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Brasília, 03/06/2026 – A Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), vinculada ao Governo do Brasil, iniciou em maio o processo de monitoramento do trabalho das Assessorias Técnicas Independentes (ATIs) que contratou para atuar junto às comunidades atingidas na Bacia do Rio Doce. A Anater executa 4 anexos do eixo rural do Novo Acordo do Rio Doce por designação do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA).

O monitoramento foi realizado pelas equipes da Gerência Extraordinária de Reparação do Rio Doce da Anater/MDA, em cinco ATIs de Minas Gerais, no Alto e Médio Rio Doce. Ao longo de uma semana, os analistas de Brasília realizaram reuniões técnicas nos escritórios das assessorias, além de espaços participativos com as comunidades atendidas nos municípios de Mariana, Acaiaca, Timóteo, Rio Casca, São José do Goiabal, Ipatinga, Governador Valadares e Tumiritinga.

Conquista dos atingidos

“Nossa equipe visitou as ATIs que estão trabalhando a mais tempo nas comunidades atingidas em Minas Gerais”, explica Adriana Aranha, Gerente Extraordinária de Reparação da Bacia do Rio Doce. “Indo a campo para ouvir as equipes das ATIs e as próprias comunidades, conseguimos captar os principais desafios enfrentados nesse novo formato de assessoria e assegurar um processo pleno de reparação”. As ATIs, lembra Adriana, “são uma conquista das atingidas e atingidos garantida pela Política Nacional de Direitos das Populações Atingidas por Barragens (PNAB), assinada em 2023, pelo presidente Lula”.

O trabalho das ATIs é dar todo o suporte às comunidades atingidas sobre os anexos do Novo Acordo, quais programas e projetos estão definidos e como acessar as políticas de reparação. “As ATIs têm um papel muito importante na Bacia do Rio Doce, que é estar dentro dos territórios prestando todo o suporte necessário para que as atingidas e atingidos acessem as políticas e os recursos da reparação”, completa a gerente.

A coordenadora de ATIs na Gerência do Rio Doce/Anater, Flavia Gondim, acompanhou o início do monitoramento no Alto e Médio Rio Doce, em Minas Gerais. 
Para ela, a presença da gerência no território contribui para fortalecer a escuta e acompanhar de forma mais próxima as demandas apresentadas pelas comunidades. “Mais do que acompanhar os contratos das ATIs, o monitoramento é um momento para estar junto das equipes de assessoria nos territórios, presenciar como esse trabalho vem sendo realizado e como o direito das pessoas atingidas está sendo garantido”.

A Anater, através da Gerência do Rio Doce, é a responsável por contratar as assessorias escolhidas pelas comunidades, reforça Flavia, portanto, “é nosso papel estar junto das ATIs e contribuir para a superar os desafios que aparecem pelo caminho. Queremos fortalecer ainda mais o direito a esse atendimento direto às pessoas atingidas na Bacia Rio Doce”, completou.

Direitos

As ATIs estão definidas no Novo Acordo como ferramentas de promoção da participação da população e atuam nos territórios fortalecendo a autonomia e capacidade de decisão dos atingidos. Para Silvana Maria Gonçalves, 56 anos, atendida pelo Centro Agroecológico Tamanduá (CAT) e moradora de Tumiritinga (MG), foi por meio do trabalho da ATI que a comunidade teve acesso às informações do Novo Acordo. “Recebemos informações que até então não conhecíamos. Foi por meio desse trabalho que passamos a entender nossos direitos e o que poderíamos buscar dentro do processo de reparação”.

Ednilson Gomes da Silva, morador da comunidade de Cachoeira Escura, em Belo Oriente (MG) atendido pela Associação Estadual de Defesa Ambiental e Social (Aedas), também destacou a importância da ATI no processo de reparação. “Nós não tínhamos conhecimento jurídico e não sabíamos quais caminhos seguir. Depois que a Aedas chegou, passamos a entender que era preciso agir legalmente, com orientação e informação. É uma equipe preparada, que nos mostrou que, com perseverança e do jeito certo, poderíamos conquistar vitórias. Ainda estamos na luta, mas já tivemos grandes avanços”.

Como é o monitoramento

O processo de monitoramento busca acompanhar a execução dos planos de trabalho, metas e atividades de atendimento técnico às comunidades atingidas, avaliando como as ações são desenvolvidas pelas ATIs nos territórios e identificando os principais desafios enfrentados. O processo vai acontecer de seis em seis meses e é dividido em diferentes etapas como acompanhamento de espaços participativos nos territórios e aplicação de questionários junto às ATIs.

