedade civil na construção de uma estratégia de médio e longo prazo, para a continuidade das atividades do programa”, completa.

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Por ser uma região de grande dimensão geográfica e enorme diversidade produtiva, promover assistência técnica no Pará requer estratégias específicas que abarquem toda essa diversidade

A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater) implantou uma unidade de referência tecnológica (URT) de aquaponia na comunidade quilombola do Abacatal, município de Ananindeua, Região Metropolitana de Belém. A URT integra as técnicas de hidroponia e aquicultura e oferece uma série de benefícios por ser uma modalidade de cultivo integrado.

A atividade faz parte do Projeto Piloto da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), realizado no estado do Pará em parceria com a Emater, e integra diretamente 1.000 famílias de agricultores em mais de 40 municípios paraenses. “A parceria com a Anater está contribuindo para ampliar o acesso do produtor a uma assistência técnica diferenciada, especialmente nas atividades coletivas, qualificando ainda mais a produção. A política pública está chegando ao agricultor familiar e a Anater está tendo papel fundamental neste processo”, ressalta Cleide Amorim, presidente da Emater.

O presidente da Anater, Ademar Silva Jr, destaca que levar serviços de Ater aos produtores paraenses é um desafio. “O Pará possui uma enorme diversidade produtiva, com grandes culturas, como o cacau, a castanha e o açaí, e uma grande dimensão geográfica, com regiões de difícil acesso. Além disso, tem uma agricultura familiar forte e diversificada, como o ribeirinho, o extrativista, o indígena, regiões inteiras formadas por assentamentos da Reforma Agrária, e é preciso criar estratégias específicas para realizar um serviço de Ater que abarque toda essa diversidade. Por isso iniciamos nosso primeiro projeto, o Piloto, no estado paraense, exatamente para melhor conhecer os desafios vivenciados pelo extensionista e usar a experiência e o conhecimento adquiridos com o projeto para aprimorar e ampliar o alcance das ações da Anater”, explica.

Programa Ater Mais Gestão
Além do Projeto Piloto, produtores rurais paraenses também são beneficiados com as ações do programa Ater Mais Gestão, que oferece assistência técnica e gerencial para organizações da agricultura familiar.

O Ater Mais Gestão é programa do Governo Federal, coordenado pela Anater, que visa promover a melhoria dos processos internos de gestão dos empreendimentos, desde o planejamento das atividades até a promoção da comercialização da produção. No Pará, o programa integra 38 empreendimentos, entre cooperativas e associações, impactando cerca de 3.200 produtores rurais.

As ações do programa são realizadas em parceria com a GR Assessoria e Planejamento de Projetos Agropecuários, e com a Cooperativa de Trabalho em Apoio ao Desenvolvimento Rural Sustentável (Coodersus).

Rafael Pizzato Vier, coordenador da GR Assessoria, explica que a organização coletiva dos agricultores familiares na região norte, última fronteira agrícola do país, é um desafio. “Através da parceria com a Anater, a GR atende 16 empreendimentos do Pará, localizados em 12 municípios, nas regiões Sul, Sudeste e Baixo Amazonas. Esses empreendimentos integram 1.223 associados, 54 funcionários permanentes e um faturamento anual de mais de 15 milhões de reais. Todo esse conjunto representa uma grande diversidade produtiva, e demandam longas distâncias a serem percorridas para levar a assistência técnica”, relata.

Segundo o coordenador, os empreendimentos atendidos estão em diferentes estágios de organização. Alguns bastante avançados e outros dando seus primeiros passos. “Por isso, atender um coletivo de empreendimentos é mais vantajoso porque eles podem compartilhar experiências, aumentando a participação conjunta num mercado”, completa.

Rafael Pizzato ressalta que o futuro da produção agropecuária do Brasil passa, necessariamente, pela organização das famílias e pela agregação de valor de sua produção e conquista de novos mercados. “Daí a importância de uma Ater diferenciada como o programa Ater Mais Gestão, para que as necessidades das famílias sejam atendidas de forma ampliada”, conclui.

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A Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) está levando assistência técnica para milhares de produtores rurais mineiros e promovendo o desenvolvimento sustentável das mais diferentes cadeias produtivas no estado Minas Gerais.

De acordo com o presidente Ademar Silva Jr, em Minas Gerais, os projetos da Anater integram mais de 36 mil produtores rurais e 113 empreendimentos da agricultura familiar, entre cooperativas e associações, em 306 municípios. “A atividade agropecuária mineira é muito pujante, e os projetos da Anater integram diversas áreas produtivas, contribuindo para elevar ainda mais a qualidade da produção em todo estado”, destaca.