No Alto e Médio Rio Doce, foram monitoradas a Assessoria Técnica Independente dos Garimpeiros Tradicionais do Alto Rio Doce (AGITA), Cáritas Diocesana de Itabira, Associação Estadual de Defesa Ambiental e Social (Aedas), Cáritas Diocesana de Governador Valadares e Centro Agroecológico Tamanduá (CAT). Segundo o coordenador da Unidade Territorial do Alto Rio Doce, Marcos Nunes, que também acompanhou a comitiva, “o objetivo final é que o trabalho das ATIs dê certo. Nós queremos fazer com que as ações cheguem aos atingidos. Nosso papel é de parceria com as ATIs para que isso aconteça”.

Wellington Moreira Azevedo, coordenador-geral da Cáritas Governador Valadares aponta que os recursos estão sendo investidos para garantir o protagonismo e o empoderamento das pessoas atingidas nos territórios. “São elas que enfrentam diariamente os desafios para a sua sobrevivência e da sua família. É nesse processo que a reparação acontece. As próprias comunidades reconhecem esse papel ao afirmarem que participaram da escolha da Assessoria; eles falam abertamente: ‘nós colocamos a Assessoria em campo, esses profissionais estão a nosso serviço’. E nós temos todo o cuidado para que realmente as pessoas atingidas sejam os protagonistas do processo”, afirma.

Neste mês, a Gerência do Rio Doce inicia o monitoramento de ATIs que atuam nos territórios do Baixo Rio Doce, no Espírito Santo. As atividades serão realizadas junto às ATIs ADAI e ASPERQD nos territórios de Baixo Guandu (ES), Colatina e Marilândia (ES), Regência (ES), Povoação (ES), Linhares (ES), Macrorregião Litoral Norte Capixaba e Norte de Linhares (ES), além de Degredo (ES).
Nos 11 meses de atuação da Gerência Extraordinária do Rio Doce da Anater/MDA, já foram assinados 20 contratos de Assessorias Técnicas Independentes, com R$ 83 milhões pagos para realização do trabalho.

Texto: Manoela Frade, Núcleo de Comunicação Social GEREX/Anater/MDA

Fotos: Maisa Pereira, Gerex Rio Doce Anater/MDA

Enfrentamento à doença que afeta a cultura da mandioca receberá R$ 15 milhões

Brasília, 26/03/2026 – O Governo do Brasil e o Governo do Amapá firmaram parcerias para combater a doença que afeta a cultura da mandioca, promover a diversificação das culturas e a segurança alimentar para a agricultura familiar e povos indígenas do Oiapoque. Os programas vão alcançar mais de 3 mil famílias de agricultoras e agricultores e indígenas.

Os Instrumentos Específicos de Parceria (IEP) foram assinados pelos dois Governos através da  Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), vinculada ao Ministério de Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), e o Instituto de Desenvolvimento Rural do Amapá (Rurap), do Governo do Amapá.
Soberania alimentar – O ministro do desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar Paulo Teixeira reafirmou o compromisso do Governo do Brasil com a preservação ambiental, a produção de alimentos saudáveis e a soberania alimentar. “Nós queremos soberania alimentar no Amapá. Esse é o desejo do presidente Lula. Vamos extinguir esse fungo, vamos ultrapassar essa fase e ter um desenvolvimento ainda maior dessas comunidades. Por isso que, além do combate ao fungo, estamos levando o programa Florestas Produtivas, que vai dar um grande resultado econômico à agricultura do Amapá.”
O presidente da Anater, Camilo Capiberibe, destacou os investimentos do Governo do Presidente Lula em programas para a agricultura familiar, no Amapá. “É o maior investimento em assistência técnica e extensão rural já feito pelo Governo do Brasil na agricultura familiar do Amapá. Estamos levando um apoio decisivo para a agricultura amapaense que ajudou a resgatar a dignidade da Ater Pública, pelo Rurap, do Governo do Estado.”
A secretaria executiva Fernanda Machiavelli afirmou a importância dos programas que estão sendo assinado. Sobre o Fomento Rural disse que é  “um dos programas mais lindos que a gente tem para o rural brasileiro. O programa Florestas Produtivas, para fazer o restauro através de variedades produtivas, gerando renda, segurança alimentar, é a grande inovação desta gestão e queremos ver essa iniciativa prosperando no Amapá”.

“Quero agradecer o Governo Lula tem destinado recursos significativos para a agricultura familiar – Plano Safra, aquisição de máquinas, sementes, inovação, pesquisa – cujos furtos já aparecem no Amapá e na Amazônia”, afirmou o diretor-presidente do Rurap, Kelson Vaz.

Convênios – Foram assinados 3 contratos para a execução de programas estratégicos de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) no estado, que somam o investimento de R$ 26 milhões do Governo do Brasil no Amapá. Os recursos serão transferidos pela Anater/MDA ao Rurap. Esses programas vão alcançar 3.077 famílias de agricultoras e agricultores e indígenas.

Dois instrumentos de ATER vão destinar R$ 15 milhões para o enfrentamento da doença chamada de “vassoura de bruxa”, que assolou as lavouras de mandioca, no estado. Os programas vão promover a produção e a comercialização de alimentos saudáveis, a conservação e recuperação ambiental de base agroecológica nas terras indígenas e agricultura familiar. Visam promover a segurança alimentar e nutricional, a geração de renda e o bem-estar socioambiental dos povos indígenas, agricultores e agricultoras familiares amapaenses.

A ATER aos agricultores familiares e assentados da reforma agrária contratada pela Anater com o Rurap atenderá 1.127 famílias, organizadas em seis lotes territoriais nos municípios do Oiapoque, Pracuúba, Amapá, Pedra Branca do Amapari, Porto Grande e Serra do Navio. Este programa terá investimento de R$ 7 milhões do Governo do Brasil, através do MDA e da Anater. O objetivo é promover a recomposição produtiva da cultura da mandioca e a diversificação agrícola.

As famílias receberão serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural emergencial e continuada, integrados ao Programa de Fomento Rural, do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). O Fomento paga R$ 4,6 mil não reembolsáveis a cada núcleo familiar.

No Oiapoque, serão atendidas 1.000 famílias indígenas das Terras Indígenas Uaçá, Galibi e Juminã, com ATER de base agroecológica, voltada à recuperação da cultura da mandioca, à segurança alimentar e à geração de renda. O investimento previsto é de R$ 8 milhões.

O terceiro é convênio é para a implantação do Projeto “Extensão Agroflorestal no Amapá”, no âmbito do Programa ATER Florestas Produtivas — vinculado ao Programa Nacional de Florestas Produtivas, do MDA. Esta ação contemplará 950 estabelecimentos da agricultura familiar, distribuídos em 18 assentamentos, com foco na restauração produtiva e na implantação de sistemas agroflorestais. O investimento é de R$ 11,6 milhões.
As assinaturas ocorreram na sede do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) em Brasília. Também participaram da solenidade a secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do  Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), Lilian Rahal, o secretário Nacional de Agricultura Familiar Wanderely Zigger, o secretário Nacional de Territórios e Sistemas Produtivos Quilombolas e Povos e Comunidades Tradicionais, Edmilton Cerqueira e o secretário de Governança Fundiária, Desenvolvimento Territorial e Socioambiental, Moisés Savian.


Sizan Luis Esberci/Ascom/Anater/MDA

Brasília, 08/04/2026 – A Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) pelo Programa Bem Viver Centro-Oeste, Sul e Sudeste, do Governo do Brasil, por meio do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e da Anater, está promovendo ações de segurança alimentar para os povos indígenas no Mato Grosso do Sul.

No Território da Reforma que contempla os municípios de Nioaque, Dois Irmãos do Buriti e Sidrolândia (MS), o programa executado pela SECAF (Consultoria e Assessoria para Agricultura Familiar), entidade parceira da Anater, está impulsionado a produção e a diversificação dos sistemas produtivos. A produção tem como foco a segurança alimentar das famílias, além de contribuir para a alimentação de pequenos animais e possibilitar a comercialização do excedente, fortalecendo a geração de renda.

Na última semana, 90 Unidades Familiares de Produção Agrária (UFPAs), dos municípios de Sidrolândia, Nioaque e Dois Irmãos do Buriti, receberam 120 sacas de sementes, sendo 80 sacas de sementes de milho (20 kg cada) e 40 sacas de feijão preto (40 kg cada), com potencial de plantio em aproximadamente 100 hectares.

A iniciativa resultou da articulação entre a SECAF, entidade parceira da Anater, a Secretaria De Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (SEMADESC), que adquiriu as sementes de milho e feijão, repassadas à FUNAI. A SECAF selecionou e fez a entrega das sementes às famílias participantes do projeto Bem Viver Centro Oeste Sul e Sudeste.

Foram priorizadas aquelas com áreas preparadas para o plantio e com projetos produtivos em andamento. Essa integração garantiu não apenas o acesso aos insumos, mas também o uso eficiente das sementes, com acompanhamento técnico desde o plantio até a colheita.

O coordenador da SECAF, Marcos Mariani, também informa que as famílias são incentivadas a fazerem o cultivo consorciado, com a introdução de culturas como abóbora, melão e mandioca, ampliando a diversidade produtiva, promovendo sistemas mais sustentáveis e resilientes, além da alimentação de qualidade e diversificada.

As famílias que receberam as sementes no mês de fevereiro já concluíram o plantio, demonstrando o avanço do cronograma produtivo e o compromisso das comunidades com o desenvolvimento de suas atividades.