O presidente explica que os projetos são viabilizados por recursos do Governo Federal, repassados à Anater através de um contrato de gestão com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). “Para execução das ações, a Anater conta com a parceria da Emater-MG, e de várias entidades privadas prestadoras de Ater”, completa.

Além da Emater, também atuam na execução dos projetos da Anater, em Minas Gerais, a Embrapa Milho e Sorgo, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), a Planejjar Consultoria, a Barra Consultoria, o Instituto de Desenvolvimento Humano, Social e Ambiental (Desenvolver), a Cooperativa dos Agricultores Familiares da Fazenda Santa Maria (Coopersam) e a Diamantina Projetos.

PROJETOS
Os números mostram a abrangência da ação da Anater no Estado. O projeto Piloto, realizado em parceria com a Emater-MG, viabiliza projetos produtivos em 147 municípios e integra 5.575 famílias de cinco regiões do estado (Leste, Nordeste, Norte, Central e Triângulo Mineiro). Entre as ações, se destacam a assistência a produtores de leite do Triângulo Mineiro, e a agricultores familiares na região dos perímetros irrigados nos projetos Jaíba e Gorutuba, nos municípios de Nova Porteirinha e Jaíba, na região Norte de Minas.

O presidente da Emater-MG, Gustavo Laterza, explica que a parceria proporciona o compartilhamento do conhecimento agropecuário e a construção de soluções que promovam a melhoria da qualidade de vida e renda aos produtores mineiros. “Esta é uma parceria exitosa entre a Emater-MG e a Anater para a promoção do desenvolvimento sustentável, através da atuação extensionista na execução de projetos produtivos”.

Segundo Laterza, na região dos perímetros irrigados dos projetos Jaíba e Gorutuba, a Emater assiste 800 agricultores familiares. As atividades econômicas desenvolvidas pelos beneficiários do projeto são bastante diversificadas, com destaque, na fruticultura, para a produção de banana e limão e na olericultura para produção de batata e mandioca, entre outras.

Já na região do Triângulo Mineiro, a Emater assiste 1.000 famílias, em 46 municípios, sendo a pecuária leiteira a base das atividades econômicas dessas famílias. O foco do trabalho é levar um conjunto de conhecimentos e práticas, para melhor manejo e alimentação do rebanho, melhoria, desenvolvimento e/ou recuperação de pastagens, obtenção e gestão dos indicadores zootécnicos ligados à parte reprodutiva e produtiva do rebanho, melhoria genética, sanidade, qualidade do produto, dentre outros.

“A Emater-MG possui capilaridade numa parceria forte e integrada com os municípios e isso cria um ambiente institucional favorável para implementar ações de desenvolvimento e execução das políticas públicas de interesse da comunidade. Acreditamos e confiamos na parceria com a Anater e temos expectativa de ampliarmos nossas ações conjuntas com novos projetos, pois investir em Ater pública é uma agenda positiva para proporcionar o incremento da universalização das políticas públicas, visando a promoção do desenvolvimento sustentável”, avalia Gustavo Laterza.

OUTRAS AÇÕES
A Anater também leva as ações do projeto D. Helder Câmara, que tem como referencial o combate à pobreza, beneficiando 7.714 famílias de agricultores do Semiárido mineiro, e 1.333 famílias beneficiárias do Programa Nacional de Crédito Fundiário.

O Semiárido mineiro também é beneficiado com as ações do projeto AgroNordeste, através da parceria da Anater com o Senar, integrando 1009 produtores de 53 municípios. O objetivo do AgroNordeste é aumentar a competitividade das cadeias produtivas, inserir assentados da reforma agrária na produção agrícola familiar e nos mercados de venda, promover a melhoria das condições sanitárias das atividades agropecuárias (por exemplo, na fruticultura) e realizar estudos em busca de inovações para os produtores rurais.

Além da assistência técnica direta aos agricultores, a Anater também está ofertando qualificação técnica e gerencial para 113 empreendimentos da agricultura familiar, através do programa Ater Mais Gestão, com objetivo de torná-los mais eficientes para participar dos mercados disponíveis, especialmente o institucional, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). Os empreendimentos beneficiam, diretamente, mais de 20 mil agricultores familiares de todo o estado.

Para dar conta de todos esse trabalho, a Anater qualificou os extensionistas rurais que atuam nos projetos, elevando a abrangência e a qualidade da assistência ofertada aos agricultores e suas organizações econômicas. Nos dois últimos anos, mais de 1000 extensionistas rurais mineiros já passaram pelo Programa de Formação da Anater e, a partir do próximo mês de setembro, todos os técnicos que estiverem atuando nos projetos irão passar por um curso de atualização, para garantir a efetividade das ações.


Jornalista: Jerusia Arruda
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