A iniciativa reforça a importância da atuação integrada entre instituições públicas e entidades executoras de ATER, evidenciando que o fortalecimento da agricultura familiar indígena passa pela combinação de acesso a insumos, assistência técnica qualificada e construção coletiva de soluções no território.

Sizan Luis Esberci/Ascom/Anater/MDA

Com informações e fotografias da SECAF

O intuito é conhecer a experiência brasileira em políticas públicas voltadas à agricultura familiar, com foco no combate à fome e à pobreza, áreas nas quais o Brasil tem sido referência

Uma delegação de Moçambique está em visita ao Brasil para fortalecer a troca de experiências no campo das políticas públicas voltadas à agricultura familiar. O objetivo da missão é conhecer práticas para enfrentar o desafio de garantir a segurança alimentar no país africano, aprofundar o entendimento sobre Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) e identificar soluções sustentáveis que possam ser adaptadas ao contexto moçambicano. As agendas fazem parte das ações da cooperação entre Brasil e Moçambique.

Na terça-feira (9), a diretora da Agência Nacional de ATER de Moçambique, Licínia Cossa, foi recebida pelo presidente da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (ANATER), Camilo Capiberibe, e pela diretora de Transferência de Tecnologia da ANATER, Ana Euler.

Durante a reunião, a ANATER apresentou o programa Minha ATER Digital, uma plataforma inovadora que está sendo desenvolvida pelo Governo Federal para atender agricultores familiares e agentes de ATER. A plataforma visa otimizar a assistência técnica por meio de tecnologias digitais, facilitando o acesso à informação e ao conhecimento especializado de forma mais eficiente, além de proporcionar maior interação e espaço para que os agricultores e agricultoras possam tirar dúvidas.

Ainda durante a agenda, foram compartilhados exemplos de boas práticas de ATER no Brasil, com ênfase no uso de tecnologias adaptadas às realidades locais e na promoção da sustentabilidade no campo. A delegação moçambicana demonstrou grande interesse em adaptar essas soluções ao contexto de Moçambique.

“Apresentamos o trabalho de ATER da ANATER, fortalecendo a troca de experiências entre os nossos governos, uma área em que a Agência tem um papel fundamental. Foi um encontro bonito, cheio de diálogo, aprendizado e cooperação em favor da agricultura familiar, tanto no Brasil quanto em Moçambique”, destacou Camilo Capiberibe.

União pela segurança alimentar

Na segunda-feira (08), a delegação de Moçambique, chefiada pelo ministro da Agricultura, Ambiente e Pescas, Roberto Mito Albino, participou de uma reunião na sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), em Brasília.

Durante o encontro, o presidente da ANATER, Camilo Capiberibe, apresentou os programas de ATER executados pela agência, destacando as soluções voltadas aos agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais.

Ao longo dessa semana, a delegação moçambicana também participou de reuniões com diretores do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), entre outros órgãos ligados à agricultura familiar. Durante as discussões, foi manifestado o interesse em ampliar a cooperação com o Brasil, especialmente diante do desafio de garantir a segurança alimentar.

Atualmente, cerca de 80% dos alimentos consumidos em Moçambique são importados, segundo o ministro Roberto Mito Albino, que ressaltou a importância de fortalecer a produção local e a capacidade de autossuficiência alimentar no país.

A relação de intercâmbio entre Brasil e Moçambique é histórica. Em novembro de 2025, o presidente Lula, acompanhado de uma delegação brasileira, incluindo o ministro do MDA, Paulo Teixeira, esteve na capital moçambicana, Maputo, com o objetivo de ampliar a parceria entre os dois países. Já a delegação moçambicana destacou a intenção de fortalecer essa parceria contínua, com foco no desenvolvimento rural, segurança alimentar e combate à pobreza.

Mais de mil pessoas inscreveram-se na manhã de terça-feira (13) para participar das atividades da Tecnofam 2022 – Tecnologias e Conhecimentos para a Agricultura Familiar. O evento é realizado no Parque de Exposições de Dourados, em Mato Grosso do Sul e segue até esta quinta-feira (15). Neste ano, a Tecnofam chega a sua 4ª edição.

A cerimônia de abertura reuniu cerca de 500 pessoas, dentre autoridades, representantes de instituições públicas e privadas, pesquisadores, professores, agricultores e estudantes. A Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) foi representada pelo seu diretor técnico, Oto Ferreira Cândido.

O diretor executivo de Negócios da Embrapa, Tiago Toledo Ferreira, representando o presidente, salientou que a missão da Empresa é gerar soluções. Ele exemplificou esclarecendo que “a missão se completa quando a tecnologia chega ao campo, é adotada, gera desenvolvimento e produz alimentos de melhor qualidade, em benefício tanto da população rural, quanto da população urbana, que tem acesso a alimentos bons e mais baratos”. 

Ele enfatizou ainda a relevância do setor agropecuário nacional, que é o grande motor do desenvolvimento do Brasil e destacou a importância dos agricultores: “Afinal, a missão do país como o grande produtor de alimentos mundial é um compromisso muito nobre e de ampla responsabilidade”.  

Ângelo Ximenes, presidente do Sindicato Rural de Dourados, parabenizou a Embrapa pela organização do evento e destacou que a importância da Tecnofam Kids, que está sendo realizada pela primeira vez no evento.

Alan Guedes, prefeito municipal de Dourados, destacou a qualidade do solo de Dourados que é amplamente agricultável e disse “a Tecnofam contribui diretamente com a difusão do conhecimento técnico para os agricultores familiares que com essas informações produzem com cada vez mais excelência”.

O chefe-geral da Embrapa Agropecuária Oeste, Harley Nonato de Oliveira agradeceu aos parceiros e destacou a importância das parcerias para a realização do evento. Além de Harley, a chefe-geral da Embrapa Pantanal, Suzana Salis e o representante do chefe-geral da Embrapa Gado de Corte e chefe adjunto de Transferência de Tecnologia, Luiz Orcírio Fialho de Oliveira, compareçaram ao evento. 

O presidente da Famasul, Marcelo Bertoni destacou a relevância da ciência e da tecnologia para a agricultura e enfatizou a importância da Embrapa dizendo “contamos com três Unidades no Mato Grosso do Sul, que juntamente com as Fundações, o que possibilitou que o Estado deixasse de ser um importador de alimentos, para tornar-se um produtor de alimentos.

Também prestigiaram a solenidade de abertura o coordenador regional da Agraer em Dourados, Flávio Oliveira Ferreira, representando seu diretor presidente; o coordenador geral da Apoms, Raimundo Tomonari; o presidente da Fundapam, José Ubirajara Garcia Fontoura; o vice-presidente Sicredi Centro Sul MS, Jean Carlos Silveira, o conselheiro do Sistema OCB/MS, Jorge Luiz Soares; o Superintendente do Senar MS, Lucas Galvan e o diretor-administrativo da Cresol, Marcelo Pandeola.

A Feira

Até quinta-feira, 15 de setembro, das 8hs às 16h30, a Tecnofam estará recebendo visitantes interessados nas inovações tecnológicas voltadas para a agricultura de pequeno porte. O evento é gratuito e também está aberto a participação do público urbano interessado.

Caravanas de agricultores familiares estão vindo de diversas cidade de Mato Grosso do Sul. Também participam do evento grupos formados por assentados, indígenas de diversas etnias, estudantes de ciências agrárias, técnicos extensionistas e comerciantes.
 

Saiba Mais

A Tecnofam é uma promoção da  Unidade da Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados/MS). O evento é uma realização de organizaçaões públicas estaduais e municipais, Associação de Produtores Orgânicos de Mato Grosso do Sul (Apoms); Sebrae/MS; Senar/MS e Sindicato Rural de Dourados. O evento conta com apoio da Cooperativa de Crédito Cresol, Cooperativa de Crédito Sicredi, Fundação Apoio à Pesquisa e ao Desenvolvimento (Faped), Organização das Cooperativas Brasileiras no Mato Grosso do Sul (Sistema OCB/MS) e organizações federais de apoio ao desenvolvimento.

Confira a programação completa: https://bit.ly/3APSHnh.

Fonte e Foto: Embrapa

Sabores do Cerrado é o nome do projeto que reúne mulheres rurais de Miravânia para a produção de polpas de frutos da região

Agricultoras familiares mineiras do município de Miravânia, no norte do estado, estão entre os três coletivos femininos agraciados pelo Prêmio Mulheres Rurais – Espanha Reconhece. A premiação é uma iniciativa da Embaixada da Espanha, em Brasília. Reunidas na Associação Comunitária dos Produtores Panelinhenses (Ascoppa), o grupo conquistou o segundo lugar no concurso, com o Projeto Sabores do Cerrado. A Ascoppa, que também tem outros projetos sociais, recebe assistência técnica da Emater-MG.

O trabalho premiado consiste no aproveitamento de frutas do Cerrado para a produção de polpas usadas na fabricação de sucos, picolés, sorvetes, bombons, doces e geleias. O Sabores do Cerrado é executado diretamente por cinco mulheres e outras 15 de forma indireta. Todas elas são da comunidade rural Panelinha 1, que fica a 15 quilômetros da sede urbana de Miravânia. O lugar tem uma população de 543 habitantes, sendo a maioria dos moradores advindos de famílias de baixa renda. Por isso, o foco do projeto está na geração de trabalho, renda e qualificação profissional por meio do extrativismo. A ideia é que isso possa reduzir as vulnerabilidades sociais e também combater a violência doméstica e familiar.

Planos

Marineide Alves Santos, que além de presidente é coordenadora social da Ascoppa e integrante do grupo de cinco mulheres de Sabores do Cerrado, fala da satisfação pela conquista do segundo lugar no prêmio. Ela revela como a associação vai investir os R$ 10 mil que ganhou na premiação. De acordo com a liderança feminina, o dinheiro será usado na compra de novos equipamentos para aumentar a capacidade de armazenamento das polpas e para remunerar mais rapidamente os coletores das frutas.

“Todas nós ficamos muito felizes pelo reconhecimento do nosso trabalho. Isso deu uma visibilidade ao nosso município e pode render parcerias futuras pra gente. A gente vai comprar freezers para aumentar a produção e manter um capital de giro para pagar as frutas na hora”, afirma. Atualmente as frutas adquiridas pelos projeto só são pagas, após a venda das polpas, o que demora muito para as mulheres que comercializam as frutas de seus quintais. Assim, a Ascoppa dá em garantia para as extrativistas um dinheiro simbólico, criado pelas mulheres do projeto, chamado de japuré, até poder remunerá-las de fato com a verba real.

Para o técnico da Emater-MG do município, Daniel Victor, a premiação das mulheres de Panelinha 1 também é importante para a extensão pública rural. “Além de reconhecer o trabalho das mulheres, reconhece que a gente está apoiando uma iniciativa que tá trazendo renda e gerando emprego para o município. Então para a assistência técnica e extensão rural isso aí tá na nossa missão”, ressaltou.

Prêmio

O Prêmio Mulheres Rurais – Espanha Reconhece foi divulgado pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA). Coletivos de mulheres de Alagoas, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul foram os ganhadores do concurso. O objetivo é dar destaque às experiências que incentivem a autonomia econômica das mulheres rurais.

O Prêmio é promovido pela Embaixada da Espanha junto às representações no Brasil do IICA, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e da ONU Mulheres. O concurso recebeu 482 inscrições de coletivos de mulheres que trabalham pela autonomia econômica das produtoras.

Segundo o IICA, as mulheres produzem cerca da metade dos alimentos no mundo. Em sua diversidade (indígenas, afrodescendentes, quilombolas, camponesas, pescadoras, artesãs, migrantes, empreendedoras), elas correspondem a 43% da mão de obra agrícola no mundo, mas ainda têm seu papel e importância negligenciados e estão fora dos principais espaços de decisão.

Ascoopa

A Ascoppa é formada na sua maioria por mulheres, mas não só delas. Atualmente são 110 sócios, sendo 82 agricultores familiares (homens e mulheres) que possuem a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) jurídico. Os outros 22 sócios são pessoas da comunidade como comerciantes, aposentados e filhos de agricultores. A DAP jurídica é um documento emitido pela Emater-MG que possibilita a comercialização dos produtos produzidos nos diversos projetos da associação para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), segundo o extensionista da Emater de Miravânia, Daniel Victor Chaves,

O técnico conta que a Ascoppa foi fundada em 1994, sendo atendida desde os anos 2000 pela Emater-MG, mas de uma forma mais personalizada, de um ano pra cá. “A Emater-MG presta assistência técnica para a Ascoppa em seus diversos projetos, no apoio e na confecção deles. E também em relação a DAP jurídica que permite a comercialização de seus produtos no Pnae, enquanto grupo formal. A empresa acompanha o contrato da Secretaria de Estado da Educação com os fornecedores de alimentos do Pnae e a Ascoppa é um desses fornecedores que tem atuado no município para a entrega de produtos da merenda escolar”, explica.

A presidente da Ascoppa, Marineide Alves Santos, reforça as palavras do extensionista Daniel Victor. Ela informa que, além do Projeto Sabores do Cerrado, dedicado a produzir polpas e frutas congeladas, a entidade tem outros projetos com as mulheres da comunidade. Segundo ela, hoje a associação tem 62 sócias, mas nem todas querem trabalhar com as polpas das frutas.

“Umas fornecem produtos da agricultura, como hortaliças para escolas (Pnae), outras produzem biscoitos de tapioca, bombons, picolés, sorvetes, geleias e agora, um grupo de costura e artesanato que deseja se organizar. A Emater dá assessoria para nós em todos os aspectos. Desde ensinar lá na roça como plantar, até ajudar nos pagamentos, no estudo de viabilidade econômica e quanto cada um entrega para a associação, quanto tem pra receber. Então isso é muito importante pra nós”, salienta.

Fonte: Emater-MG

Ao receber o cargo de Tereza Cristina, o novo ministro disse que as políticas para os pequenos produtores continuarão tendo prioridade

O ministro Marcos Montes assumiu o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em cerimônia de transmissão do cargo na tarde dessa quinta-feira (31). Após tomar posse no Palácio do Planalto, Montes recebeu o comando da Pasta de sua antecessora, Tereza Cristina

Marcos Montes assume o Ministério com uma política de continuidade da gestão implementada nos últimos três anos. “Hoje, com as nossas entidades e as nossas secretarias começamos a construir um momento diferente e levamos isso com programas maravilhosos ao mundo inteiro. E isso é uma demonstração clara de que o governo quer olhar o pequeno, aquele que realmente precisa de dignidade”, destacou Montes ao citar programas como o AgroNordeste e a entrega de títulos de regularização fundiária.

Marcos Montes exerceu o cargo de secretário-executivo do Mapa desde 2019 e lembrou o convite de Tereza Cristina para formar o time da Pasta em seu discurso. “Em janeiro de 2019 tive uma alegria imensa quando a Tereza me procurou para assumir um cargo tão importante, que é a Secretaria-Executiva do Mapa. Assim, fomos construindo este Ministério e as conquistas foram muitas”.

Montes exerceu o cargo de secretário-executivo do Mapa desde 2019 e lembrou o convite de Tereza Cristina

O novo ministro inicia a gestão reforçando a diplomacia dos fertilizantes com viagens previstas ao Marrocos, Egito e Jordânia a partir de maio. Nesta quarta-feira (30), Montes recebeu representantes do governo iraniano para uma negociação do aumento da cota de importação de ureia para o Brasil, de 1 milhão de toneladas podendo chegar a três milhões de toneladas. O ministro ainda defendeu a importância dos fertilizantes como produto não passível de sanção junto a organismos internacionais como a FAO. Para Montes isso só é possível, pois o agro brasileiro alçou uma posição de liderança neste governo não apenas no Brasil, mas também internacionalmente.

Em sua despedida, Tereza Cristina reforçou o trabalho em equipe e o diálogo com o setor. “Eu acho que a nossa habilidade, tanto a minha quanto a do Marcos, é o diálogo com vocês, com o setor, com cada segmento do setor. Às vezes, a gente não concorda, mas a gente sempre acha o rumo do meio para que a gente possa caminhar, progredir e fazer do agronegócio esse agro que nós temos tanto orgulho hoje, dos nossos produtores e do nosso agro do Brasil”, destacou. 

Ela ainda desejou sucesso ao ministro Montes e destacou que sua continuidade, agora, frente à Pasta é “um reconhecimento de que estamos no caminho certo”. 

Assista à cerimônia na sede do Mapa:

Conheça o ministro Marcos Montes

Natural de Sacramento (MG), Marcos Montes Cordeiro tem 72 anos e é Médico Anestesista e Médico do Trabalho, formado pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), em 1975. Possui Pós-Graduação em Medicina do Trabalho, especialização em Anestesiologia, pela Universidade de Campinas e residência médica, todas pela Universidade de Campinas (Unicamp).

O novo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento foi prefeito de Uberaba (MG) por dois mandatos consecutivos, de 1997 a 2004. Nesse período, presidiu a Associação dos Municípios da Microrregião do Vale do Rio Grande e foi vice-presidente da Associação Mineira de Municípios.

No Poder Executivo, Marcos Montes também já foi secretário estadual de Desenvolvimento Social e Esportes de Minas Gerais e secretário municipal de Turismo da Prefeitura de Uberaba.

No Legislativo, foi deputado federal por três mandatos seguidos, de 2007 a 2018. Durante sua atuação na Câmara dos Deputados, foi presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e presidiu a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Também foi vice-presidente de outras comissões importantes, como a de Orçamento, e a de Meio Ambiente e a de Minas e Energia.

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Fonte: Ascom Mapa

Vídeos que explicam a legislação de uso de drones, como preparar a lã para artesanato; os cuidados necessários para aplicação de defensivos agrícolas e outros temas relacionados ao dia a dia no campo a partir de agora estão disponíveis no aplicativo “Estante Virtual Coleção Senar”.

O recurso em vídeo é uma novidade do app lançado em maio de 2021, que já disponibilizava as cartilhas utilizadas em treinamentos do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural.

Ao acessar o aplicativo, o usuário vai visualizar duas abas e pode escolher entre acessar o material por meio de vídeo ou de cartilha.  O aplicativo possui o mecanismo de busca por texto ou voz.

Os vídeos facilitam a compreensão dos temas, favorecem a aprendizagem e a adoção de ações que beneficiem a produção rural.

A visualização do vídeo é feita dentro do app, similar ao que ocorre em aplicativos de mensagens.

Confira o passo a passo para baixar ao app:

Se o seu aparelho utiliza o sistema operacional Android:

– Pesquisar na Play Store por Estante Virtual Coleção Senar

– Após localizar o aplicativo, baixar para o seu celular

– Realizar cadastro, criar login e senha e começar a usar o aplicativo

Se o seu aparelho utiliza o sistema operacional IOS:

– Pesquisa na Apple Store por Estante Virtual Coleção Senar

– Após localizar o aplicativo, baixar para o seu celular

– Realizar cadastro, criar login e senha e começar a usar o aplicativo

Fonte: Assessoria de Comunicação CNA

As ações do Programa AgroResidência estão sendo ampliadas com a publicação de quatro editais pela Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater). O objetivo é selecionar propostas de projetos voltados para a qualificação técnica de estudantes e recém-egressos de cursos de ciências agrárias e áreas afins. A política pública de Ater é de governança do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Ao todo, serão aplicados R$ 15,5 milhões para financiar os projetos selecionados nos quatro editais. A expectativa é atender cerca de 900 jovens, promovendo sua inserção no ambiente real de trabalho, por meio de treinamento prático, orientado e supervisionado, propiciando o desenvolvimento de conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias ao exercício profissional. 

Os recursos serão utilizados no custeio de bolsas para residentes de cursos técnicos de nível médio, no valor de R$ 900; e de nível superior, no valor de R$ 1.200. A carga horária de residência será de 40 horas semanais. 

Também será custeada bolsa para professor orientador, que corresponderá ao valor de R$ 200 por orientado. Cada professor deverá orientar entre cinco (mínimo) e dez (máximo) residentes, sendo assim, a bolsa pode variar de R$ 1 mil a R$ 2 mil. 

O AgroResidência prevê, ainda, custos com a participação dos residentes, professor orientador, técnico orientador e de colaboradores eventuais em reuniões, oficinas, seminários, congressos e afins.

Cada edital possui características e demandas específicas. A elaboração das propostas deve seguir o roteiro e demais orientações apresentadas nos atos de chamamento público. Nesta sexta-feira (04), às 10h, a Anater realizará transmissão ao vivo, pelo canal do Youtube sobre o chamamento. O destaque é para a participação das Instituições de Ensino.

Os editais do AgroResidência fazem parte de iniciativa do Mapa e da Anater para contratação de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) que somam R$ 53,6 milhões e beneficiarão áreas rurais de todas as regiões do Brasil, no início de 2022. Além da residência profissional agrícola, a ação envolve levar assistência técnica para produtores de orgânicos e em assentamentos.

Editais

  • Edital 007/2021 receberá propostas de residência profissional agrícola apresentadas por instituições estaduais de ensino e terá abrangência nacional. Serão destinados R$ 5,3 milhões para os projetos aprovados. A submissão poderá ser realizada até o dia 15 de fevereiro de 2022 pelo e-mail editalresidenciagricola007@anater.org.
  • Propostas de projetos voltados ao público feminino (residentes mulheres) poderão ser submetidas ao Edital 008/2021 por instituições de ensino público e Escolas Família Agrícola (EFA). As atividades deverão ser executadas no Semiárido brasileiro, dentro da área de atuação do Projeto Dom Hélder Câmara, que abrange 11 estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Serão investidos R$ 4,4 milhões para custeio das bolsas e execução das atividades. Os recursos são oriundos do projeto Dom Helder Câmara, fruto de um acordo firmado entre o Mapa e o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida) para ações de combate à pobreza e apoio ao desenvolvimento rural sustentável no semiárido. O recebimento de propostas começou no dia 28 de dezembro de 2021 pelo e-mail editalresidenciagricola008@anater.org. O prazo para submissão termina no dia 10 de fevereiro deste ano.   
  • As EFAs também poderão submeter suas propostas ao Edital 009/2021, cuja abrangência será nacional. Serão destinados R$ 2,7 milhões para financiar os projetos aprovados. As propostas devem ser enviadas até o dia 15 de fevereiro de 2022 pelo e-mail editalresidenciagricola009@anater.org.
  • Dando continuidade à estratégia de implementação de ações do programa em um recorte territorial, assim como realizado no estado do Tocantins e Ilha do Marajó, o  Edital 010/2021 receberá propostas de instituições de ensino públicas e Escolas Família Agrícola de Mato Grosso do Sul. Serão destinados R$ 3 milhões para custeio. As propostas podem ser enviadas até o dia 15 de fevereiro de 2022 pelo e-mail editalresidenciagricola010@anater.org.

Assista no canal da Anater no Youtube:

Live sobre o Programa AgroResidência e os Editais da Anater

Material apresentado

E-mail para contato: duvidasresidenciaagricola@anater.org

Fonte: Anater/Mapa